Acesso Restrito
Array
(
    [0] => 1
    [i_empresa] => 1
    [1] => 655
    [i_conteudo] => 655
    [2] => 0
    [i_subarea] => 0
    [3] => 2017-02-10
    [dt_conteudo] => 2017-02-10
    [4] => Projeto de Captura de CO2 recebe verba de R$ 5 milhões
    [titulo] => Projeto de Captura de CO2 recebe verba de R$ 5 milhões
    [5] => Lucas Jorge - Assessoria de Imprensa Siecesc
    [autor] => Lucas Jorge - Assessoria de Imprensa Siecesc
    [6] => Prédio do Centro Tecnológico da Satc está em fase final de construção e abrigará planta piloto
    [resumo] => Prédio do Centro Tecnológico da Satc está em fase final de construção e abrigará planta piloto
    [7] => 

O projeto da planta piloto para Captura de CO2 ganhou, na última semana, mais um apoio para a continuidade das pesquisas. A empresa ENEVA, do Rio de Janeiro, liberou R$ 5 milhões para o projeto, para ser aplicado nos próximos três anos, no desenvolvimento da tecnologia que pretende usar cinzas de carvão para realizar a captura de carbono. 

A ideia para a captura de carbono surgiu em 2010 e desde então a Satc, juntamente com a Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM) e o Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (Siecesc), tem buscado apoio para a realização do projeto. O prédio que abrigará a planta piloto fica localizado no Centro Tecnológico da Satc e possui 20 metros de altura (seis andares).
“Já recebemos uma verba de R$ 4,4 milhões, que veio da Fapesc, que foi quando começamos a construir o prédio que vai abrigar a planta piloto. As pesquisas em laboratório já estão sendo realizadas e agora, com essa verba, vamos conseguir expandir para uma escala maior. Já temos o apoio da PUC/RS e agora também da Universidade Federal do Ceará, além da parceria com o National Energy Technology Laboratory (NETL) dos EUA”, explica o diretor executivo da Satc, Fernando Zancan.
O projeto encabeçado pela Satc é o primeiro do tipo na América do Sul e pretende usar as cinzas de carvão para capturar o CO2, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa. “Esse é o grande problema em que o carvão é posto. Conseguindo reduzir a emissão vamos colocar o carvão em igualdade com outras fontes de energia de baixo carbono”, conta Zancan.
O que é a captura de CO2

As tecnologias de captura e armazenamento de CO2 são estudadas para recuperar o gás emitido em grandes quantidades pela indústria pesada (termelétricas, siderurgias, fábricas de cimento, refinarias, por exemplo) após a queima de matérias-primas (petróleo, gás ou carvão) e armazená-lo em estruturas geológicas profundas, reproduzindo o processo que a natureza tem realizado em jazidas naturais, ao longo de milhões de anos.
A queima de recursos fósseis produz energia, mas também gera CO2, um gás de efeito estufa associado às mudanças climáticas. A emissão desse gás pode ser reduzida graças à captura e armazenamento de CO2.
 

[conteudo] =>

O projeto da planta piloto para Captura de CO2 ganhou, na última semana, mais um apoio para a continuidade das pesquisas. A empresa ENEVA, do Rio de Janeiro, liberou R$ 5 milhões para o projeto, para ser aplicado nos próximos três anos, no desenvolvimento da tecnologia que pretende usar cinzas de carvão para realizar a captura de carbono. 

A ideia para a captura de carbono surgiu em 2010 e desde então a Satc, juntamente com a Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM) e o Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (Siecesc), tem buscado apoio para a realização do projeto. O prédio que abrigará a planta piloto fica localizado no Centro Tecnológico da Satc e possui 20 metros de altura (seis andares).
“Já recebemos uma verba de R$ 4,4 milhões, que veio da Fapesc, que foi quando começamos a construir o prédio que vai abrigar a planta piloto. As pesquisas em laboratório já estão sendo realizadas e agora, com essa verba, vamos conseguir expandir para uma escala maior. Já temos o apoio da PUC/RS e agora também da Universidade Federal do Ceará, além da parceria com o National Energy Technology Laboratory (NETL) dos EUA”, explica o diretor executivo da Satc, Fernando Zancan.
O projeto encabeçado pela Satc é o primeiro do tipo na América do Sul e pretende usar as cinzas de carvão para capturar o CO2, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa. “Esse é o grande problema em que o carvão é posto. Conseguindo reduzir a emissão vamos colocar o carvão em igualdade com outras fontes de energia de baixo carbono”, conta Zancan.
O que é a captura de CO2

As tecnologias de captura e armazenamento de CO2 são estudadas para recuperar o gás emitido em grandes quantidades pela indústria pesada (termelétricas, siderurgias, fábricas de cimento, refinarias, por exemplo) após a queima de matérias-primas (petróleo, gás ou carvão) e armazená-lo em estruturas geológicas profundas, reproduzindo o processo que a natureza tem realizado em jazidas naturais, ao longo de milhões de anos.
A queima de recursos fósseis produz energia, mas também gera CO2, um gás de efeito estufa associado às mudanças climáticas. A emissão desse gás pode ser reduzida graças à captura e armazenamento de CO2.
 

[8] => [palavra_chave] => [9] => S [publica] => S [10] => 0 [i_usuario] => 0 [11] => 2017-02-13 14:57:51 [dt_sistema] => 2017-02-13 14:57:51 [12] => [foto] => [13] => [capa] => )

Projeto de Captura de CO2 recebe verba de R$ 5 milhões

10/02/2017

Lucas Jorge - Assessoria de Imprensa Siecesc

O projeto da planta piloto para Captura de CO2 ganhou, na última semana, mais um apoio para a continuidade das pesquisas. A empresa ENEVA, do Rio de Janeiro, liberou R$ 5 milhões para o projeto, para ser aplicado nos próximos três anos, no desenvolvimento da tecnologia que pretende usar cinzas de carvão para realizar a captura de carbono. 

A ideia para a captura de carbono surgiu em 2010 e desde então a Satc, juntamente com a Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM) e o Sindicato da Indústria de Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (Siecesc), tem buscado apoio para a realização do projeto. O prédio que abrigará a planta piloto fica localizado no Centro Tecnológico da Satc e possui 20 metros de altura (seis andares).
“Já recebemos uma verba de R$ 4,4 milhões, que veio da Fapesc, que foi quando começamos a construir o prédio que vai abrigar a planta piloto. As pesquisas em laboratório já estão sendo realizadas e agora, com essa verba, vamos conseguir expandir para uma escala maior. Já temos o apoio da PUC/RS e agora também da Universidade Federal do Ceará, além da parceria com o National Energy Technology Laboratory (NETL) dos EUA”, explica o diretor executivo da Satc, Fernando Zancan.
O projeto encabeçado pela Satc é o primeiro do tipo na América do Sul e pretende usar as cinzas de carvão para capturar o CO2, reduzindo a emissão de gases de efeito estufa. “Esse é o grande problema em que o carvão é posto. Conseguindo reduzir a emissão vamos colocar o carvão em igualdade com outras fontes de energia de baixo carbono”, conta Zancan.
O que é a captura de CO2

As tecnologias de captura e armazenamento de CO2 são estudadas para recuperar o gás emitido em grandes quantidades pela indústria pesada (termelétricas, siderurgias, fábricas de cimento, refinarias, por exemplo) após a queima de matérias-primas (petróleo, gás ou carvão) e armazená-lo em estruturas geológicas profundas, reproduzindo o processo que a natureza tem realizado em jazidas naturais, ao longo de milhões de anos.
A queima de recursos fósseis produz energia, mas também gera CO2, um gás de efeito estufa associado às mudanças climáticas. A emissão desse gás pode ser reduzida graças à captura e armazenamento de CO2.
 

Rua Pascoal Meller, 73 - Bairro Universitário - CEP 88.805-380 - CP 362 - Criciúma - Santa Catarina
Tel. (48) 3431.8350/Fax: (48) 3431.8351