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Fortalecimento do carvão na matriz energética do Estado norteia trabalho da CRM

16/06/2011

Tendo como uma de suas principais metas elevar a participação do carvão na matriz energética do Estado dos atuais 2% do total para 5,5% até 2023, a Companhia Riograndense de Mineração (CRM) faz um balanço positivo dos primeiros meses da sua nova administração, liderada pelo engenheiro Elifas Simas, que assumiu em 18 de janeiro último. Entre as principais ações realizadas nos primeiros 120 dias de gestão, está a entrega, no início de maio, de quatro caminhões, duas perfuratrizes e uma carreta semirreboque à Mina de Candiota, totalizando investimento de R$ 11 milhões. "A aquisição dos novos equipamentos faz parte do plano de expansão da Unidade, diminuindo o processo de terceirização, fazendo com que a CRM se torne cada vez mais fortalecida e pública'', afirma Elifas.

Outra ação apoiada pela CRM no que se refere a utilização do carvão como matriz energética foi o lançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Aproveitamento do Carvão Mineral, pela Assembléia Legislativa. "A chegada do tema da geração térmica na Assembléia Legislativa irá propiciar um avanço na discussão envolvendo a comunidade gaúcha neste debate que trará resultados importantes na geração de emprego e renda", afirma o presidente. Além disso, a Companhia está fortemente engajada na proposta da inclusão das usinas termelétricas nos próximos leilões de energia A-5, e no aproveitamento do carvão na geração térmica de energia no Estado.

Nesse sentido, o presidente da CRM, Elifas Simas, participou de audiências públicas com o governador Tarso Genro e com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Foi entregue ao ministro nota técnica elaborada com a participação da CRM demonstrando o potencial estratégico do carvão mineral. Hoje, apenas 2% da matriz energética do País é baseada no carvão, contrariando a tendência mundial que já chega a 39%. Só no Rio Grande do Sul estão localizados 90% das reservas nacionais, o que representa 5,376 bilhões de toneladas de carvão.  ''Se as térmicas forem colocadas no A-5 teremos no Rio Grande do Sul geração de 2550 MW, 5 mil empregos diretos e o ingresso de R$ 8 bilhões na economia'', revela.

Elifas Simas destaca que a CRM está preparada para atender novas usinas termelétricas através das suas jazidas em Candiota e na região carbonífera, multiplicando crescimento e desenvolvimento nas regiões onde a empresa está inserida, além de conferir maior confiabilidade ao sistema energético. ''Hoje a CRM conta com tecnologia suficiente para fortalecer a utilização desta riqueza natural do Rio Grande, com investimentos em recuperação ambiental e programas sociais, ampliando o potencial multiplicador do carvão gaúcho para geração de empregos, desenvolvimento e qualidade de vida'', diz Elifas Simas.

Ele aponta ainda que para reduzir impactos ambientais com a extração do carvão a CRM está trabalhando na construção de uma planta-piloto de beneficiamento de carvão a seco na mina de Candiota. O sistema será baseado em tecnologia utilizada na Alemanha e buscará diminuir as emissões de gases e cinzas na queima do insumo, além de aumentar o seu poder calorífico. (Jennifer Rocha Morsch / CRM - Assessoria de Comunicação Social)

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