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O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou nesta sexta (30), para consulta pública, a diretrizes de um leilão A-4, que pretende realizar em 31 de março de 2020. Poderão participar usinas a carvão ou a gás natural, novas ou existentes, com previsão de operação até 31 de dezembro de 2023.

O objetivo é substituir contratos de usinas antigas e ineficientes, abastecidas a óleo diesel, com contratos vencendo em 2023. Informações publicadas no DOU.

“Esse leilão tem como objetivo recompor os contratos das distribuidoras provenientes dos leilões de energia nova realizados em 2005, 2006 e 2007, bem como contratos remanescentes do programa prioritário de termeletricidade (PPT)”, explicou o MME, em comunicado.

São contratos com alto custo de operação – custos variáveis unitários (CVUs). O governo espera que conseguir substituir essa energia mais cara, por novos contratos de menor custo.

“A iniciativa inédita prevê a substituição das usinas termelétricas a diesel por maior participação das usinas a gás natural na geração de energia elétrica, que são consideradas mais baratas e menos poluentes”, afirmou o MME.

Pelas regras publicadas nesta sexta (30), também poderão ser inscritas no leilão usinas termoelétricas a carvão, que vão disputar com as abastecidas por gás natural os contratos de 15 anos.

A-6

Nesta sexta, também foi aprovada a sistemática do leilão de energia nova A-6, que passou para 18 de outubro. Saiu no DOU. O mercado de gás está de olho nesse leilão, que cadastrou quantidade recorde de projetos e pode ter participação da Petrobras.

 

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O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou nesta sexta (30), para consulta pública, a diretrizes de um leilão A-4, que pretende realizar em 31 de março de 2020. Poderão participar usinas a carvão ou a gás natural, novas ou existentes, com previsão de operação até 31 de dezembro de 2023.

O objetivo é substituir contratos de usinas antigas e ineficientes, abastecidas a óleo diesel, com contratos vencendo em 2023. Informações publicadas no DOU.

“Esse leilão tem como objetivo recompor os contratos das distribuidoras provenientes dos leilões de energia nova realizados em 2005, 2006 e 2007, bem como contratos remanescentes do programa prioritário de termeletricidade (PPT)”, explicou o MME, em comunicado.

São contratos com alto custo de operação – custos variáveis unitários (CVUs). O governo espera que conseguir substituir essa energia mais cara, por novos contratos de menor custo.

“A iniciativa inédita prevê a substituição das usinas termelétricas a diesel por maior participação das usinas a gás natural na geração de energia elétrica, que são consideradas mais baratas e menos poluentes”, afirmou o MME.

Pelas regras publicadas nesta sexta (30), também poderão ser inscritas no leilão usinas termoelétricas a carvão, que vão disputar com as abastecidas por gás natural os contratos de 15 anos.

A-6

Nesta sexta, também foi aprovada a sistemática do leilão de energia nova A-6, que passou para 18 de outubro. Saiu no DOU. O mercado de gás está de olho nesse leilão, que cadastrou quantidade recorde de projetos e pode ter participação da Petrobras.

 

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Governo lança leilão para substituir térmicas a óleo por gás natural e carvão

30/09/2019

por Gustavo Gaudarde

O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou nesta sexta (30), para consulta pública, a diretrizes de um leilão A-4, que pretende realizar em 31 de março de 2020. Poderão participar usinas a carvão ou a gás natural, novas ou existentes, com previsão de operação até 31 de dezembro de 2023.

O objetivo é substituir contratos de usinas antigas e ineficientes, abastecidas a óleo diesel, com contratos vencendo em 2023. Informações publicadas no DOU.

“Esse leilão tem como objetivo recompor os contratos das distribuidoras provenientes dos leilões de energia nova realizados em 2005, 2006 e 2007, bem como contratos remanescentes do programa prioritário de termeletricidade (PPT)”, explicou o MME, em comunicado.

São contratos com alto custo de operação – custos variáveis unitários (CVUs). O governo espera que conseguir substituir essa energia mais cara, por novos contratos de menor custo.

“A iniciativa inédita prevê a substituição das usinas termelétricas a diesel por maior participação das usinas a gás natural na geração de energia elétrica, que são consideradas mais baratas e menos poluentes”, afirmou o MME.

Pelas regras publicadas nesta sexta (30), também poderão ser inscritas no leilão usinas termoelétricas a carvão, que vão disputar com as abastecidas por gás natural os contratos de 15 anos.

A-6

Nesta sexta, também foi aprovada a sistemática do leilão de energia nova A-6, que passou para 18 de outubro. Saiu no DOU. O mercado de gás está de olho nesse leilão, que cadastrou quantidade recorde de projetos e pode ter participação da Petrobras.

 

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