Acesso Restrito

O Estado passo a passo

24/03/2010

Ver os cânions do Sul de Santa Catarina bem de pertinho e poder, depois de apenas alguns passos, estar em uma mina de carvão. Afastar-se das cerejeiras de Frei Rogério e ter contato imediato com os índios do Oeste. Viajar por todo o Estado em menos de uma hora e sem sair da Capital é possível. Não é nenhuma inovação tecnológica, mas o Festival de Integração Multicultural Catarinense (Fimc). O evento apresenta as 10 regiões turísticas do Estado, mostrando um pouco de história, costumes, arquitetura, economia e pontos para visitar. Os cenários multimídia são um convite à interação com atividades como a produção de maçã, na Serra. Maquetes de igrejas de Treze Tílias, reprodução de uma mina de carvão e do teleférico de Balneário Camboriú são atrações que garantem diversão e despertam a curiosidade. Vale a pena investir no percurso, cheio de novidades e peças raras, como artes sacras do século 18 e o telégrafo do século 17. O festival também tem apresentações de grupos folclóricos e musicais de várias cidades. Na praça de alimentação, os pratos típicos regionais são atrações à parte.

Vai lá

Quando: até sábado, das 10h às 22h

Onde: CentroSul (Avenida Gustavo Richard, 850, Centro, Florianópolis)

Quanto: R$ 6. Menores de 12 anos e idosos acima de 65 anos não pagam

Informações: (48) 3212-6300 ou www.santur.sc.gov.br


Encantos do Sul

São diversos os Encantos do Sul, mas a baleia franca é um dos maiores chamarizes do turismo no local. Entre as espécies mais ameaçadas de extinção no planeta, ela se desloca para o litoral sul catarinense de julho a novembro para dar à luz os filhotes e, claro, fazer alegria dos adeptos do turismo de observação.

No local reservado para a região, que tem como base da economia a exploração do carvão mineral, o público do festival também pode assistir a um vídeo sobre a atividade.

Apesar de não entenderem muito bem do que se trata, as crianças são as que mais gostam. Os olhinhos brilham na frente da tela que fica dentro de um túnel escuro, simulando o ambientes de uma mina de verdade.

– Acho que vou levar umas três horas para ver tudo, porque tem muita coisa nova. Ainda bem que estou sozinha, sem ninguém para pedir "mãe vamos embora" – brincava, ontem, a dona de casa Mariana Aguiar.



Diário Catarinense
Florianópolis/SC
Reportagem Especial
24/03/2010

 

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