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As empresas de Eike Bastista recuperaram, nos últimos dois pregões, parte das fortes perdas sofridas no meio da semana passada. Na sexta-feira e segunda, as sete companhias com ações negociadas na Bovespa "aumentaram" em R$ 5,4 bilhões, segundo levantamento feito pela consultoria Economatica a pedido do G1.

O ganho, no entanto, ainda deixa as empresas – OGX Petróleo, LLX, MMX, CCX,OSX, MMX e PorX – longe de recuperarem o valor perdido: apenas nos pregões de terça e quarta, as empresas haviam perdido R$ 13,8 bilhões em valor de mercado – que corresponde ao valor, somado, de todas as das ações das empresas.

A OGX Petróleo, que liderou as perdas, "encolhendo" R$ 10,74 bilhões entre terça e quarta, também liderou a recuperação, com ganho de R$ 4 bilhões nos dois pregões seguintes.

Nesta segunda-feira, as ações da OGX, que já haviam subido 9,1% na sexta, tiveram novo ganho, de cerca de 15%. O movimento de correção nos papéis da OGX também era visto em outras ações do grupo 'X', como LLX, que subiu 4,52%, a R$ 2,31, e MMX, que avançou 3,42%, a R$ 6,05.

Desconfiança dos investidores
As fortes oscilações nas ações das empresas "X" ocorrem depois que a OGX divulgou, na última terça, que a vazão de óleo nos primeiros poços perfurados pela empresa em um campo na bacia de Campos é de 5 mil barris de óleo equivalente (boe) por dia, apenas um terço do que o mercado esperava. A notícia contaminou o desempenho das demais ações do grupo de Batista.

Em teleconferência no dia seguinte, o bilionário Eike Batista tentou acalmar os investidores. O empresário afirmou que o grupo está trabalhando para elevar a produtividade dos poços na Bacia de Campos e descartou qualquer chance de falência da empresa. Segundo ele, a OGX é uma empresa sólida, com caixa e "muito viável".

Também nesta segunda, a agência de classificação de risco Standard & Poor's anunciou que decidiu manter as notas da OGX apesar da produção menor que esperada no campo de Tubarão Azul, na Bacia de Campos.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2012/07/apos-tombo-empresas-de-eike-recuperam-r-54-bilhoes-em-2-dias.html

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As empresas de Eike Bastista recuperaram, nos últimos dois pregões, parte das fortes perdas sofridas no meio da semana passada. Na sexta-feira e segunda, as sete companhias com ações negociadas na Bovespa "aumentaram" em R$ 5,4 bilhões, segundo levantamento feito pela consultoria Economatica a pedido do G1.

O ganho, no entanto, ainda deixa as empresas – OGX Petróleo, LLX, MMX, CCX,OSX, MMX e PorX – longe de recuperarem o valor perdido: apenas nos pregões de terça e quarta, as empresas haviam perdido R$ 13,8 bilhões em valor de mercado – que corresponde ao valor, somado, de todas as das ações das empresas.

A OGX Petróleo, que liderou as perdas, "encolhendo" R$ 10,74 bilhões entre terça e quarta, também liderou a recuperação, com ganho de R$ 4 bilhões nos dois pregões seguintes.

Nesta segunda-feira, as ações da OGX, que já haviam subido 9,1% na sexta, tiveram novo ganho, de cerca de 15%. O movimento de correção nos papéis da OGX também era visto em outras ações do grupo 'X', como LLX, que subiu 4,52%, a R$ 2,31, e MMX, que avançou 3,42%, a R$ 6,05.

Desconfiança dos investidores
As fortes oscilações nas ações das empresas "X" ocorrem depois que a OGX divulgou, na última terça, que a vazão de óleo nos primeiros poços perfurados pela empresa em um campo na bacia de Campos é de 5 mil barris de óleo equivalente (boe) por dia, apenas um terço do que o mercado esperava. A notícia contaminou o desempenho das demais ações do grupo de Batista.

Em teleconferência no dia seguinte, o bilionário Eike Batista tentou acalmar os investidores. O empresário afirmou que o grupo está trabalhando para elevar a produtividade dos poços na Bacia de Campos e descartou qualquer chance de falência da empresa. Segundo ele, a OGX é uma empresa sólida, com caixa e "muito viável".

Também nesta segunda, a agência de classificação de risco Standard & Poor's anunciou que decidiu manter as notas da OGX apesar da produção menor que esperada no campo de Tubarão Azul, na Bacia de Campos.

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Após tombo, empresas de Eike recuperam R$ 5,4 bilhões em 2 dias

04/06/2013

G1 - São Paulo

As empresas de Eike Bastista recuperaram, nos últimos dois pregões, parte das fortes perdas sofridas no meio da semana passada. Na sexta-feira e segunda, as sete companhias com ações negociadas na Bovespa "aumentaram" em R$ 5,4 bilhões, segundo levantamento feito pela consultoria Economatica a pedido do G1.

O ganho, no entanto, ainda deixa as empresas – OGX Petróleo, LLX, MMX, CCX,OSX, MMX e PorX – longe de recuperarem o valor perdido: apenas nos pregões de terça e quarta, as empresas haviam perdido R$ 13,8 bilhões em valor de mercado – que corresponde ao valor, somado, de todas as das ações das empresas.

A OGX Petróleo, que liderou as perdas, "encolhendo" R$ 10,74 bilhões entre terça e quarta, também liderou a recuperação, com ganho de R$ 4 bilhões nos dois pregões seguintes.

Nesta segunda-feira, as ações da OGX, que já haviam subido 9,1% na sexta, tiveram novo ganho, de cerca de 15%. O movimento de correção nos papéis da OGX também era visto em outras ações do grupo 'X', como LLX, que subiu 4,52%, a R$ 2,31, e MMX, que avançou 3,42%, a R$ 6,05.

Desconfiança dos investidores
As fortes oscilações nas ações das empresas "X" ocorrem depois que a OGX divulgou, na última terça, que a vazão de óleo nos primeiros poços perfurados pela empresa em um campo na bacia de Campos é de 5 mil barris de óleo equivalente (boe) por dia, apenas um terço do que o mercado esperava. A notícia contaminou o desempenho das demais ações do grupo de Batista.

Em teleconferência no dia seguinte, o bilionário Eike Batista tentou acalmar os investidores. O empresário afirmou que o grupo está trabalhando para elevar a produtividade dos poços na Bacia de Campos e descartou qualquer chance de falência da empresa. Segundo ele, a OGX é uma empresa sólida, com caixa e "muito viável".

Também nesta segunda, a agência de classificação de risco Standard & Poor's anunciou que decidiu manter as notas da OGX apesar da produção menor que esperada no campo de Tubarão Azul, na Bacia de Campos.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2012/07/apos-tombo-empresas-de-eike-recuperam-r-54-bilhoes-em-2-dias.html

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