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O governador eleito Carlos Moisés teve reunião nesta sexta-feira com executivos da EDP Brasil para analisar investimentos na área de energia em Santa Catarina. Detentora de cerca de 30% das ações da Celesc, a empresa apresentou possibilidades para o Estado desenvolver os setores de geração e distribuição de energia, realizando parcerias para construção de hidrelétricas e termelétricas.

Durante o encontro, o presidente da Celesc, Cleverson Siewert, também comentou sobre a ampliação de 485 quilômetros de linha na rede elétrica catarinense, com investimento de R$ 1,2 bilhão. Enquanto aguarda a liberação de licenças ambientais, a companhia está começando a montar os canteiros para iniciar as obras. A expectativa é que, com a soma de investimentos privados, o dinheiro para estrutura de transmissão no Estado chegue a R$ 10 bilhões de reais em alguns anos.

Miguel Setas, presidente da EDP, afirmou que o grupo está otimista com a possibilidade de aumento do PIB do Brasil nos próximos anos. O português também destacou que Santa Catarina tem histórico de crescimento acima da média nacional, o que é um fator ainda mais positivo para desenvolver a área de energia no Estado.

Aproveitamento do carvão mineral

O governador eleito usou a reunião para apontar a necessidade de investimentos em tecnologia e sustentabilidade para aperfeiçoar a queima do carvão mineral, que tem metade da sua produção nacional feita por municípios do Sul de Santa Catarina. Carlos Moisés argumentou que as usinas siderúrgicas utilizam apenas 30% do carvão extraído, descartando o restante na queima, e que o aproveitamento poderia ser maior com soluções ecológicas.

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O governador eleito Carlos Moisés teve reunião nesta sexta-feira com executivos da EDP Brasil para analisar investimentos na área de energia em Santa Catarina. Detentora de cerca de 30% das ações da Celesc, a empresa apresentou possibilidades para o Estado desenvolver os setores de geração e distribuição de energia, realizando parcerias para construção de hidrelétricas e termelétricas.

Durante o encontro, o presidente da Celesc, Cleverson Siewert, também comentou sobre a ampliação de 485 quilômetros de linha na rede elétrica catarinense, com investimento de R$ 1,2 bilhão. Enquanto aguarda a liberação de licenças ambientais, a companhia está começando a montar os canteiros para iniciar as obras. A expectativa é que, com a soma de investimentos privados, o dinheiro para estrutura de transmissão no Estado chegue a R$ 10 bilhões de reais em alguns anos.

Miguel Setas, presidente da EDP, afirmou que o grupo está otimista com a possibilidade de aumento do PIB do Brasil nos próximos anos. O português também destacou que Santa Catarina tem histórico de crescimento acima da média nacional, o que é um fator ainda mais positivo para desenvolver a área de energia no Estado.

Aproveitamento do carvão mineral

O governador eleito usou a reunião para apontar a necessidade de investimentos em tecnologia e sustentabilidade para aperfeiçoar a queima do carvão mineral, que tem metade da sua produção nacional feita por municípios do Sul de Santa Catarina. Carlos Moisés argumentou que as usinas siderúrgicas utilizam apenas 30% do carvão extraído, descartando o restante na queima, e que o aproveitamento poderia ser maior com soluções ecológicas.

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Governador eleito analisa novos investimentos no setor de energia em Santa Catarina

30/11/2018

Diário Catarinense

O governador eleito Carlos Moisés teve reunião nesta sexta-feira com executivos da EDP Brasil para analisar investimentos na área de energia em Santa Catarina. Detentora de cerca de 30% das ações da Celesc, a empresa apresentou possibilidades para o Estado desenvolver os setores de geração e distribuição de energia, realizando parcerias para construção de hidrelétricas e termelétricas.

Durante o encontro, o presidente da Celesc, Cleverson Siewert, também comentou sobre a ampliação de 485 quilômetros de linha na rede elétrica catarinense, com investimento de R$ 1,2 bilhão. Enquanto aguarda a liberação de licenças ambientais, a companhia está começando a montar os canteiros para iniciar as obras. A expectativa é que, com a soma de investimentos privados, o dinheiro para estrutura de transmissão no Estado chegue a R$ 10 bilhões de reais em alguns anos.

Miguel Setas, presidente da EDP, afirmou que o grupo está otimista com a possibilidade de aumento do PIB do Brasil nos próximos anos. O português também destacou que Santa Catarina tem histórico de crescimento acima da média nacional, o que é um fator ainda mais positivo para desenvolver a área de energia no Estado.

Aproveitamento do carvão mineral

O governador eleito usou a reunião para apontar a necessidade de investimentos em tecnologia e sustentabilidade para aperfeiçoar a queima do carvão mineral, que tem metade da sua produção nacional feita por municípios do Sul de Santa Catarina. Carlos Moisés argumentou que as usinas siderúrgicas utilizam apenas 30% do carvão extraído, descartando o restante na queima, e que o aproveitamento poderia ser maior com soluções ecológicas.

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