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O terceiro dia do VI Congresso Brasileiro de Carvão Mineral (CBCM) teve como destaque como levada de CO2 e o futuro da indústria mais sustentável e com a exploração de subprodutos derivados do carvão mineral. Durante esta quarta-feira (1), especialistas discutiram possibilidades e novos estudos que devem definir o futuro do uso do carvão no Brasil e no mundo.

Durante a “Mesa Redonda 3 - Usos do Carvão, Programa de Fomento a Modernização e Diversificação da Indústria Carbonífera”, o coordenador Geral da Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Daniel Alves Lima, destacou os grupos de trabalho do governo, que estão lidando com as questões do uso sustentável do carvão no Brasil.

“O setor elétrico ainda é um indutor do carvão no Brasil e uma das partes desses estudos é a diversificação desses serviços, mesmo assim, o setor elétrico ainda dá uma segurança para a indústria. Existe demanda de outros recursos para o carvão, como fertilizantes, carboquímica, e temos de explorá-los ”, afirmou o coordenador.

O estudo de transição justa da indústria carbonífera também foi destrinchado e apoiado em três eixos. Promover a sustentabilidade ambiental (eficiência e redução das respostas e dos rejeitos), Manutenção da atividade econômica (indústria de mineração) e contratação de novas e modernas termelétricas a carvão mineral nacional (Região Sul do Brasil).

“Não podemos olhar para uma transição energética sem o carvão. Ele pode ser com Captura de CO2 (CCS) sim e vai depender de cada país. O Carvão pode ser sustentável e é esse o objetivo dos próximos anos. O CCS, que já temos projetos, é, para o carvão, um lado que vamos trabalhar e vamos evoluir nesse sentido. Tudo isso é política de modernização e está dentro dessa transição energética justa ”, ressaltou o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan.

CCS é fundamental para o futuro da indústria

Na outra mesa redonda da manhã (Mesa Redonda 2: Captura, Armazenamento e Usos de CO2), a Captura de CO2 foi escolhida como alternativa fundamental para que a indústria siga presente na matriz energética mundial. Alternativas que já estão funcionando em escala piloto no Brasil e que devem ir para escala industrial nos próximos anos. Uma transição em médio / longo prazo, mas que deve beneficiar não só a cadeia produtiva do carvão mineral.

“Para a indústria do carvão o CCS é fundamental. Vai ter que diminuir a quantidade de carbono para manter esse horizonte do futuro da atividade. O investimento é uma coisa que precisa ser feita logo, pois as pesquisas demoram, então, precisa ser pensado seriamente ”, explicou o professor doutor em Geologia da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Grupo de Pesquisa em Armazenamento Geológico de CO2 do CNPQ, Colombo Celso Gaeta.

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O terceiro dia do VI Congresso Brasileiro de Carvão Mineral (CBCM) teve como destaque como levada de CO2 e o futuro da indústria mais sustentável e com a exploração de subprodutos derivados do carvão mineral. Durante esta quarta-feira (1), especialistas discutiram possibilidades e novos estudos que devem definir o futuro do uso do carvão no Brasil e no mundo.

Durante a “Mesa Redonda 3 - Usos do Carvão, Programa de Fomento a Modernização e Diversificação da Indústria Carbonífera”, o coordenador Geral da Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Daniel Alves Lima, destacou os grupos de trabalho do governo, que estão lidando com as questões do uso sustentável do carvão no Brasil.

“O setor elétrico ainda é um indutor do carvão no Brasil e uma das partes desses estudos é a diversificação desses serviços, mesmo assim, o setor elétrico ainda dá uma segurança para a indústria. Existe demanda de outros recursos para o carvão, como fertilizantes, carboquímica, e temos de explorá-los ”, afirmou o coordenador.

O estudo de transição justa da indústria carbonífera também foi destrinchado e apoiado em três eixos. Promover a sustentabilidade ambiental (eficiência e redução das respostas e dos rejeitos), Manutenção da atividade econômica (indústria de mineração) e contratação de novas e modernas termelétricas a carvão mineral nacional (Região Sul do Brasil).

“Não podemos olhar para uma transição energética sem o carvão. Ele pode ser com Captura de CO2 (CCS) sim e vai depender de cada país. O Carvão pode ser sustentável e é esse o objetivo dos próximos anos. O CCS, que já temos projetos, é, para o carvão, um lado que vamos trabalhar e vamos evoluir nesse sentido. Tudo isso é política de modernização e está dentro dessa transição energética justa ”, ressaltou o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan.

CCS é fundamental para o futuro da indústria

Na outra mesa redonda da manhã (Mesa Redonda 2: Captura, Armazenamento e Usos de CO2), a Captura de CO2 foi escolhida como alternativa fundamental para que a indústria siga presente na matriz energética mundial. Alternativas que já estão funcionando em escala piloto no Brasil e que devem ir para escala industrial nos próximos anos. Uma transição em médio / longo prazo, mas que deve beneficiar não só a cadeia produtiva do carvão mineral.

“Para a indústria do carvão o CCS é fundamental. Vai ter que diminuir a quantidade de carbono para manter esse horizonte do futuro da atividade. O investimento é uma coisa que precisa ser feita logo, pois as pesquisas demoram, então, precisa ser pensado seriamente ”, explicou o professor doutor em Geologia da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Grupo de Pesquisa em Armazenamento Geológico de CO2 do CNPQ, Colombo Celso Gaeta.

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Os desafios para uma indústria com menos emissões

01/12/2021

Lucas Jorge - Assessoria de Imprensa ABCM/SATC

O terceiro dia do VI Congresso Brasileiro de Carvão Mineral (CBCM) teve como destaque como levada de CO2 e o futuro da indústria mais sustentável e com a exploração de subprodutos derivados do carvão mineral. Durante esta quarta-feira (1), especialistas discutiram possibilidades e novos estudos que devem definir o futuro do uso do carvão no Brasil e no mundo.

Durante a “Mesa Redonda 3 - Usos do Carvão, Programa de Fomento a Modernização e Diversificação da Indústria Carbonífera”, o coordenador Geral da Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Daniel Alves Lima, destacou os grupos de trabalho do governo, que estão lidando com as questões do uso sustentável do carvão no Brasil.

“O setor elétrico ainda é um indutor do carvão no Brasil e uma das partes desses estudos é a diversificação desses serviços, mesmo assim, o setor elétrico ainda dá uma segurança para a indústria. Existe demanda de outros recursos para o carvão, como fertilizantes, carboquímica, e temos de explorá-los ”, afirmou o coordenador.

O estudo de transição justa da indústria carbonífera também foi destrinchado e apoiado em três eixos. Promover a sustentabilidade ambiental (eficiência e redução das respostas e dos rejeitos), Manutenção da atividade econômica (indústria de mineração) e contratação de novas e modernas termelétricas a carvão mineral nacional (Região Sul do Brasil).

“Não podemos olhar para uma transição energética sem o carvão. Ele pode ser com Captura de CO2 (CCS) sim e vai depender de cada país. O Carvão pode ser sustentável e é esse o objetivo dos próximos anos. O CCS, que já temos projetos, é, para o carvão, um lado que vamos trabalhar e vamos evoluir nesse sentido. Tudo isso é política de modernização e está dentro dessa transição energética justa ”, ressaltou o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan.

CCS é fundamental para o futuro da indústria

Na outra mesa redonda da manhã (Mesa Redonda 2: Captura, Armazenamento e Usos de CO2), a Captura de CO2 foi escolhida como alternativa fundamental para que a indústria siga presente na matriz energética mundial. Alternativas que já estão funcionando em escala piloto no Brasil e que devem ir para escala industrial nos próximos anos. Uma transição em médio / longo prazo, mas que deve beneficiar não só a cadeia produtiva do carvão mineral.

“Para a indústria do carvão o CCS é fundamental. Vai ter que diminuir a quantidade de carbono para manter esse horizonte do futuro da atividade. O investimento é uma coisa que precisa ser feita logo, pois as pesquisas demoram, então, precisa ser pensado seriamente ”, explicou o professor doutor em Geologia da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Grupo de Pesquisa em Armazenamento Geológico de CO2 do CNPQ, Colombo Celso Gaeta.

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