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Todos devemos trabalhar para a construção de uma sociedade sem a chaga da miséria, onde cada um que disponibilize sua capacidade e respeite a lei possa dispor dos bens essenciais a uma vida digna. Para que isso aconteça, só há um caminho: a proliferação de empresas, de um só ou de milhares de trabalhadores, que gerem emprego, que cumpram a lei, que paguem os impostos essenciais ao Estado e que produzam os bens indispensáveis à dignidade humana. Só empresas privadas podem produzir, de forma sustentável, casas para abrigar as pessoas, roupas para elas se agasalharem, alimento para matarem a fome, água potável e esgoto canalizado para preservarem a saúde, escola para os filhos desenvolverem suas potencialidades e hospital para os enfermos se tratarem. 
A Sociedade de Engenharia do RS, cumprindo seu mantra de pôr a engenharia a serviço do bem comum, promoveu um seminário para trazer ao centro dos debates o carvão mineral, uma riqueza ímpar do RS, como se fora o seu pré-sal, cuja exploração tem um enorme potencial de viabilizar empresas para alavancar o desenvolvimento e, com ele, extinguir a pobreza absoluta. Bem analisado, portanto, o objetivo derradeiro daquele seminário foi ajudar a combater a miséria, ao contribuir para o surgimento de inúmeras empresas impulsionadoras do desenvolvimento que materializa a erradicação da pobreza. 
Havia também uma segunda missão, essencial naquele fórum de debate: prevenir e impedir que as atividades ligadas ao aproveitamento dessa potencial riqueza conduzam a qualquer tipo de poluição do meio ambiente que possa comprometer a saudabilidade da vida do homem atual e dos seus descendentes, mesmo sabendo que há várias proteções contra esse perigo, entre os quais: os deveres constitucionais dos engenheiros que assumirão as responsabilidades pelos projetos; o Ministério Público do RS, extremamente zeloso; os órgãos preservacionistas do governo, Sema e Fepam, incumbidos de emissão das licenças que só são dadas quando há total segurança nos projetos, todos órgãos que têm imenso conceito, qualificação técnica e probidade, para proteger contra os riscos de comprometimentos ambientais. 
Por fim, um terceiro objetivo: mostrar a necessidade de que a cuidadosa análise dos projetos e a emissão das devidas licenças, se pertinentes, sejam feitas com a máxima presteza possível, o que é crucial para não deixar na tragédia da miséria, por tempo desnecessário, pessoas que estão passando pela vida sem viver.

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A Sociedade de Engenharia do RS, cumprindo seu mantra de pôr a engenharia a serviço do bem comum, promoveu um seminário para trazer ao centro dos debates o carvão mineral, uma riqueza ímpar do RS, como se fora o seu pré-sal, cuja exploração tem um enorme potencial de viabilizar empresas para alavancar o desenvolvimento e, com ele, extinguir a pobreza absoluta. Bem analisado, portanto, o objetivo derradeiro daquele seminário foi ajudar a combater a miséria, ao contribuir para o surgimento de inúmeras empresas impulsionadoras do desenvolvimento que materializa a erradicação da pobreza. 
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Por fim, um terceiro objetivo: mostrar a necessidade de que a cuidadosa análise dos projetos e a emissão das devidas licenças, se pertinentes, sejam feitas com a máxima presteza possível, o que é crucial para não deixar na tragédia da miséria, por tempo desnecessário, pessoas que estão passando pela vida sem viver.

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O carvão gaúcho e as novas tecnologias

24/05/2019

Por Luis Roberto Ponte, presidente da Sociedade de Engenharia do RS - Zero Hora

Todos devemos trabalhar para a construção de uma sociedade sem a chaga da miséria, onde cada um que disponibilize sua capacidade e respeite a lei possa dispor dos bens essenciais a uma vida digna. Para que isso aconteça, só há um caminho: a proliferação de empresas, de um só ou de milhares de trabalhadores, que gerem emprego, que cumpram a lei, que paguem os impostos essenciais ao Estado e que produzam os bens indispensáveis à dignidade humana. Só empresas privadas podem produzir, de forma sustentável, casas para abrigar as pessoas, roupas para elas se agasalharem, alimento para matarem a fome, água potável e esgoto canalizado para preservarem a saúde, escola para os filhos desenvolverem suas potencialidades e hospital para os enfermos se tratarem. 
A Sociedade de Engenharia do RS, cumprindo seu mantra de pôr a engenharia a serviço do bem comum, promoveu um seminário para trazer ao centro dos debates o carvão mineral, uma riqueza ímpar do RS, como se fora o seu pré-sal, cuja exploração tem um enorme potencial de viabilizar empresas para alavancar o desenvolvimento e, com ele, extinguir a pobreza absoluta. Bem analisado, portanto, o objetivo derradeiro daquele seminário foi ajudar a combater a miséria, ao contribuir para o surgimento de inúmeras empresas impulsionadoras do desenvolvimento que materializa a erradicação da pobreza. 
Havia também uma segunda missão, essencial naquele fórum de debate: prevenir e impedir que as atividades ligadas ao aproveitamento dessa potencial riqueza conduzam a qualquer tipo de poluição do meio ambiente que possa comprometer a saudabilidade da vida do homem atual e dos seus descendentes, mesmo sabendo que há várias proteções contra esse perigo, entre os quais: os deveres constitucionais dos engenheiros que assumirão as responsabilidades pelos projetos; o Ministério Público do RS, extremamente zeloso; os órgãos preservacionistas do governo, Sema e Fepam, incumbidos de emissão das licenças que só são dadas quando há total segurança nos projetos, todos órgãos que têm imenso conceito, qualificação técnica e probidade, para proteger contra os riscos de comprometimentos ambientais. 
Por fim, um terceiro objetivo: mostrar a necessidade de que a cuidadosa análise dos projetos e a emissão das devidas licenças, se pertinentes, sejam feitas com a máxima presteza possível, o que é crucial para não deixar na tragédia da miséria, por tempo desnecessário, pessoas que estão passando pela vida sem viver.

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