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Um panorama geral do carvão mineral no mundo foi apresentado na abertura do evento que reúne os principais pesquisadores brasileiros e do exterior. O VI Congresso Brasileiro de Carvão Mineral (CBCM), realizado de maneira online, já reforça que a tecnologia e os novos usos do minério representam o diferencial.

 

A presidente da Associação Mundial de Carvão (Associação Mundial do Carvão), Michelle Manook, Participou da Cerimônia de abertura. “Nós trabalhamos para atuar em conjunto. Não podemos pensar o carvão mineral separado da economia e do meio ambiente. Nós queremos estar claras com esses dois aspectos, mostrando que é possível diversificar ”, ressaltou.

 

Conforme a presidente da WCA, a Conferência do Clima (COP-26), realizada pelas Nações Unidas no início de novembro na Escócia, trouxe alguns aspectos que precisam ser observados. “A base da energia está no carvão e nós acreditamos que isso realmente seja positivo. Principalmente porque já estamos oferecendo oportunidades para a inclusão da captura de CO 2 , que é uma emergência ”, pondere Michelle.

 

Na abertura, também estiveram presentes o secretário nacional de Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Paulo César Rezende de Carvalho Alvim, e o secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia (MME) , Pedro Paulo Dias Mesquita.

 

“Esse momento importante porque temos a oportunidade de reunir lideranças políticas, empresariais, pesquisa de todo o mundo que estão comprometidos com o segmento. Discussões fundamentais sobre o futuro do carvão mineral, que passa pela captura de CO 2 , estão sendo realizados ”, afirmou o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral, Fernando Luiz Zancan.

 

O Congresso, que teve início nesta segunda-feira (29), teve a abertura oficial na manhã desta terça-feira (30). O evento segue até a próxima sexta-feira (3), com novas palestras, debates, apresentações de trabalhos e participação.

 

Debates seguem

 

Os participantes acompanam ainda nesta terça-feira, mais duas palestras. A primeira foi com o vice-presidente para assuntos internacionais do Conselho Nacional de Pesquisa da Espanha (CSIC), Angeles C. Borrego. Ela apresentou como “Aplicações emergentes de carbono e perspectivas de inovação”.

 

Segundo a pesquisadora, hoje os estudos para utilização do carbono avançaram em vários aspectos, não apenas no campo industrial, mas também na própria medicina. O grafeno, que é o carbono em forma cristalina, é um exemplos. “Ele tem alta condutividade térmica e elétrica, tem resistência e flexibilidade. Seu uso pode ser feito na biomedicina ”, afirmou Angeles.

 

Uma mesa redonda também trouxe dados sobre “Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação no setor de carvão mineral” com Paulo César Rezende de Carvalho Alvim (MCTI), Márcio Zanuz (ABCM) e Renato Rodrigues de Almeida (Grupo DURAG).

 

O VI CBCM conta com a organização da PUC / RS, Unisinos, UniSatc, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Unipampa, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul e Instituto Federal de Santa Catarina, além da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM) e Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações.

 

 

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Um panorama geral do carvão mineral no mundo foi apresentado na abertura do evento que reúne os principais pesquisadores brasileiros e do exterior. O VI Congresso Brasileiro de Carvão Mineral (CBCM), realizado de maneira online, já reforça que a tecnologia e os novos usos do minério representam o diferencial.

 

A presidente da Associação Mundial de Carvão (Associação Mundial do Carvão), Michelle Manook, Participou da Cerimônia de abertura. “Nós trabalhamos para atuar em conjunto. Não podemos pensar o carvão mineral separado da economia e do meio ambiente. Nós queremos estar claras com esses dois aspectos, mostrando que é possível diversificar ”, ressaltou.

 

Conforme a presidente da WCA, a Conferência do Clima (COP-26), realizada pelas Nações Unidas no início de novembro na Escócia, trouxe alguns aspectos que precisam ser observados. “A base da energia está no carvão e nós acreditamos que isso realmente seja positivo. Principalmente porque já estamos oferecendo oportunidades para a inclusão da captura de CO 2 , que é uma emergência ”, pondere Michelle.

 

Na abertura, também estiveram presentes o secretário nacional de Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Paulo César Rezende de Carvalho Alvim, e o secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia (MME) , Pedro Paulo Dias Mesquita.

 

“Esse momento importante porque temos a oportunidade de reunir lideranças políticas, empresariais, pesquisa de todo o mundo que estão comprometidos com o segmento. Discussões fundamentais sobre o futuro do carvão mineral, que passa pela captura de CO 2 , estão sendo realizados ”, afirmou o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral, Fernando Luiz Zancan.

 

O Congresso, que teve início nesta segunda-feira (29), teve a abertura oficial na manhã desta terça-feira (30). O evento segue até a próxima sexta-feira (3), com novas palestras, debates, apresentações de trabalhos e participação.

 

Debates seguem

 

Os participantes acompanam ainda nesta terça-feira, mais duas palestras. A primeira foi com o vice-presidente para assuntos internacionais do Conselho Nacional de Pesquisa da Espanha (CSIC), Angeles C. Borrego. Ela apresentou como “Aplicações emergentes de carbono e perspectivas de inovação”.

 

Segundo a pesquisadora, hoje os estudos para utilização do carbono avançaram em vários aspectos, não apenas no campo industrial, mas também na própria medicina. O grafeno, que é o carbono em forma cristalina, é um exemplos. “Ele tem alta condutividade térmica e elétrica, tem resistência e flexibilidade. Seu uso pode ser feito na biomedicina ”, afirmou Angeles.

 

Uma mesa redonda também trouxe dados sobre “Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação no setor de carvão mineral” com Paulo César Rezende de Carvalho Alvim (MCTI), Márcio Zanuz (ABCM) e Renato Rodrigues de Almeida (Grupo DURAG).

 

O VI CBCM conta com a organização da PUC / RS, Unisinos, UniSatc, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Unipampa, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul e Instituto Federal de Santa Catarina, além da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM) e Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações.

 

 

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Importância do carvão no cenário mundial e novas tecnologias norteiam segundo dia do VI CBCM

30/11/2021

Marli Vitali - Assessoria de Imprensa Satc/ABCM

Um panorama geral do carvão mineral no mundo foi apresentado na abertura do evento que reúne os principais pesquisadores brasileiros e do exterior. O VI Congresso Brasileiro de Carvão Mineral (CBCM), realizado de maneira online, já reforça que a tecnologia e os novos usos do minério representam o diferencial.

 

A presidente da Associação Mundial de Carvão (Associação Mundial do Carvão), Michelle Manook, Participou da Cerimônia de abertura. “Nós trabalhamos para atuar em conjunto. Não podemos pensar o carvão mineral separado da economia e do meio ambiente. Nós queremos estar claras com esses dois aspectos, mostrando que é possível diversificar ”, ressaltou.

 

Conforme a presidente da WCA, a Conferência do Clima (COP-26), realizada pelas Nações Unidas no início de novembro na Escócia, trouxe alguns aspectos que precisam ser observados. “A base da energia está no carvão e nós acreditamos que isso realmente seja positivo. Principalmente porque já estamos oferecendo oportunidades para a inclusão da captura de CO 2 , que é uma emergência ”, pondere Michelle.

 

Na abertura, também estiveram presentes o secretário nacional de Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Paulo César Rezende de Carvalho Alvim, e o secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia (MME) , Pedro Paulo Dias Mesquita.

 

“Esse momento importante porque temos a oportunidade de reunir lideranças políticas, empresariais, pesquisa de todo o mundo que estão comprometidos com o segmento. Discussões fundamentais sobre o futuro do carvão mineral, que passa pela captura de CO 2 , estão sendo realizados ”, afirmou o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral, Fernando Luiz Zancan.

 

O Congresso, que teve início nesta segunda-feira (29), teve a abertura oficial na manhã desta terça-feira (30). O evento segue até a próxima sexta-feira (3), com novas palestras, debates, apresentações de trabalhos e participação.

 

Debates seguem

 

Os participantes acompanam ainda nesta terça-feira, mais duas palestras. A primeira foi com o vice-presidente para assuntos internacionais do Conselho Nacional de Pesquisa da Espanha (CSIC), Angeles C. Borrego. Ela apresentou como “Aplicações emergentes de carbono e perspectivas de inovação”.

 

Segundo a pesquisadora, hoje os estudos para utilização do carbono avançaram em vários aspectos, não apenas no campo industrial, mas também na própria medicina. O grafeno, que é o carbono em forma cristalina, é um exemplos. “Ele tem alta condutividade térmica e elétrica, tem resistência e flexibilidade. Seu uso pode ser feito na biomedicina ”, afirmou Angeles.

 

Uma mesa redonda também trouxe dados sobre “Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação no setor de carvão mineral” com Paulo César Rezende de Carvalho Alvim (MCTI), Márcio Zanuz (ABCM) e Renato Rodrigues de Almeida (Grupo DURAG).

 

O VI CBCM conta com a organização da PUC / RS, Unisinos, UniSatc, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Unipampa, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul e Instituto Federal de Santa Catarina, além da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM) e Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações.

 

 

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