Acesso Restrito
Array
(
    [0] => 1
    [i_empresa] => 1
    [1] => 78
    [i_conteudo] => 78
    [2] => 0
    [i_subarea] => 0
    [3] => 2013-06-03
    [dt_conteudo] => 2013-06-03
    [4] => EPE: térmicas vão continuar ligadas
    [titulo] => EPE: térmicas vão continuar ligadas
    [5] => Diário do Nordeste
    [autor] => Diário do Nordeste
    [6] => Novos desligamentos de usinas termelétricas não devem ocorrer em junho, afirmou, ontem, o presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), Maurício Tolmasquim. Para ele, é prudente manter as plantas ligadas.
    [resumo] => Novos desligamentos de usinas termelétricas não devem ocorrer em junho, afirmou, ontem, o presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), Maurício Tolmasquim. Para ele, é prudente manter as plantas ligadas.
    [7] => 

Novos desligamentos de usinas termelétricas não devem ocorrer em junho, afirmou, ontem, o presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), Maurício Tolmasquim. Para ele, é prudente manter as plantas ligadas.

No início de maio, o governo autorizou o desligamento de quatro térmicas, diante da melhora da situação dos reservatórios das hidrelétricas. Na ocasião, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, não descartou a possibilidade de outras térmicas mais caras serem desligadas em junho.

"Hoje, eu não vejo (o governo) desligando. Acho que a gente tem que manter as térmicas ligadas mais um tempo por questão de prudência", reforçou Maurício Tolmasquim.

A manutenção da geração termelétrica atual será avaliada na próxima reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, no início do mês que vem.

Praticamente toda a capacidade de geração termelétrica do País foi acionada em outubro passado e ficou ligada durante todo o período úmido, já que o nível nos reservatórios das hidrelétricas era o pior da década.

Chuvas

Conforme o presidente do ONS (Operador Nacional do Sistema), Hermes Chipp, as chuvas em maio estão abaixo do esperado, mas a situação pode melhorar em junho. "Maio não está muito bem, está abaixo da média e espero que os meteorologistas estejam certos, porque dizem que em junho melhora", disse.

Em pleno período seco, os reservatórios das hidrelétricas continuam abaixo da média de 2011. A tendência, segundo Chipp, é que as usinas térmicas, que aumentam o custo das tarifas elétricas, continuem operando para dar segurança ao sistema.

No domingo, os reservatórios do subsistema Sudeste/Centro-Oeste estavam 62,2% cheios, os do Sul, 54,3%; e os do Norte, 95,9%. O Nordeste tem a situação mais preocupante, com os reservatórios 49,1% cheios.

Expansão

Sobre a expansão do setor elétrico, Maurício Tolmasquim destacou que um dos principais desafios é o diálogo com a área ambiental. "A questão de como viabilizar a expansão do ponto de vista ambiental exige tratar com áreas fora do setor, que são cada vez mais complexas", afirmou.

O diretor da EPE disse ainda que são necessários "mecanismos mais fáceis de diálogo" entre o setor elétrico e o segmento ambiental, e que os entraves para expansão estão cada vez mais visíveis. "A solução não é simples. Depende de diálogo, depende de convencimento", disse.

 

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1270194

[conteudo] =>

Novos desligamentos de usinas termelétricas não devem ocorrer em junho, afirmou, ontem, o presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), Maurício Tolmasquim. Para ele, é prudente manter as plantas ligadas.

No início de maio, o governo autorizou o desligamento de quatro térmicas, diante da melhora da situação dos reservatórios das hidrelétricas. Na ocasião, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, não descartou a possibilidade de outras térmicas mais caras serem desligadas em junho.

"Hoje, eu não vejo (o governo) desligando. Acho que a gente tem que manter as térmicas ligadas mais um tempo por questão de prudência", reforçou Maurício Tolmasquim.

A manutenção da geração termelétrica atual será avaliada na próxima reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, no início do mês que vem.

Praticamente toda a capacidade de geração termelétrica do País foi acionada em outubro passado e ficou ligada durante todo o período úmido, já que o nível nos reservatórios das hidrelétricas era o pior da década.

Chuvas

Conforme o presidente do ONS (Operador Nacional do Sistema), Hermes Chipp, as chuvas em maio estão abaixo do esperado, mas a situação pode melhorar em junho. "Maio não está muito bem, está abaixo da média e espero que os meteorologistas estejam certos, porque dizem que em junho melhora", disse.

Em pleno período seco, os reservatórios das hidrelétricas continuam abaixo da média de 2011. A tendência, segundo Chipp, é que as usinas térmicas, que aumentam o custo das tarifas elétricas, continuem operando para dar segurança ao sistema.

No domingo, os reservatórios do subsistema Sudeste/Centro-Oeste estavam 62,2% cheios, os do Sul, 54,3%; e os do Norte, 95,9%. O Nordeste tem a situação mais preocupante, com os reservatórios 49,1% cheios.

Expansão

Sobre a expansão do setor elétrico, Maurício Tolmasquim destacou que um dos principais desafios é o diálogo com a área ambiental. "A questão de como viabilizar a expansão do ponto de vista ambiental exige tratar com áreas fora do setor, que são cada vez mais complexas", afirmou.

O diretor da EPE disse ainda que são necessários "mecanismos mais fáceis de diálogo" entre o setor elétrico e o segmento ambiental, e que os entraves para expansão estão cada vez mais visíveis. "A solução não é simples. Depende de diálogo, depende de convencimento", disse.

 

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1270194

[8] => usinas, termeletrica, carvao [palavra_chave] => usinas, termeletrica, carvao [9] => S [publica] => S [10] => 0 [i_usuario] => 0 [11] => 2013-06-03 15:07:12 [dt_sistema] => 2013-06-03 15:07:12 [12] => [foto] => [13] => [capa] => )

EPE: térmicas vão continuar ligadas

03/06/2013

Diário do Nordeste

Novos desligamentos de usinas termelétricas não devem ocorrer em junho, afirmou, ontem, o presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), Maurício Tolmasquim. Para ele, é prudente manter as plantas ligadas.

No início de maio, o governo autorizou o desligamento de quatro térmicas, diante da melhora da situação dos reservatórios das hidrelétricas. Na ocasião, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, não descartou a possibilidade de outras térmicas mais caras serem desligadas em junho.

"Hoje, eu não vejo (o governo) desligando. Acho que a gente tem que manter as térmicas ligadas mais um tempo por questão de prudência", reforçou Maurício Tolmasquim.

A manutenção da geração termelétrica atual será avaliada na próxima reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, no início do mês que vem.

Praticamente toda a capacidade de geração termelétrica do País foi acionada em outubro passado e ficou ligada durante todo o período úmido, já que o nível nos reservatórios das hidrelétricas era o pior da década.

Chuvas

Conforme o presidente do ONS (Operador Nacional do Sistema), Hermes Chipp, as chuvas em maio estão abaixo do esperado, mas a situação pode melhorar em junho. "Maio não está muito bem, está abaixo da média e espero que os meteorologistas estejam certos, porque dizem que em junho melhora", disse.

Em pleno período seco, os reservatórios das hidrelétricas continuam abaixo da média de 2011. A tendência, segundo Chipp, é que as usinas térmicas, que aumentam o custo das tarifas elétricas, continuem operando para dar segurança ao sistema.

No domingo, os reservatórios do subsistema Sudeste/Centro-Oeste estavam 62,2% cheios, os do Sul, 54,3%; e os do Norte, 95,9%. O Nordeste tem a situação mais preocupante, com os reservatórios 49,1% cheios.

Expansão

Sobre a expansão do setor elétrico, Maurício Tolmasquim destacou que um dos principais desafios é o diálogo com a área ambiental. "A questão de como viabilizar a expansão do ponto de vista ambiental exige tratar com áreas fora do setor, que são cada vez mais complexas", afirmou.

O diretor da EPE disse ainda que são necessários "mecanismos mais fáceis de diálogo" entre o setor elétrico e o segmento ambiental, e que os entraves para expansão estão cada vez mais visíveis. "A solução não é simples. Depende de diálogo, depende de convencimento", disse.

 

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1270194

Rua Pascoal Meller, 73 - Bairro Universitário - CEP 88.805-380 - CP 362 - Criciúma - Santa Catarina
Tel. (48) 3431.8350/Fax: (48) 3431.8351