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Atenta especialmente à logística no Estado, a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), entidade que congrega 114 sindicatos, tem investido em estudos e na elaboração de propostas para minimizar os entraves impostos à indústria. Com enfoque no desenvolvimento do setor, a entidade tem considerado a importância de investimentos em todos os modais de transporte, que representam, atualmente e para os próximos anos, a maior demanda do setor.

“A nossa principal causa é o crescimento da indústria, as exportações de manufaturados (que estão caindo) e a importância da indústria no Produto Interno Bruto (PIB)”, afirma o presidente Heitor José Müller, que demonstra preocupação especial com a queda da participação industrial no PIB gaúcho.  Müller contrapõe o setor com o de agronegócios. “O agro está subindo, e nós não estamos acompanhando o mesmo ritmo. Percentualmente, na participação do PIB gaúcho, a indústria está diminuindo a sua importância”, incita, lembrando que a produção agrícola, nos últimos 10 anos, aumentou 24% sem ampliar a área.

Avaliando o cenário, o estudo Sul Competitivo, projeto realizado pelas três federações da região Sul - Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul - e que apontou o desgaste do sistema logístico para os próximos anos. “O estudo sinaliza, realmente, que nós vamos ter provavelmente produção em algumas áreas do Estado que não serão possíveis de serem levadas até os centros de consumo”, alerta. A questão ganha mais importância quando o dirigente lembra que a análise refere-se aos próximos sete anos. “O estudo apresenta as intervenções mais urgentes, necessárias e mínimas para os próximos três, quatro anos, para que não aconteça o caos eventual no nosso sistema em 2020”.

Diante da responsabilidade de prover as demandas da indústria, a Fiergs entregou o escopo de medidas no que se refere apenas ao Rio Grande do Sul para o Estado. “Pedimos para que o governo sobreponha transporte de passageiros e transporte de carga e faça um diagnóstico efetivo, consolidando, efetivamente, um projeto de Estado e não de governo.” Detalhando as iniciativas mínimas para evitar o caos no sistema ainda nesta década, Müller defende ampliação da malha ferroviária do Estado, o funcionamento diuturnamente dos portos e a construção de um novo aeroporto gaúcho, com capacidade ampliada a fim de receber voos internacionais e de promover o despache de cargas. “É uma logística absurda e cara que os gaúchos estão enfrentando”, detalha. Müller lembra que a fragilidade também está presente nos demais modais logísticos, mencionando o abandono do sistema ferroviário, o baixo investimento em hidrovias e portos e as deficiências rodoviárias. 

A proposta para a via férrea é a construção de uma ferrovia vindo do Centro-Oeste e passando por regiões produtoras, como Erechim e Passo Fundo, seguindo para Rio Grande. “Com isso, podemos, inclusive, exportar via Porto do Rio Grande a produção de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás”, sugere.

Em defesa do carvão mineral

Outra demanda da indústria, encabeçada pela Fiergs, é voltada para questão energética. “Temos toda uma campanha em defesa do carvão mineral. Há no Rio Grande do Sul em torno de 30 bilhões de toneladas de carvão enterrados, e estamos importando mais de 70% da energia que nós consumimos”, afirma Müller. 

“A energia do Rio Grande do Sul vem de fora do Estado, isso é um risco muito grande”, acrescenta. O presidente assegura que em caso de problemas, o Estado é o primeiro prejudicado. “Hoje existem tecnologias de exploração desse carvão mineral, que atualmente polui quase nada, muito pouco”, avalia. 

Müller exemplifica o uso do carvão em vários países do mundo. “Na África do Sul 93% do sistema é composto por termoelétricas de carvão, na China chega perto de 70% a participação do carvão, na Alemanha alcança quase 50%, e nós, no Brasil, chegamos a só 1,5%”, exemplifica, reforçando a necessidade de vencer mais esta “barreira”.

“Como casa que concentra sindicatos que representam todas as indústrias do Estado, juntamente com seus funcionários e toda a produção, temos um papel muito importante na defesa desses interesses”, salienta o presidente.

Ele assegura que o principal objetivo da entidade é fazer com que “a indústria tenha um futuro para sua produção”.

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=124508

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Atenta especialmente à logística no Estado, a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), entidade que congrega 114 sindicatos, tem investido em estudos e na elaboração de propostas para minimizar os entraves impostos à indústria. Com enfoque no desenvolvimento do setor, a entidade tem considerado a importância de investimentos em todos os modais de transporte, que representam, atualmente e para os próximos anos, a maior demanda do setor.

“A nossa principal causa é o crescimento da indústria, as exportações de manufaturados (que estão caindo) e a importância da indústria no Produto Interno Bruto (PIB)”, afirma o presidente Heitor José Müller, que demonstra preocupação especial com a queda da participação industrial no PIB gaúcho.  Müller contrapõe o setor com o de agronegócios. “O agro está subindo, e nós não estamos acompanhando o mesmo ritmo. Percentualmente, na participação do PIB gaúcho, a indústria está diminuindo a sua importância”, incita, lembrando que a produção agrícola, nos últimos 10 anos, aumentou 24% sem ampliar a área.

Avaliando o cenário, o estudo Sul Competitivo, projeto realizado pelas três federações da região Sul - Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul - e que apontou o desgaste do sistema logístico para os próximos anos. “O estudo sinaliza, realmente, que nós vamos ter provavelmente produção em algumas áreas do Estado que não serão possíveis de serem levadas até os centros de consumo”, alerta. A questão ganha mais importância quando o dirigente lembra que a análise refere-se aos próximos sete anos. “O estudo apresenta as intervenções mais urgentes, necessárias e mínimas para os próximos três, quatro anos, para que não aconteça o caos eventual no nosso sistema em 2020”.

Diante da responsabilidade de prover as demandas da indústria, a Fiergs entregou o escopo de medidas no que se refere apenas ao Rio Grande do Sul para o Estado. “Pedimos para que o governo sobreponha transporte de passageiros e transporte de carga e faça um diagnóstico efetivo, consolidando, efetivamente, um projeto de Estado e não de governo.” Detalhando as iniciativas mínimas para evitar o caos no sistema ainda nesta década, Müller defende ampliação da malha ferroviária do Estado, o funcionamento diuturnamente dos portos e a construção de um novo aeroporto gaúcho, com capacidade ampliada a fim de receber voos internacionais e de promover o despache de cargas. “É uma logística absurda e cara que os gaúchos estão enfrentando”, detalha. Müller lembra que a fragilidade também está presente nos demais modais logísticos, mencionando o abandono do sistema ferroviário, o baixo investimento em hidrovias e portos e as deficiências rodoviárias. 

A proposta para a via férrea é a construção de uma ferrovia vindo do Centro-Oeste e passando por regiões produtoras, como Erechim e Passo Fundo, seguindo para Rio Grande. “Com isso, podemos, inclusive, exportar via Porto do Rio Grande a produção de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás”, sugere.

Em defesa do carvão mineral

Outra demanda da indústria, encabeçada pela Fiergs, é voltada para questão energética. “Temos toda uma campanha em defesa do carvão mineral. Há no Rio Grande do Sul em torno de 30 bilhões de toneladas de carvão enterrados, e estamos importando mais de 70% da energia que nós consumimos”, afirma Müller. 

“A energia do Rio Grande do Sul vem de fora do Estado, isso é um risco muito grande”, acrescenta. O presidente assegura que em caso de problemas, o Estado é o primeiro prejudicado. “Hoje existem tecnologias de exploração desse carvão mineral, que atualmente polui quase nada, muito pouco”, avalia. 

Müller exemplifica o uso do carvão em vários países do mundo. “Na África do Sul 93% do sistema é composto por termoelétricas de carvão, na China chega perto de 70% a participação do carvão, na Alemanha alcança quase 50%, e nós, no Brasil, chegamos a só 1,5%”, exemplifica, reforçando a necessidade de vencer mais esta “barreira”.

“Como casa que concentra sindicatos que representam todas as indústrias do Estado, juntamente com seus funcionários e toda a produção, temos um papel muito importante na defesa desses interesses”, salienta o presidente.

Ele assegura que o principal objetivo da entidade é fazer com que “a indústria tenha um futuro para sua produção”.

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Fiergs sinaliza caminhos para o desenvolvimento

21/05/2013

Jornal do Comércio

Atenta especialmente à logística no Estado, a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), entidade que congrega 114 sindicatos, tem investido em estudos e na elaboração de propostas para minimizar os entraves impostos à indústria. Com enfoque no desenvolvimento do setor, a entidade tem considerado a importância de investimentos em todos os modais de transporte, que representam, atualmente e para os próximos anos, a maior demanda do setor.

“A nossa principal causa é o crescimento da indústria, as exportações de manufaturados (que estão caindo) e a importância da indústria no Produto Interno Bruto (PIB)”, afirma o presidente Heitor José Müller, que demonstra preocupação especial com a queda da participação industrial no PIB gaúcho.  Müller contrapõe o setor com o de agronegócios. “O agro está subindo, e nós não estamos acompanhando o mesmo ritmo. Percentualmente, na participação do PIB gaúcho, a indústria está diminuindo a sua importância”, incita, lembrando que a produção agrícola, nos últimos 10 anos, aumentou 24% sem ampliar a área.

Avaliando o cenário, o estudo Sul Competitivo, projeto realizado pelas três federações da região Sul - Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul - e que apontou o desgaste do sistema logístico para os próximos anos. “O estudo sinaliza, realmente, que nós vamos ter provavelmente produção em algumas áreas do Estado que não serão possíveis de serem levadas até os centros de consumo”, alerta. A questão ganha mais importância quando o dirigente lembra que a análise refere-se aos próximos sete anos. “O estudo apresenta as intervenções mais urgentes, necessárias e mínimas para os próximos três, quatro anos, para que não aconteça o caos eventual no nosso sistema em 2020”.

Diante da responsabilidade de prover as demandas da indústria, a Fiergs entregou o escopo de medidas no que se refere apenas ao Rio Grande do Sul para o Estado. “Pedimos para que o governo sobreponha transporte de passageiros e transporte de carga e faça um diagnóstico efetivo, consolidando, efetivamente, um projeto de Estado e não de governo.” Detalhando as iniciativas mínimas para evitar o caos no sistema ainda nesta década, Müller defende ampliação da malha ferroviária do Estado, o funcionamento diuturnamente dos portos e a construção de um novo aeroporto gaúcho, com capacidade ampliada a fim de receber voos internacionais e de promover o despache de cargas. “É uma logística absurda e cara que os gaúchos estão enfrentando”, detalha. Müller lembra que a fragilidade também está presente nos demais modais logísticos, mencionando o abandono do sistema ferroviário, o baixo investimento em hidrovias e portos e as deficiências rodoviárias. 

A proposta para a via férrea é a construção de uma ferrovia vindo do Centro-Oeste e passando por regiões produtoras, como Erechim e Passo Fundo, seguindo para Rio Grande. “Com isso, podemos, inclusive, exportar via Porto do Rio Grande a produção de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás”, sugere.

Em defesa do carvão mineral

Outra demanda da indústria, encabeçada pela Fiergs, é voltada para questão energética. “Temos toda uma campanha em defesa do carvão mineral. Há no Rio Grande do Sul em torno de 30 bilhões de toneladas de carvão enterrados, e estamos importando mais de 70% da energia que nós consumimos”, afirma Müller. 

“A energia do Rio Grande do Sul vem de fora do Estado, isso é um risco muito grande”, acrescenta. O presidente assegura que em caso de problemas, o Estado é o primeiro prejudicado. “Hoje existem tecnologias de exploração desse carvão mineral, que atualmente polui quase nada, muito pouco”, avalia. 

Müller exemplifica o uso do carvão em vários países do mundo. “Na África do Sul 93% do sistema é composto por termoelétricas de carvão, na China chega perto de 70% a participação do carvão, na Alemanha alcança quase 50%, e nós, no Brasil, chegamos a só 1,5%”, exemplifica, reforçando a necessidade de vencer mais esta “barreira”.

“Como casa que concentra sindicatos que representam todas as indústrias do Estado, juntamente com seus funcionários e toda a produção, temos um papel muito importante na defesa desses interesses”, salienta o presidente.

Ele assegura que o principal objetivo da entidade é fazer com que “a indústria tenha um futuro para sua produção”.

Fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=124508

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