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A necessidade de aumentar o ritmo da modernização do setor elétrico mais uma vez entrou na pauta na edição deste ano do Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico. Mario Menel, presidente do Fórum das Associações do Setor Elétrico, reiterou o pedido de empenho na aprovação de projetos de lei sobre o setor no Congresso Nacional. No último painel do evento, que debateu o planejamento e a evolução da matriz, o presidente da Associação Brasileira de Armazenamento e Qualidade de Energia, Carlos Brandão, lembrou que hoje há atrasos e que empresas brasileiras estão fazendo contratos internacionais para produção de baterias. “A grande preocupação é que hoje há atraso na solução de propostas”, explica.

Ainda segundo ele, também há atraso na questão da separação entre o lastro e a energia, que foi tema de uma apresentação do diretor da Empresa de Pesquisa Energética, Erik Rego. Na última semana, houve um workshop com a proposta para a mudança no modelo de contratação de energia elétrica no Brasil. Para o presidente da Abaque, o leilão do sistema isolado de Roraima foi uma oportunidade perdida para a adoção de tecnologia de armazenamento e pede urgência na penetração de novas tecnologias “O timing é ontem, é necessário termos uma aceleração”, avisa. Brandão pediu um mercado nacional de US$ 500 milhões das novas tecnologias em três anos e frisa que todas elas devem ter isonomia na hora da expansão.

Já Fernando Zancan, presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral, avaliou ser importante saber o que o investidor quer e que é necessária clareza na política pública. Segundo ele, no fim da década passada, quando a fonte iria emplacar dois projetos em leilão, o certame foi cancelado e ela ficou anos impedida de participar. “Houve uma interferência de política pública que travou a expansão”, explica. Zancan conta que após a fonte ter voltado a participar de certames, a UTE Pampa Sul foi viabilizada e tem alta eficiência.

Ele define como inevitável a entrada das renováveis, mas vê a necessidade das fontes firmes, como o  carvão. Para Zancan, a abundância de fontes acaba sendo uma espécie de problema. Segundo ele, se houvesse apenas uma, seria mais fácil para o planejador. “O desafio do planejador é incorporar todas as fontes com sabedoria”, aponta. Para Charles Lenzi, presidente da Associação Brasileira de Geradoras de Energia Limpa, não há mais muito tempo para a discussão , mas é preciso coragem para fazer as mudanças necessárias. Segundo ele, é  fundamental a análise dos atributos de cada fonte.

Por outro lado, Newton Duarte, presidente da Cogen, vê justamente essa diversidade de fontes com otimismo, já que isso traz mais opções. Ele citou ainda a interconexão do sistema como outra vantagem. “Temos que fazer uso do que temos de melhor de forma que possamos atender bem o consumidor brasileiro com mais opções”, conclui. Duarte também pede mais descentralização, já que o consumidor pegou gosto pela Geração Distribuída, mas sem atrapalhá-lo, o que pode levá-lo a ficar off grid.

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A necessidade de aumentar o ritmo da modernização do setor elétrico mais uma vez entrou na pauta na edição deste ano do Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico. Mario Menel, presidente do Fórum das Associações do Setor Elétrico, reiterou o pedido de empenho na aprovação de projetos de lei sobre o setor no Congresso Nacional. No último painel do evento, que debateu o planejamento e a evolução da matriz, o presidente da Associação Brasileira de Armazenamento e Qualidade de Energia, Carlos Brandão, lembrou que hoje há atrasos e que empresas brasileiras estão fazendo contratos internacionais para produção de baterias. “A grande preocupação é que hoje há atraso na solução de propostas”, explica.

Ainda segundo ele, também há atraso na questão da separação entre o lastro e a energia, que foi tema de uma apresentação do diretor da Empresa de Pesquisa Energética, Erik Rego. Na última semana, houve um workshop com a proposta para a mudança no modelo de contratação de energia elétrica no Brasil. Para o presidente da Abaque, o leilão do sistema isolado de Roraima foi uma oportunidade perdida para a adoção de tecnologia de armazenamento e pede urgência na penetração de novas tecnologias “O timing é ontem, é necessário termos uma aceleração”, avisa. Brandão pediu um mercado nacional de US$ 500 milhões das novas tecnologias em três anos e frisa que todas elas devem ter isonomia na hora da expansão.

Já Fernando Zancan, presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral, avaliou ser importante saber o que o investidor quer e que é necessária clareza na política pública. Segundo ele, no fim da década passada, quando a fonte iria emplacar dois projetos em leilão, o certame foi cancelado e ela ficou anos impedida de participar. “Houve uma interferência de política pública que travou a expansão”, explica. Zancan conta que após a fonte ter voltado a participar de certames, a UTE Pampa Sul foi viabilizada e tem alta eficiência.

Ele define como inevitável a entrada das renováveis, mas vê a necessidade das fontes firmes, como o  carvão. Para Zancan, a abundância de fontes acaba sendo uma espécie de problema. Segundo ele, se houvesse apenas uma, seria mais fácil para o planejador. “O desafio do planejador é incorporar todas as fontes com sabedoria”, aponta. Para Charles Lenzi, presidente da Associação Brasileira de Geradoras de Energia Limpa, não há mais muito tempo para a discussão , mas é preciso coragem para fazer as mudanças necessárias. Segundo ele, é  fundamental a análise dos atributos de cada fonte.

Por outro lado, Newton Duarte, presidente da Cogen, vê justamente essa diversidade de fontes com otimismo, já que isso traz mais opções. Ele citou ainda a interconexão do sistema como outra vantagem. “Temos que fazer uso do que temos de melhor de forma que possamos atender bem o consumidor brasileiro com mais opções”, conclui. Duarte também pede mais descentralização, já que o consumidor pegou gosto pela Geração Distribuída, mas sem atrapalhá-lo, o que pode levá-lo a ficar off grid.

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Modernização do setor deve ser mais rápida, dizem agentes

30/09/2019

PEDRO AURÉLIO TEIXEIRA, DA AGÊNCIA CANALENERGIA

A necessidade de aumentar o ritmo da modernização do setor elétrico mais uma vez entrou na pauta na edição deste ano do Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico. Mario Menel, presidente do Fórum das Associações do Setor Elétrico, reiterou o pedido de empenho na aprovação de projetos de lei sobre o setor no Congresso Nacional. No último painel do evento, que debateu o planejamento e a evolução da matriz, o presidente da Associação Brasileira de Armazenamento e Qualidade de Energia, Carlos Brandão, lembrou que hoje há atrasos e que empresas brasileiras estão fazendo contratos internacionais para produção de baterias. “A grande preocupação é que hoje há atraso na solução de propostas”, explica.

Ainda segundo ele, também há atraso na questão da separação entre o lastro e a energia, que foi tema de uma apresentação do diretor da Empresa de Pesquisa Energética, Erik Rego. Na última semana, houve um workshop com a proposta para a mudança no modelo de contratação de energia elétrica no Brasil. Para o presidente da Abaque, o leilão do sistema isolado de Roraima foi uma oportunidade perdida para a adoção de tecnologia de armazenamento e pede urgência na penetração de novas tecnologias “O timing é ontem, é necessário termos uma aceleração”, avisa. Brandão pediu um mercado nacional de US$ 500 milhões das novas tecnologias em três anos e frisa que todas elas devem ter isonomia na hora da expansão.

Já Fernando Zancan, presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral, avaliou ser importante saber o que o investidor quer e que é necessária clareza na política pública. Segundo ele, no fim da década passada, quando a fonte iria emplacar dois projetos em leilão, o certame foi cancelado e ela ficou anos impedida de participar. “Houve uma interferência de política pública que travou a expansão”, explica. Zancan conta que após a fonte ter voltado a participar de certames, a UTE Pampa Sul foi viabilizada e tem alta eficiência.

Ele define como inevitável a entrada das renováveis, mas vê a necessidade das fontes firmes, como o  carvão. Para Zancan, a abundância de fontes acaba sendo uma espécie de problema. Segundo ele, se houvesse apenas uma, seria mais fácil para o planejador. “O desafio do planejador é incorporar todas as fontes com sabedoria”, aponta. Para Charles Lenzi, presidente da Associação Brasileira de Geradoras de Energia Limpa, não há mais muito tempo para a discussão , mas é preciso coragem para fazer as mudanças necessárias. Segundo ele, é  fundamental a análise dos atributos de cada fonte.

Por outro lado, Newton Duarte, presidente da Cogen, vê justamente essa diversidade de fontes com otimismo, já que isso traz mais opções. Ele citou ainda a interconexão do sistema como outra vantagem. “Temos que fazer uso do que temos de melhor de forma que possamos atender bem o consumidor brasileiro com mais opções”, conclui. Duarte também pede mais descentralização, já que o consumidor pegou gosto pela Geração Distribuída, mas sem atrapalhá-lo, o que pode levá-lo a ficar off grid.

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