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Empresa japonesa pensa em investir na região carbonífera

15/04/2011

Dois técnicos japoneses da empresa Sojitz do Brasil SA, de São Paulo, conheceram minas de carvão, o Siecesc e a Satc, nesta quinta e sexta-feira, dias 14 e 15. Segundo o assessor técnico do Siecesc, engenheiro Cláudio Zilli, os técnicos procuraram o Siecesc, pois a empresa tem interesse em investir na produção de energia elétrica. "Eles pensaram em investir em termelétricas a carvão mineral", ressaltou Zilli. Na tarde de quinta-feira, os técnicos japoneses se reuniram com o presidente do Siecesc, engenheiro Ruy Hülse e o assessor técnico, Cláudio Zilli, para discutirem a ideia. Nesta sexta-feira, 15, eles visitaram a superfície das minas Cantão e Morozini, da Carbonífera Belluno; mina Fontanella, da Carbonífera Metropolitana; mina Cruz de Malta, da Rio Deserto e a mina João Sônego, da Cooperminas.

O engenheiro Zilli explicou que foi traçado um panorama do setor em termos de produção. Eles obtiveram informações sobre as empresas carboníferas associadas ao Siecesc e a Tractebel. De acordo com Zilli, os japoneses já conheciam o projeto Usitesc, que utilizará carvão da área norte da Bacia Carbonífera. "O Siecesc acolheu a ideia para fomentar projetos na área sul da bacia. Serão opções futuras no mercado consumidor de carvão", enfatiza Zilli.

Durante a reunião, foi combinada a elaboração de uma "Carta de Intenções" entre o Siecesc e a Sojitz do Brasil. Segundo Zilli, a empresa vai procurar parceiros consumidores de energia, como a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) e o Grupo Zaffari, de Porto Alegre (RS), como potenciais participantes, entre outros.   

 

Informações:
Assessoria de Imprensa do Siecesc
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Diene Lemos
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