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Após anos sem concorrer em um leilão de energia (mecanismos que viabilizam a construção de novas usinas no País), os empreendedores do setor do carvão estão ansiosos para participar do certame marcado para o dia 29 de agosto. Entretanto, os agentes envolvidos com o assunto estão preocupados em garantir condições de igualdade com as outras fontes de energia para disputar o evento.

Com esse objetivo, empresários e políticos gaúchos e catarinenses (Rio Grande do Sul e Santa Catarina concentram a maior parte de reservas do mineral no Brasil) reuniram-se na quinta-feira, no Rio de Janeiro, com o presidente do Bndes, Luciano Coutinho. O coordenador  da Frente Parlamentar do Carvão Mineral, deputado federal Afonso Hamm (PP/RS), foi um dos participantes que saiu otimista do encontro. Entre as reivindicações, o parlamentar cita a fixação do prazo de financiamento entre 20 a 25 anos e a possibilidade de que o Bndes realize um empréstimo de até 70% do valor do empreendimento. Hamm enfatiza que reduzir o custo de projetos de energia também significa, na ponta da cadeia, que o consumidor pagará menos na conta de luz. 

O presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, que também ficou satisfeito com a reunião, recorda que o spread cobrado para os projetos a carvão é de 1,8% e para os de gás natural é de 0,9%. Sobre o leilão de agosto, o dirigente comenta que o tema ainda é “nebuloso” quanto a algumas questões, como, por exemplo, qual será o volume que será leiloado e qual será o preço-teto determinado para a energia. 

Zancan diz que a expectativa é da comercialização de um grande volume, mais de 2 mil MW médios. A preocupação do dirigente provém dos valores. “Fala-se que a energia hídrica será o balizador, se for assim, considerando-se apenas o fator preço e não a segurança energética, o carvão terá muitas dificuldades”, adianta. O presidente da ABCM espera que em até 20 dias o governo federal esclareça melhor as regras do certame. 

Um fato salientado por Hamm é que o carvão trata-se de uma energia firme (que não oscila com as condições climáticas, como a hídrica e a eólica). Além disso, o deputado afirma que, atualmente, a tecnologia permite reduzir os impactos ambientais desse tipo de geração de energia.

O deputado federal Ronaldo Zulke (PT/RS) acrescenta que o presidente do Bndes determinou a constituição de um grupo técnico do banco com a participação do setor e dos estados diretamente envolvidos para tratar de uma política mais permanente para toda a cadeia produtiva. “Isto é fundamental para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul”, conclui Zulke.

 

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=124837

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Após anos sem concorrer em um leilão de energia (mecanismos que viabilizam a construção de novas usinas no País), os empreendedores do setor do carvão estão ansiosos para participar do certame marcado para o dia 29 de agosto. Entretanto, os agentes envolvidos com o assunto estão preocupados em garantir condições de igualdade com as outras fontes de energia para disputar o evento.

Com esse objetivo, empresários e políticos gaúchos e catarinenses (Rio Grande do Sul e Santa Catarina concentram a maior parte de reservas do mineral no Brasil) reuniram-se na quinta-feira, no Rio de Janeiro, com o presidente do Bndes, Luciano Coutinho. O coordenador  da Frente Parlamentar do Carvão Mineral, deputado federal Afonso Hamm (PP/RS), foi um dos participantes que saiu otimista do encontro. Entre as reivindicações, o parlamentar cita a fixação do prazo de financiamento entre 20 a 25 anos e a possibilidade de que o Bndes realize um empréstimo de até 70% do valor do empreendimento. Hamm enfatiza que reduzir o custo de projetos de energia também significa, na ponta da cadeia, que o consumidor pagará menos na conta de luz. 

O presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, que também ficou satisfeito com a reunião, recorda que o spread cobrado para os projetos a carvão é de 1,8% e para os de gás natural é de 0,9%. Sobre o leilão de agosto, o dirigente comenta que o tema ainda é “nebuloso” quanto a algumas questões, como, por exemplo, qual será o volume que será leiloado e qual será o preço-teto determinado para a energia. 

Zancan diz que a expectativa é da comercialização de um grande volume, mais de 2 mil MW médios. A preocupação do dirigente provém dos valores. “Fala-se que a energia hídrica será o balizador, se for assim, considerando-se apenas o fator preço e não a segurança energética, o carvão terá muitas dificuldades”, adianta. O presidente da ABCM espera que em até 20 dias o governo federal esclareça melhor as regras do certame. 

Um fato salientado por Hamm é que o carvão trata-se de uma energia firme (que não oscila com as condições climáticas, como a hídrica e a eólica). Além disso, o deputado afirma que, atualmente, a tecnologia permite reduzir os impactos ambientais desse tipo de geração de energia.

O deputado federal Ronaldo Zulke (PT/RS) acrescenta que o presidente do Bndes determinou a constituição de um grupo técnico do banco com a participação do setor e dos estados diretamente envolvidos para tratar de uma política mais permanente para toda a cadeia produtiva. “Isto é fundamental para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul”, conclui Zulke.

 

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Carvão busca isonomia com outras fontes

03/06/2013

Jefferson Klein

Após anos sem concorrer em um leilão de energia (mecanismos que viabilizam a construção de novas usinas no País), os empreendedores do setor do carvão estão ansiosos para participar do certame marcado para o dia 29 de agosto. Entretanto, os agentes envolvidos com o assunto estão preocupados em garantir condições de igualdade com as outras fontes de energia para disputar o evento.

Com esse objetivo, empresários e políticos gaúchos e catarinenses (Rio Grande do Sul e Santa Catarina concentram a maior parte de reservas do mineral no Brasil) reuniram-se na quinta-feira, no Rio de Janeiro, com o presidente do Bndes, Luciano Coutinho. O coordenador  da Frente Parlamentar do Carvão Mineral, deputado federal Afonso Hamm (PP/RS), foi um dos participantes que saiu otimista do encontro. Entre as reivindicações, o parlamentar cita a fixação do prazo de financiamento entre 20 a 25 anos e a possibilidade de que o Bndes realize um empréstimo de até 70% do valor do empreendimento. Hamm enfatiza que reduzir o custo de projetos de energia também significa, na ponta da cadeia, que o consumidor pagará menos na conta de luz. 

O presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, que também ficou satisfeito com a reunião, recorda que o spread cobrado para os projetos a carvão é de 1,8% e para os de gás natural é de 0,9%. Sobre o leilão de agosto, o dirigente comenta que o tema ainda é “nebuloso” quanto a algumas questões, como, por exemplo, qual será o volume que será leiloado e qual será o preço-teto determinado para a energia. 

Zancan diz que a expectativa é da comercialização de um grande volume, mais de 2 mil MW médios. A preocupação do dirigente provém dos valores. “Fala-se que a energia hídrica será o balizador, se for assim, considerando-se apenas o fator preço e não a segurança energética, o carvão terá muitas dificuldades”, adianta. O presidente da ABCM espera que em até 20 dias o governo federal esclareça melhor as regras do certame. 

Um fato salientado por Hamm é que o carvão trata-se de uma energia firme (que não oscila com as condições climáticas, como a hídrica e a eólica). Além disso, o deputado afirma que, atualmente, a tecnologia permite reduzir os impactos ambientais desse tipo de geração de energia.

O deputado federal Ronaldo Zulke (PT/RS) acrescenta que o presidente do Bndes determinou a constituição de um grupo técnico do banco com a participação do setor e dos estados diretamente envolvidos para tratar de uma política mais permanente para toda a cadeia produtiva. “Isto é fundamental para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul”, conclui Zulke.

 

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=124837

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