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A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou, nesta semana, o projeto de lei 191 2017, do Executivo estadual, que cria a Política Estadual do Carvão Mineral e institui o Polo Carboquímico do estado, a ser integrado pelos complexos carboquímicos do Baixo Jacuí e da Campanha. A proposta aprovada pela assembleia traz novas expectativas para o Carvão Mineral do Sul do país.

 

A proposta do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, vem após um trabalho de esclarecimento da importância do carvão mineral para a economia do Sul. O estado possui 90% dos recursos conhecidos do carvão mineral no Brasil, isso representa a maior fonte de energia que o Brasil dispõe.

 

“Essa conquista foi possível através do papel dos empresários gaúchos da CRM e, em especial da Copelmi Mineração, que estão desenvolvendo projetos de conversão de carvão para gás de síntese e estudos para termoelétricas com altíssima eficiência com tecnologia japonesa, ainda contaram com o apoio da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul e do governo do estado, junto da sua equipe da secretaria de Minas e Energia e Meio Ambiente. A equipe de governo foi conhecer as tecnologias de uso do carvão no Japão e Coréia do Sul e viram que as tecnologias limpas que são usadas nesses países extremamente exigentes com o meio ambiente, podem ser replicadas no Brasil trazendo emprego e renda”, explica o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan.

 

 

O Complexo Carboquímico do Baixo Jacuí, conforme o projeto, abrangerá os municípios de Arroio dos Ratos, Barão do Triunfo, Butiá, Charqueadas, Eldorado do Sul, General Câmara, Minas do Leão, São Jerônimo e Triunfo. O da Campanha, os de Aceguá, Bagé, Caçapava do Sul, Candiota, Dom Pedrito, Hulha Negra e Lavras do Sul. A emenda do deputado Aloísio Classmann incluiu no Complexo da Campanha os municípios de Pinheiro Machado e Pedras Altas.

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A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou, nesta semana, o projeto de lei 191 2017, do Executivo estadual, que cria a Política Estadual do Carvão Mineral e institui o Polo Carboquímico do estado, a ser integrado pelos complexos carboquímicos do Baixo Jacuí e da Campanha. A proposta aprovada pela assembleia traz novas expectativas para o Carvão Mineral do Sul do país.

 

A proposta do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, vem após um trabalho de esclarecimento da importância do carvão mineral para a economia do Sul. O estado possui 90% dos recursos conhecidos do carvão mineral no Brasil, isso representa a maior fonte de energia que o Brasil dispõe.

 

“Essa conquista foi possível através do papel dos empresários gaúchos da CRM e, em especial da Copelmi Mineração, que estão desenvolvendo projetos de conversão de carvão para gás de síntese e estudos para termoelétricas com altíssima eficiência com tecnologia japonesa, ainda contaram com o apoio da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul e do governo do estado, junto da sua equipe da secretaria de Minas e Energia e Meio Ambiente. A equipe de governo foi conhecer as tecnologias de uso do carvão no Japão e Coréia do Sul e viram que as tecnologias limpas que são usadas nesses países extremamente exigentes com o meio ambiente, podem ser replicadas no Brasil trazendo emprego e renda”, explica o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan.

 

 

O Complexo Carboquímico do Baixo Jacuí, conforme o projeto, abrangerá os municípios de Arroio dos Ratos, Barão do Triunfo, Butiá, Charqueadas, Eldorado do Sul, General Câmara, Minas do Leão, São Jerônimo e Triunfo. O da Campanha, os de Aceguá, Bagé, Caçapava do Sul, Candiota, Dom Pedrito, Hulha Negra e Lavras do Sul. A emenda do deputado Aloísio Classmann incluiu no Complexo da Campanha os municípios de Pinheiro Machado e Pedras Altas.

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Projeto de Lei cria Polo Carboquímico no RS

25/10/2017

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou, nesta semana, o projeto de lei 191 2017, do Executivo estadual, que cria a Política Estadual do Carvão Mineral e institui o Polo Carboquímico do estado, a ser integrado pelos complexos carboquímicos do Baixo Jacuí e da Campanha. A proposta aprovada pela assembleia traz novas expectativas para o Carvão Mineral do Sul do país.

 

A proposta do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, vem após um trabalho de esclarecimento da importância do carvão mineral para a economia do Sul. O estado possui 90% dos recursos conhecidos do carvão mineral no Brasil, isso representa a maior fonte de energia que o Brasil dispõe.

 

“Essa conquista foi possível através do papel dos empresários gaúchos da CRM e, em especial da Copelmi Mineração, que estão desenvolvendo projetos de conversão de carvão para gás de síntese e estudos para termoelétricas com altíssima eficiência com tecnologia japonesa, ainda contaram com o apoio da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul e do governo do estado, junto da sua equipe da secretaria de Minas e Energia e Meio Ambiente. A equipe de governo foi conhecer as tecnologias de uso do carvão no Japão e Coréia do Sul e viram que as tecnologias limpas que são usadas nesses países extremamente exigentes com o meio ambiente, podem ser replicadas no Brasil trazendo emprego e renda”, explica o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan.

 

 

O Complexo Carboquímico do Baixo Jacuí, conforme o projeto, abrangerá os municípios de Arroio dos Ratos, Barão do Triunfo, Butiá, Charqueadas, Eldorado do Sul, General Câmara, Minas do Leão, São Jerônimo e Triunfo. O da Campanha, os de Aceguá, Bagé, Caçapava do Sul, Candiota, Dom Pedrito, Hulha Negra e Lavras do Sul. A emenda do deputado Aloísio Classmann incluiu no Complexo da Campanha os municípios de Pinheiro Machado e Pedras Altas.

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