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Plano Diretor de Mineração abrange cerca de 900 mil habitantes

13/04/2010

O Plano Diretor de Mineração para a Bacia Carbonífera de Santa Catarina, que está sendo elaborado pela CPRM - Serviço Geológico do Brasil, abrangerá cerca de 900 mil habitantes das regiões Amrec, Amesc e Amurel, e ainda os municípios de Grão Pará, Gravatal, Pedras Grandes e São Lugdero. A área total de cobertura do plano está estimada em 9.611 km², segundo o coordenador do Núcleo da CPRM de Criciúma, geólogo Marlon Hoelzel. "Estamos finalizando a base cartográfica e buscando e baixando imagens para iniciarmos os trabalhos de campo, dentro de aproximadamente 15 dias", informa. O plano de trabalho terá uma área de abrangência envolvendo as bacias dos rios Tubarão, Urussanga, Araranguá e Mampituba e deverá ser facilitado em função de todo um volume de informações já existentes e sistematizadas, levando em consideração o zoneamento mineral.

Segundo o geólogo, as ocorrências minerais de cada área analisada serão traçadas nos mapas geológicos, verificando as potencialidades e limitações das unidades. "Saindo a campo poderemos encontrar ainda mais ocorrências", explica. O geólogo acrescenta que estes trabalhos deverão começar pela Bacia Hidrográfica de Araranguá, pois no ano de 2004 já houve o cadastramento das ocorrências minerais na extensão, servindo como ponto de partida. Na bacia do rio Tubarão os trabalhos de mapeamento geológico necessários são complementares e na bacia do rio Mampituba serão realizados de forma integral. O prazo estipulado para elaboração do Plano Diretor de Mineração deve ser de, no mínimo, dois anos e será efetivado de acordo com o Convênio de Cooperação e Apoio Técnico-Científico, assinado entre a CPRM e a Satc, em 2008. A instituição cede estrutura física e profissional para o desenvolvimento dos trabalhos, que estão sendo elaborados por uma equipe de geólogos, engenheiros de minas, civis e de agrimensura.


Áreas mineradas

A CPRM, com o apoio do CTCL, já está elaborando mapas para serem utilizados nos trabalhos de campo para o Plano Diretor de Mineração. Com base nestas informações, foi diagnosticado que em todo o município de Criciúma existem apenas 26% de áreas mineradas em subsolo (6.025 hectares), ou seja, 74% da cidade não é minerada. De acordo com a engenheira Civil do CTCL, Mirlene Amboni, que consolidou as informações nos mapas, no perímetro urbano de Criciúma há 31% de áreas mineradas (5.290 hectares) e em 69% do perímetro urbano do município não foi realizada mineração de carvão mineral. 



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