Acesso Restrito
Array
(
    [0] => 1
    [i_empresa] => 1
    [1] => 733
    [i_conteudo] => 733
    [2] => 0
    [i_subarea] => 0
    [3] => 2019-05-29
    [dt_conteudo] => 2019-05-29
    [4] => Usinas a carvão farão parte da expansão da matriz energética, diz ministro
    [titulo] => Usinas a carvão farão parte da expansão da matriz energética, diz ministro
    [5] => Correio Braziliense 
    [autor] => Correio Braziliense 
    [6] => 
    [resumo] => 
    [7] => 

A matriz energética do país poderá contar com mais termelétricas a carvão mineral, disse, nesta terça-feira (28), o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. Ele participou do evento de reinstalação da frente parlamentar mista em apoio ao carvão mineral, na Câmara dos Deputados. “Há muita disponibilidade do recurso”, justificou.

O ministro destacou que o objetivo do Ministério de Minas e Energia (MME) é investir R$ 400 bilhões até 2027, sendo R$ 226 bilhões em geração de energia centralizada, R$ 60 bilhões em distribuída e R$ 108 bilhões em sistemas de transmissão. “Nesse panorama, o planejamento do setor elétrico brasileiro leva em conta a diversificação da matriz. Nesse sentido, considera-se a possibilidade de que novas usinas a carvão façam parte da expansão”, disse.

No horizonte decenal, segundo o ministro, considera-se a substituição de usinas existentes por mais modernas, portanto, mais eficientes. “Com menor emissão de gases de efeito estufa e maior controle de poluentes, como tem sido no mundo todo”, explicou. 

Conforme dados do MME, em março deste ano, a participação do carvão mineral na matriz energética do país chegou a 1,9% com 22 empreendimentos e 3,252 mil megawatts de potência instalada. Essa proporção, de acordo com o ministro, deve se manter até 2027.

“A grande disponibilidade desse recurso energético, sobretudo na região Sul, com preços estáveis relativamente baixos e não vinculados ao dólar, torna o carvão uma opção relevante para compor o mix energético nacional”, justificou o ministro. 

Segundo Albuquerque, o relatório final de um grupo de trabalho interministerial foi favorável à modernização do atual parque de geração termelétrica a carvão mineral. O grupo considerou as dezenas de milhares de empregos e as incertezas quanto à outras fontes, como a importação de gás natural, custo de óleo diesel e viabilização de usinas hidrelétricas com reservatórios. “O carvão é uma opção interessante em termos de custo especialmente para a região Sul”, destacou.

O grupo de trabalho, acrescentou o ministro, identificou que a indústria do carvão pode gerar 7,5 mil empregos, além de manter os 52 mil postos atuais de trabalho. “O desenvolvimento da indústria passa pela instalação de um polo baseado na regaseificaçao do carvão para produção de gás e insumos para indústria de fertilizantes. Hoje, existem novos conceitos e tecnologias. Buscaremos enfrentar todos os desafios”, prometeu.

Metas

De acordo com o presidente da frente, deputado Daniel Freitas (PSL-SC), o colegiado vai defender bandeiras propositivas, como metas de modernização dos parques termelétricos brasileiros e tratamento tributário igualitário ao de outras fontes energéticas. “A frente de apoio ao carvão tem sido condenada. Mas o Brasil precisa dobrar seu parque e precisamos estruturar ações para inserir o carvão na matriz”, sustentou.

 

Conforme Freitas, equipamentos de alta tecnologia cessam a emissão de CO2 no processo de produção de energia com queima de carvão. “Se não fosse assim, a Alemanha não teria 40% da energia da sua matriz gerada por carvão mineral, cujas reservas estão disponíveis em 75 países e em abundância no Sul do Brasil”, assinalou. 

A matriz energética do país poderá contar com mais termelétricas a carvão mineral, disse, nesta terça-feira (28), o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. Ele participou do evento de reinstalação da frente parlamentar mista em apoio ao carvão mineral, na Câmara dos Deputados. “Há muita disponibilidade do recurso”, justificou.
PUBLICIDADE

O ministro destacou que o objetivo do Ministério de Minas e Energia (MME) é investir R$ 400 bilhões até 2027, sendo R$ 226 bilhões em geração de energia centralizada, R$ 60 bilhões em distribuída e R$ 108 bilhões em sistemas de transmissão. “Nesse panorama, o planejamento do setor elétrico brasileiro leva em conta a diversificação da matriz. Nesse sentido, considera-se a possibilidade de que novas usinas a carvão façam parte da expansão”, disse.

No horizonte decenal, segundo o ministro, considera-se a substituição de usinas existentes por mais modernas, portanto, mais eficientes. “Com menor emissão de gases de efeito estufa e maior controle de poluentes, como tem sido no mundo todo”, explicou. 

Conforme dados do MME, em março deste ano, a participação do carvão mineral na matriz energética do país chegou a 1,9% com 22 empreendimentos e 3,252 mil megawatts de potência instalada. Essa proporção, de acordo com o ministro, deve se manter até 2027.

“A grande disponibilidade desse recurso energético, sobretudo na região Sul, com preços estáveis relativamente baixos e não vinculados ao dólar, torna o carvão uma opção relevante para compor o mix energético nacional”, justificou o ministro. 

Segundo Albuquerque, o relatório final de um grupo de trabalho interministerial foi favorável à modernização do atual parque de geração termelétrica a carvão mineral. O grupo considerou as dezenas de milhares de empregos e as incertezas quanto à outras fontes, como a importação de gás natural, custo de óleo diesel e viabilização de usinas hidrelétricas com reservatórios. “O carvão é uma opção interessante em termos de custo especialmente para a região Sul”, destacou.

O grupo de trabalho, acrescentou o ministro, identificou que a indústria do carvão pode gerar 7,5 mil empregos, além de manter os 52 mil postos atuais de trabalho. “O desenvolvimento da indústria passa pela instalação de um polo baseado na regaseificaçao do carvão para produção de gás e insumos para indústria de fertilizantes. Hoje, existem novos conceitos e tecnologias. Buscaremos enfrentar todos os desafios”, prometeu.

Metas

De acordo com o presidente da frente, deputado Daniel Freitas (PSL-SC), o colegiado vai defender bandeiras propositivas, como metas de modernização dos parques termelétricos brasileiros e tratamento tributário igualitário ao de outras fontes energéticas. “A frente de apoio ao carvão tem sido condenada. Mas o Brasil precisa dobrar seu parque e precisamos estruturar ações para inserir o carvão na matriz”, sustentou.

Conforme Freitas, equipamentos de alta tecnologia cessam a emissão de CO2 no processo de produção de energia com queima de carvão. “Se não fosse assim, a Alemanha não teria 40% da energia da sua matriz gerada por carvão mineral, cujas reservas estão disponíveis em 75 países e em abundância no Sul do Brasil”, assinalou. 
[conteudo] =>

A matriz energética do país poderá contar com mais termelétricas a carvão mineral, disse, nesta terça-feira (28), o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. Ele participou do evento de reinstalação da frente parlamentar mista em apoio ao carvão mineral, na Câmara dos Deputados. “Há muita disponibilidade do recurso”, justificou.

O ministro destacou que o objetivo do Ministério de Minas e Energia (MME) é investir R$ 400 bilhões até 2027, sendo R$ 226 bilhões em geração de energia centralizada, R$ 60 bilhões em distribuída e R$ 108 bilhões em sistemas de transmissão. “Nesse panorama, o planejamento do setor elétrico brasileiro leva em conta a diversificação da matriz. Nesse sentido, considera-se a possibilidade de que novas usinas a carvão façam parte da expansão”, disse.

No horizonte decenal, segundo o ministro, considera-se a substituição de usinas existentes por mais modernas, portanto, mais eficientes. “Com menor emissão de gases de efeito estufa e maior controle de poluentes, como tem sido no mundo todo”, explicou. 

Conforme dados do MME, em março deste ano, a participação do carvão mineral na matriz energética do país chegou a 1,9% com 22 empreendimentos e 3,252 mil megawatts de potência instalada. Essa proporção, de acordo com o ministro, deve se manter até 2027.

“A grande disponibilidade desse recurso energético, sobretudo na região Sul, com preços estáveis relativamente baixos e não vinculados ao dólar, torna o carvão uma opção relevante para compor o mix energético nacional”, justificou o ministro. 

Segundo Albuquerque, o relatório final de um grupo de trabalho interministerial foi favorável à modernização do atual parque de geração termelétrica a carvão mineral. O grupo considerou as dezenas de milhares de empregos e as incertezas quanto à outras fontes, como a importação de gás natural, custo de óleo diesel e viabilização de usinas hidrelétricas com reservatórios. “O carvão é uma opção interessante em termos de custo especialmente para a região Sul”, destacou.

O grupo de trabalho, acrescentou o ministro, identificou que a indústria do carvão pode gerar 7,5 mil empregos, além de manter os 52 mil postos atuais de trabalho. “O desenvolvimento da indústria passa pela instalação de um polo baseado na regaseificaçao do carvão para produção de gás e insumos para indústria de fertilizantes. Hoje, existem novos conceitos e tecnologias. Buscaremos enfrentar todos os desafios”, prometeu.

Metas

De acordo com o presidente da frente, deputado Daniel Freitas (PSL-SC), o colegiado vai defender bandeiras propositivas, como metas de modernização dos parques termelétricos brasileiros e tratamento tributário igualitário ao de outras fontes energéticas. “A frente de apoio ao carvão tem sido condenada. Mas o Brasil precisa dobrar seu parque e precisamos estruturar ações para inserir o carvão na matriz”, sustentou.

 

Conforme Freitas, equipamentos de alta tecnologia cessam a emissão de CO2 no processo de produção de energia com queima de carvão. “Se não fosse assim, a Alemanha não teria 40% da energia da sua matriz gerada por carvão mineral, cujas reservas estão disponíveis em 75 países e em abundância no Sul do Brasil”, assinalou. 

A matriz energética do país poderá contar com mais termelétricas a carvão mineral, disse, nesta terça-feira (28), o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. Ele participou do evento de reinstalação da frente parlamentar mista em apoio ao carvão mineral, na Câmara dos Deputados. “Há muita disponibilidade do recurso”, justificou.
PUBLICIDADE

O ministro destacou que o objetivo do Ministério de Minas e Energia (MME) é investir R$ 400 bilhões até 2027, sendo R$ 226 bilhões em geração de energia centralizada, R$ 60 bilhões em distribuída e R$ 108 bilhões em sistemas de transmissão. “Nesse panorama, o planejamento do setor elétrico brasileiro leva em conta a diversificação da matriz. Nesse sentido, considera-se a possibilidade de que novas usinas a carvão façam parte da expansão”, disse.

No horizonte decenal, segundo o ministro, considera-se a substituição de usinas existentes por mais modernas, portanto, mais eficientes. “Com menor emissão de gases de efeito estufa e maior controle de poluentes, como tem sido no mundo todo”, explicou. 

Conforme dados do MME, em março deste ano, a participação do carvão mineral na matriz energética do país chegou a 1,9% com 22 empreendimentos e 3,252 mil megawatts de potência instalada. Essa proporção, de acordo com o ministro, deve se manter até 2027.

“A grande disponibilidade desse recurso energético, sobretudo na região Sul, com preços estáveis relativamente baixos e não vinculados ao dólar, torna o carvão uma opção relevante para compor o mix energético nacional”, justificou o ministro. 

Segundo Albuquerque, o relatório final de um grupo de trabalho interministerial foi favorável à modernização do atual parque de geração termelétrica a carvão mineral. O grupo considerou as dezenas de milhares de empregos e as incertezas quanto à outras fontes, como a importação de gás natural, custo de óleo diesel e viabilização de usinas hidrelétricas com reservatórios. “O carvão é uma opção interessante em termos de custo especialmente para a região Sul”, destacou.

O grupo de trabalho, acrescentou o ministro, identificou que a indústria do carvão pode gerar 7,5 mil empregos, além de manter os 52 mil postos atuais de trabalho. “O desenvolvimento da indústria passa pela instalação de um polo baseado na regaseificaçao do carvão para produção de gás e insumos para indústria de fertilizantes. Hoje, existem novos conceitos e tecnologias. Buscaremos enfrentar todos os desafios”, prometeu.

Metas

De acordo com o presidente da frente, deputado Daniel Freitas (PSL-SC), o colegiado vai defender bandeiras propositivas, como metas de modernização dos parques termelétricos brasileiros e tratamento tributário igualitário ao de outras fontes energéticas. “A frente de apoio ao carvão tem sido condenada. Mas o Brasil precisa dobrar seu parque e precisamos estruturar ações para inserir o carvão na matriz”, sustentou.

Conforme Freitas, equipamentos de alta tecnologia cessam a emissão de CO2 no processo de produção de energia com queima de carvão. “Se não fosse assim, a Alemanha não teria 40% da energia da sua matriz gerada por carvão mineral, cujas reservas estão disponíveis em 75 países e em abundância no Sul do Brasil”, assinalou. 
[8] => [palavra_chave] => [9] => S [publica] => S [10] => 0 [i_usuario] => 0 [11] => 2019-06-11 18:45:13 [dt_sistema] => 2019-06-11 18:45:13 [12] => [foto] => [13] => [capa] => )

Usinas a carvão farão parte da expansão da matriz energética, diz ministro

29/05/2019

Correio Braziliense

A matriz energética do país poderá contar com mais termelétricas a carvão mineral, disse, nesta terça-feira (28), o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. Ele participou do evento de reinstalação da frente parlamentar mista em apoio ao carvão mineral, na Câmara dos Deputados. “Há muita disponibilidade do recurso”, justificou.

O ministro destacou que o objetivo do Ministério de Minas e Energia (MME) é investir R$ 400 bilhões até 2027, sendo R$ 226 bilhões em geração de energia centralizada, R$ 60 bilhões em distribuída e R$ 108 bilhões em sistemas de transmissão. “Nesse panorama, o planejamento do setor elétrico brasileiro leva em conta a diversificação da matriz. Nesse sentido, considera-se a possibilidade de que novas usinas a carvão façam parte da expansão”, disse.

No horizonte decenal, segundo o ministro, considera-se a substituição de usinas existentes por mais modernas, portanto, mais eficientes. “Com menor emissão de gases de efeito estufa e maior controle de poluentes, como tem sido no mundo todo”, explicou. 

Conforme dados do MME, em março deste ano, a participação do carvão mineral na matriz energética do país chegou a 1,9% com 22 empreendimentos e 3,252 mil megawatts de potência instalada. Essa proporção, de acordo com o ministro, deve se manter até 2027.

“A grande disponibilidade desse recurso energético, sobretudo na região Sul, com preços estáveis relativamente baixos e não vinculados ao dólar, torna o carvão uma opção relevante para compor o mix energético nacional”, justificou o ministro. 

Segundo Albuquerque, o relatório final de um grupo de trabalho interministerial foi favorável à modernização do atual parque de geração termelétrica a carvão mineral. O grupo considerou as dezenas de milhares de empregos e as incertezas quanto à outras fontes, como a importação de gás natural, custo de óleo diesel e viabilização de usinas hidrelétricas com reservatórios. “O carvão é uma opção interessante em termos de custo especialmente para a região Sul”, destacou.

O grupo de trabalho, acrescentou o ministro, identificou que a indústria do carvão pode gerar 7,5 mil empregos, além de manter os 52 mil postos atuais de trabalho. “O desenvolvimento da indústria passa pela instalação de um polo baseado na regaseificaçao do carvão para produção de gás e insumos para indústria de fertilizantes. Hoje, existem novos conceitos e tecnologias. Buscaremos enfrentar todos os desafios”, prometeu.

Metas

De acordo com o presidente da frente, deputado Daniel Freitas (PSL-SC), o colegiado vai defender bandeiras propositivas, como metas de modernização dos parques termelétricos brasileiros e tratamento tributário igualitário ao de outras fontes energéticas. “A frente de apoio ao carvão tem sido condenada. Mas o Brasil precisa dobrar seu parque e precisamos estruturar ações para inserir o carvão na matriz”, sustentou.

 

Conforme Freitas, equipamentos de alta tecnologia cessam a emissão de CO2 no processo de produção de energia com queima de carvão. “Se não fosse assim, a Alemanha não teria 40% da energia da sua matriz gerada por carvão mineral, cujas reservas estão disponíveis em 75 países e em abundância no Sul do Brasil”, assinalou. 

A matriz energética do país poderá contar com mais termelétricas a carvão mineral, disse, nesta terça-feira (28), o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. Ele participou do evento de reinstalação da frente parlamentar mista em apoio ao carvão mineral, na Câmara dos Deputados. “Há muita disponibilidade do recurso”, justificou.
PUBLICIDADE

O ministro destacou que o objetivo do Ministério de Minas e Energia (MME) é investir R$ 400 bilhões até 2027, sendo R$ 226 bilhões em geração de energia centralizada, R$ 60 bilhões em distribuída e R$ 108 bilhões em sistemas de transmissão. “Nesse panorama, o planejamento do setor elétrico brasileiro leva em conta a diversificação da matriz. Nesse sentido, considera-se a possibilidade de que novas usinas a carvão façam parte da expansão”, disse.

No horizonte decenal, segundo o ministro, considera-se a substituição de usinas existentes por mais modernas, portanto, mais eficientes. “Com menor emissão de gases de efeito estufa e maior controle de poluentes, como tem sido no mundo todo”, explicou. 

Conforme dados do MME, em março deste ano, a participação do carvão mineral na matriz energética do país chegou a 1,9% com 22 empreendimentos e 3,252 mil megawatts de potência instalada. Essa proporção, de acordo com o ministro, deve se manter até 2027.

“A grande disponibilidade desse recurso energético, sobretudo na região Sul, com preços estáveis relativamente baixos e não vinculados ao dólar, torna o carvão uma opção relevante para compor o mix energético nacional”, justificou o ministro. 

Segundo Albuquerque, o relatório final de um grupo de trabalho interministerial foi favorável à modernização do atual parque de geração termelétrica a carvão mineral. O grupo considerou as dezenas de milhares de empregos e as incertezas quanto à outras fontes, como a importação de gás natural, custo de óleo diesel e viabilização de usinas hidrelétricas com reservatórios. “O carvão é uma opção interessante em termos de custo especialmente para a região Sul”, destacou.

O grupo de trabalho, acrescentou o ministro, identificou que a indústria do carvão pode gerar 7,5 mil empregos, além de manter os 52 mil postos atuais de trabalho. “O desenvolvimento da indústria passa pela instalação de um polo baseado na regaseificaçao do carvão para produção de gás e insumos para indústria de fertilizantes. Hoje, existem novos conceitos e tecnologias. Buscaremos enfrentar todos os desafios”, prometeu.

Metas

De acordo com o presidente da frente, deputado Daniel Freitas (PSL-SC), o colegiado vai defender bandeiras propositivas, como metas de modernização dos parques termelétricos brasileiros e tratamento tributário igualitário ao de outras fontes energéticas. “A frente de apoio ao carvão tem sido condenada. Mas o Brasil precisa dobrar seu parque e precisamos estruturar ações para inserir o carvão na matriz”, sustentou.

Conforme Freitas, equipamentos de alta tecnologia cessam a emissão de CO2 no processo de produção de energia com queima de carvão. “Se não fosse assim, a Alemanha não teria 40% da energia da sua matriz gerada por carvão mineral, cujas reservas estão disponíveis em 75 países e em abundância no Sul do Brasil”, assinalou. 

    Somos associados

     

  • CIAB
  • epe
  • World Coal Association
  • Global CCS Institute

Rua Pascoal Meller, 73 - Bairro Universitário - CEP 88.805-380 - CP 362 - Criciúma - Santa Catarina
Tel. (48) 3431.8350/Fax: (48) 3431.8351