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No mês de junho, o Brasil foi cenário da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio + 20). Passado este tão aguardado encontro internacional, chegou a hora do governo federal brasileiro voltar sua atenção para questão energética. Estamos cientes de que os debates devem ser concentrados para que as fontes de energia sejam aperfeiçoadas. E, assim, não podemos esquecer da importância da utilização do carvão mineral na matriz energética, tendo em vista os inúmeros empreendimentos já instalados e os demais que estão com licenciamento ambiental em andamento ou aprovado para se instalarem, em especial, no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.


A Frente Parlamentar do Carvão Mineral, a qual no Congresso Nacional sou vice-presidente, está atenta às discussões relacionadas ao setor. Dentro dessa ótica e passada a Rio + 20, retomamos as discussões no sentido de que seja agilizada a pauta do carvão mineral visando a sua potencialização e utilização na matriz energética no sul do país. Estamos engajados nesta luta que vem se desenrolando há alguns anos pela defesa das indústrias termoelétricas de carvão mineral visando garantir os investimentos previstos no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que geram milhares de empregos.

Portanto, referendamos a necessidade de agilizar a participação do carvão mineral no atendimento da demanda de energia elétrica no Brasil. Esse assunto foi pautado na Rio + 20 pelo presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, que abordou sobre a produção nacional do carvão mineral como energia sustentável.

Em 2009, 40,5% da energia gerada no mundo foi por meio do carvão mineral. No Brasil, esse percentual é de 1,3%. A produção do minério brasileiro foi de 31,7 bilhões de toneladas em 2011, envolvendo no país, 4.941 empregos diretos. O carvão, maior recurso energético do Brasil (67% do total) é o combustível que mais cresce no mundo e contribui na redução da pobreza nos países emergentes.

O setor demonstra o seu descontentamento em relação às reportagens apresentadas em rede nacional sobre energia, na semana que antecedeu a Rio +20. A matéria não enfatizou as potencialidades deste setor como os investimentos, à geração de milhares de empregos, renda e o enfoque de ser importante matriz energética para o desenvolvimento do país e que contribui para a segurança energética do Brasil.

A reportagem mostrou imagens de Candiota e Santa Catarina – regiões que desenvolvem o carvão mineral e que tem em seu subsolo uma riqueza explorada com técnicas modernas e as indústrias obedecem à legislação ambiental. O Rio Grande do Sul concentra 80% do carvão mineral brasileiro. Na Usina de Candiota, maior mina do país, os investimentos que geraram milhares de empregos já estimularam a instalação de inúmeros outros empreendimentos.

As usinas termoelétricas de carvão mineral estão investindo em tecnologias para reduzir o impacto ambiental. Tomamos como exemplo a Usina III de Candiota. Exemplo foi destacado na reportagem pelo gestor ambiental da Usina de Candiota, Francisco Makmillan Porto, que comentou que as usinas são muito mais eficientes e consomem menos carvão para gerar a mesma energia. O presidente do Sindicato dos Mineradores da região, Vágner Lopes, também afirmou que a tecnologia se aprimorou e a parte de mineração tem uma regeneração que consegue recuperar os solos.

Na última semana, tratei o assunto com o presidente da ABCM, Fernando Zancan e também com o presidente da Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (Eletrobras CGTEE), Sereno Chaise, que anunciou sobre os investimentos na Usina Termoelétrica em Candiota, que já está com a Fase D em processo de análise e fase inicial para o licenciamento ambiental.

Outros novos investimentos estão previstos no Rio Grande do Sul, que pode estar próximo de receber duas novas termoelétricas, atraindo investidores chineses, em especial, no município de Candiota.

Nesse sentido, reforço que, o Brasil para continuar se desenvolvendo, precisa duplicar a geração de energia até 2030 e assim, incluir fontes que produzam energia firme, como o carvão mineral, que são vitais para a nossa segurança energética.

* Afonso Hamm é Deputado Federal e vice-presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Carvão Mineral

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No mês de junho, o Brasil foi cenário da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio + 20). Passado este tão aguardado encontro internacional, chegou a hora do governo federal brasileiro voltar sua atenção para questão energética. Estamos cientes de que os debates devem ser concentrados para que as fontes de energia sejam aperfeiçoadas. E, assim, não podemos esquecer da importância da utilização do carvão mineral na matriz energética, tendo em vista os inúmeros empreendimentos já instalados e os demais que estão com licenciamento ambiental em andamento ou aprovado para se instalarem, em especial, no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.


A Frente Parlamentar do Carvão Mineral, a qual no Congresso Nacional sou vice-presidente, está atenta às discussões relacionadas ao setor. Dentro dessa ótica e passada a Rio + 20, retomamos as discussões no sentido de que seja agilizada a pauta do carvão mineral visando a sua potencialização e utilização na matriz energética no sul do país. Estamos engajados nesta luta que vem se desenrolando há alguns anos pela defesa das indústrias termoelétricas de carvão mineral visando garantir os investimentos previstos no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que geram milhares de empregos.

Portanto, referendamos a necessidade de agilizar a participação do carvão mineral no atendimento da demanda de energia elétrica no Brasil. Esse assunto foi pautado na Rio + 20 pelo presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, que abordou sobre a produção nacional do carvão mineral como energia sustentável.

Em 2009, 40,5% da energia gerada no mundo foi por meio do carvão mineral. No Brasil, esse percentual é de 1,3%. A produção do minério brasileiro foi de 31,7 bilhões de toneladas em 2011, envolvendo no país, 4.941 empregos diretos. O carvão, maior recurso energético do Brasil (67% do total) é o combustível que mais cresce no mundo e contribui na redução da pobreza nos países emergentes.

O setor demonstra o seu descontentamento em relação às reportagens apresentadas em rede nacional sobre energia, na semana que antecedeu a Rio +20. A matéria não enfatizou as potencialidades deste setor como os investimentos, à geração de milhares de empregos, renda e o enfoque de ser importante matriz energética para o desenvolvimento do país e que contribui para a segurança energética do Brasil.

A reportagem mostrou imagens de Candiota e Santa Catarina – regiões que desenvolvem o carvão mineral e que tem em seu subsolo uma riqueza explorada com técnicas modernas e as indústrias obedecem à legislação ambiental. O Rio Grande do Sul concentra 80% do carvão mineral brasileiro. Na Usina de Candiota, maior mina do país, os investimentos que geraram milhares de empregos já estimularam a instalação de inúmeros outros empreendimentos.

As usinas termoelétricas de carvão mineral estão investindo em tecnologias para reduzir o impacto ambiental. Tomamos como exemplo a Usina III de Candiota. Exemplo foi destacado na reportagem pelo gestor ambiental da Usina de Candiota, Francisco Makmillan Porto, que comentou que as usinas são muito mais eficientes e consomem menos carvão para gerar a mesma energia. O presidente do Sindicato dos Mineradores da região, Vágner Lopes, também afirmou que a tecnologia se aprimorou e a parte de mineração tem uma regeneração que consegue recuperar os solos.

Na última semana, tratei o assunto com o presidente da ABCM, Fernando Zancan e também com o presidente da Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (Eletrobras CGTEE), Sereno Chaise, que anunciou sobre os investimentos na Usina Termoelétrica em Candiota, que já está com a Fase D em processo de análise e fase inicial para o licenciamento ambiental.

Outros novos investimentos estão previstos no Rio Grande do Sul, que pode estar próximo de receber duas novas termoelétricas, atraindo investidores chineses, em especial, no município de Candiota.

Nesse sentido, reforço que, o Brasil para continuar se desenvolvendo, precisa duplicar a geração de energia até 2030 e assim, incluir fontes que produzam energia firme, como o carvão mineral, que são vitais para a nossa segurança energética.

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Carvão Mineral: principal fonte energética do país

23/07/2012

Afonso Hamm

No mês de junho, o Brasil foi cenário da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio + 20). Passado este tão aguardado encontro internacional, chegou a hora do governo federal brasileiro voltar sua atenção para questão energética. Estamos cientes de que os debates devem ser concentrados para que as fontes de energia sejam aperfeiçoadas. E, assim, não podemos esquecer da importância da utilização do carvão mineral na matriz energética, tendo em vista os inúmeros empreendimentos já instalados e os demais que estão com licenciamento ambiental em andamento ou aprovado para se instalarem, em especial, no Rio Grande do Sul e Santa Catarina.


A Frente Parlamentar do Carvão Mineral, a qual no Congresso Nacional sou vice-presidente, está atenta às discussões relacionadas ao setor. Dentro dessa ótica e passada a Rio + 20, retomamos as discussões no sentido de que seja agilizada a pauta do carvão mineral visando a sua potencialização e utilização na matriz energética no sul do país. Estamos engajados nesta luta que vem se desenrolando há alguns anos pela defesa das indústrias termoelétricas de carvão mineral visando garantir os investimentos previstos no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, que geram milhares de empregos.

Portanto, referendamos a necessidade de agilizar a participação do carvão mineral no atendimento da demanda de energia elétrica no Brasil. Esse assunto foi pautado na Rio + 20 pelo presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, que abordou sobre a produção nacional do carvão mineral como energia sustentável.

Em 2009, 40,5% da energia gerada no mundo foi por meio do carvão mineral. No Brasil, esse percentual é de 1,3%. A produção do minério brasileiro foi de 31,7 bilhões de toneladas em 2011, envolvendo no país, 4.941 empregos diretos. O carvão, maior recurso energético do Brasil (67% do total) é o combustível que mais cresce no mundo e contribui na redução da pobreza nos países emergentes.

O setor demonstra o seu descontentamento em relação às reportagens apresentadas em rede nacional sobre energia, na semana que antecedeu a Rio +20. A matéria não enfatizou as potencialidades deste setor como os investimentos, à geração de milhares de empregos, renda e o enfoque de ser importante matriz energética para o desenvolvimento do país e que contribui para a segurança energética do Brasil.

A reportagem mostrou imagens de Candiota e Santa Catarina – regiões que desenvolvem o carvão mineral e que tem em seu subsolo uma riqueza explorada com técnicas modernas e as indústrias obedecem à legislação ambiental. O Rio Grande do Sul concentra 80% do carvão mineral brasileiro. Na Usina de Candiota, maior mina do país, os investimentos que geraram milhares de empregos já estimularam a instalação de inúmeros outros empreendimentos.

As usinas termoelétricas de carvão mineral estão investindo em tecnologias para reduzir o impacto ambiental. Tomamos como exemplo a Usina III de Candiota. Exemplo foi destacado na reportagem pelo gestor ambiental da Usina de Candiota, Francisco Makmillan Porto, que comentou que as usinas são muito mais eficientes e consomem menos carvão para gerar a mesma energia. O presidente do Sindicato dos Mineradores da região, Vágner Lopes, também afirmou que a tecnologia se aprimorou e a parte de mineração tem uma regeneração que consegue recuperar os solos.

Na última semana, tratei o assunto com o presidente da ABCM, Fernando Zancan e também com o presidente da Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (Eletrobras CGTEE), Sereno Chaise, que anunciou sobre os investimentos na Usina Termoelétrica em Candiota, que já está com a Fase D em processo de análise e fase inicial para o licenciamento ambiental.

Outros novos investimentos estão previstos no Rio Grande do Sul, que pode estar próximo de receber duas novas termoelétricas, atraindo investidores chineses, em especial, no município de Candiota.

Nesse sentido, reforço que, o Brasil para continuar se desenvolvendo, precisa duplicar a geração de energia até 2030 e assim, incluir fontes que produzam energia firme, como o carvão mineral, que são vitais para a nossa segurança energética.

* Afonso Hamm é Deputado Federal e vice-presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Carvão Mineral

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