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O projeto da termelétrica UTE Sul, da empresa MPX, que já havia sido contemplado durante a gestão da governadora Yeda Crusius com benefícios fiscais, teve suas vantagens competitivas incrementadas. O atual governo estadual definiu o diferimento de ICMS nas operações internas e na importação (neste caso, quando sem similar) de máquinas e equipamentos industriais destinados à implantação da usina a carvão. Antes, havia apenas a redução de 17% para 12%. Além disso, expandiu o diferencial para o outro empreendimento do grupo, a UTE Seival, e estendeu a validade das vantagens de 15 anos para 25 anos. Ambas as estruturas serão construídas em Candiota.

Assim como o incentivo na aquisição de máquinas, os subsídios englobam ainda o calcário calcítico e a cal, que são agentes utilizados na dessulfurização (captura de enxofre), medida que atenua o impacto ambiental da geração termelétrica a carvão. O novo acordo foi firmado em cerimônia realizada ontem no Palácio Piratini.

A UTE Sul terá 727 MW de capacidade instalada, enquanto a UTE Seival terá 600 MW (juntas significariam cerca de 35% da demanda média de energia do Estado). Somadas, absorverão mais de R$ 6 bilhões em investimentos e devem proporcionar cerca de 7,5 mil empregos diretos e indiretos durante a implantação. Para que esses complexos sejam materializados, eles precisam vencer um leilão de comercialização de energia da União. O incentivo do governo estadual visa justamente a dar competitividade às iniciativas para que elas ganhem o certame marcado para o final de agosto.

O diretor da MPX Pedro Litsek afirma que a solenidade de ontem demonstra o apoio do governo do Estado ao empreendimento do grupo. “Teremos a possibilidade de concorrer de igual para igual com outros projetos no leilão”, comemora. Já o secretário de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI), Mauro Knijnik, enfatiza as reservas gaúchas de carvão. Ele compara o potencial do Rio Grande do Sul (que possui 89% das reservas nacionais) com o carvão ao do Brasil com o pré-sal. “Vamos ganhar esse leilão para trazer esse investimento para o nosso Estado”, prevê o governador Tarso Genro. Ele acrescentou que, atualmente, no Rio Grande do Sul estão em andamento ou em carteira empreendimentos que totalizam aproximadamente R$ 29 bilhões em investimentos.

Sobre outros projetos a carvão que poderão ser desenvolvidos no Estado, o diretor de Infraestrutura e Energia da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), Marco Franceschi, adianta que essas iniciativas também poderão contar com o apoio estadual. No caso específico da MPX, além dos benefícios fiscais, o governo comprometeu-se a auxiliar no fortalecimento do sistema de transmissão de energia na região das usinas. Isso poderá ser feito através da Secretaria da Infraestrutura e Logística, do Grupo CEEE ou até mesmo com tratativas com a Eletrobras e Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Essa última entidade, inclusive, promoverá em julho um leilão de transmissão que, entre outras obras, contemplará uma linha de 230 kV, de 49 quilômetros, que ligará Candiota e Bagé.

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=126548

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O projeto da termelétrica UTE Sul, da empresa MPX, que já havia sido contemplado durante a gestão da governadora Yeda Crusius com benefícios fiscais, teve suas vantagens competitivas incrementadas. O atual governo estadual definiu o diferimento de ICMS nas operações internas e na importação (neste caso, quando sem similar) de máquinas e equipamentos industriais destinados à implantação da usina a carvão. Antes, havia apenas a redução de 17% para 12%. Além disso, expandiu o diferencial para o outro empreendimento do grupo, a UTE Seival, e estendeu a validade das vantagens de 15 anos para 25 anos. Ambas as estruturas serão construídas em Candiota.

Assim como o incentivo na aquisição de máquinas, os subsídios englobam ainda o calcário calcítico e a cal, que são agentes utilizados na dessulfurização (captura de enxofre), medida que atenua o impacto ambiental da geração termelétrica a carvão. O novo acordo foi firmado em cerimônia realizada ontem no Palácio Piratini.

A UTE Sul terá 727 MW de capacidade instalada, enquanto a UTE Seival terá 600 MW (juntas significariam cerca de 35% da demanda média de energia do Estado). Somadas, absorverão mais de R$ 6 bilhões em investimentos e devem proporcionar cerca de 7,5 mil empregos diretos e indiretos durante a implantação. Para que esses complexos sejam materializados, eles precisam vencer um leilão de comercialização de energia da União. O incentivo do governo estadual visa justamente a dar competitividade às iniciativas para que elas ganhem o certame marcado para o final de agosto.

O diretor da MPX Pedro Litsek afirma que a solenidade de ontem demonstra o apoio do governo do Estado ao empreendimento do grupo. “Teremos a possibilidade de concorrer de igual para igual com outros projetos no leilão”, comemora. Já o secretário de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI), Mauro Knijnik, enfatiza as reservas gaúchas de carvão. Ele compara o potencial do Rio Grande do Sul (que possui 89% das reservas nacionais) com o carvão ao do Brasil com o pré-sal. “Vamos ganhar esse leilão para trazer esse investimento para o nosso Estado”, prevê o governador Tarso Genro. Ele acrescentou que, atualmente, no Rio Grande do Sul estão em andamento ou em carteira empreendimentos que totalizam aproximadamente R$ 29 bilhões em investimentos.

Sobre outros projetos a carvão que poderão ser desenvolvidos no Estado, o diretor de Infraestrutura e Energia da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), Marco Franceschi, adianta que essas iniciativas também poderão contar com o apoio estadual. No caso específico da MPX, além dos benefícios fiscais, o governo comprometeu-se a auxiliar no fortalecimento do sistema de transmissão de energia na região das usinas. Isso poderá ser feito através da Secretaria da Infraestrutura e Logística, do Grupo CEEE ou até mesmo com tratativas com a Eletrobras e Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Essa última entidade, inclusive, promoverá em julho um leilão de transmissão que, entre outras obras, contemplará uma linha de 230 kV, de 49 quilômetros, que ligará Candiota e Bagé.

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Governo do Estado aumenta os incentivos às térmicas da MPX

20/06/2013

Jefferson Klein

O projeto da termelétrica UTE Sul, da empresa MPX, que já havia sido contemplado durante a gestão da governadora Yeda Crusius com benefícios fiscais, teve suas vantagens competitivas incrementadas. O atual governo estadual definiu o diferimento de ICMS nas operações internas e na importação (neste caso, quando sem similar) de máquinas e equipamentos industriais destinados à implantação da usina a carvão. Antes, havia apenas a redução de 17% para 12%. Além disso, expandiu o diferencial para o outro empreendimento do grupo, a UTE Seival, e estendeu a validade das vantagens de 15 anos para 25 anos. Ambas as estruturas serão construídas em Candiota.

Assim como o incentivo na aquisição de máquinas, os subsídios englobam ainda o calcário calcítico e a cal, que são agentes utilizados na dessulfurização (captura de enxofre), medida que atenua o impacto ambiental da geração termelétrica a carvão. O novo acordo foi firmado em cerimônia realizada ontem no Palácio Piratini.

A UTE Sul terá 727 MW de capacidade instalada, enquanto a UTE Seival terá 600 MW (juntas significariam cerca de 35% da demanda média de energia do Estado). Somadas, absorverão mais de R$ 6 bilhões em investimentos e devem proporcionar cerca de 7,5 mil empregos diretos e indiretos durante a implantação. Para que esses complexos sejam materializados, eles precisam vencer um leilão de comercialização de energia da União. O incentivo do governo estadual visa justamente a dar competitividade às iniciativas para que elas ganhem o certame marcado para o final de agosto.

O diretor da MPX Pedro Litsek afirma que a solenidade de ontem demonstra o apoio do governo do Estado ao empreendimento do grupo. “Teremos a possibilidade de concorrer de igual para igual com outros projetos no leilão”, comemora. Já o secretário de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI), Mauro Knijnik, enfatiza as reservas gaúchas de carvão. Ele compara o potencial do Rio Grande do Sul (que possui 89% das reservas nacionais) com o carvão ao do Brasil com o pré-sal. “Vamos ganhar esse leilão para trazer esse investimento para o nosso Estado”, prevê o governador Tarso Genro. Ele acrescentou que, atualmente, no Rio Grande do Sul estão em andamento ou em carteira empreendimentos que totalizam aproximadamente R$ 29 bilhões em investimentos.

Sobre outros projetos a carvão que poderão ser desenvolvidos no Estado, o diretor de Infraestrutura e Energia da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), Marco Franceschi, adianta que essas iniciativas também poderão contar com o apoio estadual. No caso específico da MPX, além dos benefícios fiscais, o governo comprometeu-se a auxiliar no fortalecimento do sistema de transmissão de energia na região das usinas. Isso poderá ser feito através da Secretaria da Infraestrutura e Logística, do Grupo CEEE ou até mesmo com tratativas com a Eletrobras e Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Essa última entidade, inclusive, promoverá em julho um leilão de transmissão que, entre outras obras, contemplará uma linha de 230 kV, de 49 quilômetros, que ligará Candiota e Bagé.

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=126548

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