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Por pressão de ambientalistas, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, recomendou veto ao artigo 20 da lei 735 que previa modernização do parque termelétrico a carvão do país, o que foi cumprido pelo presidente Michel Temer com publicação no Diário Oficial da União desta sexta-feira. Mas, antes disso, na quarta à noite, o senador catarinense Paulo Bauer, presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Carvão, e a senadora Ana Amélia Lemos, do RS, se reuniram com o presidente Temer e convenceram ele de que o país precisa dessa modernização para a atividade econômica e geração de energia firme. A decisão do presidente foi encaminhar esse pleito de forma administrativa, abrindo o caminho para viabilizar a modernização nos próximos anos com uma série de ações. Ele recomendou ao ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, que tome todas as medidas necessárias, informou o parlamentar.  

 – O presidente se comprometeu a fazer essa política de modernização do setor de carvão, incluindo limites de emissões, quantidade de energia a ser gerada, financiamento e outras ações. Tudo isso será feito administrativamente. Não precisa de lei – afirmou Bauer.

O senador criticou o fato de os governos do PT não terem aceitado esse pleito do setor carbonífero brasileiro, que inclui não só Santa Catarina, mas também o Rio Grande do Sul e o Paraná. 

 – Nos últimos 12 anos, ou seja, durante todos os governos do PT, o setor carbonífero reivindicou uma política pública de uso racional do carvão, mas não foi atendido. Por isso a Câmara dos Deputados incluiu na lei 735 o artigo 20 – comentou ele. 

A pressão maior dos parlamentares da Região Sul é pelos empregos e movimento econômico do setor. Segundo Bauer, a atividade do carvão gera 52 mil empregos na cadeia produtiva do Sul do país e um movimento econômico direto de R$ 12 bilhões. A modernização permitirá reduzir a emissão de gases do efeito estufa (GEE) e garantir uma energia firme de preço acessível.

Menos emissões de poluentes

A Câmara de Desenvolvimento Energético da Fiesc também debateu o futuro do setor de carvão nesta sexta-feira. A modernização do setor vai permitir geração com menos emissões e mais segurança energética para o país, observou o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan,que fez palestra no evento . Ele lembrou que na última semana, enquanto o Brasil vetou o carvão, a África do Sul, que sediava a COP ambiental, aprovou a construção de duas térmicas com o mineral. Segundo ele, com tecnologia, as emissões a carvão estão sendo reduzidas. O mundo usa ainda muito carvão. 

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Por pressão de ambientalistas, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, recomendou veto ao artigo 20 da lei 735 que previa modernização do parque termelétrico a carvão do país, o que foi cumprido pelo presidente Michel Temer com publicação no Diário Oficial da União desta sexta-feira. Mas, antes disso, na quarta à noite, o senador catarinense Paulo Bauer, presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Carvão, e a senadora Ana Amélia Lemos, do RS, se reuniram com o presidente Temer e convenceram ele de que o país precisa dessa modernização para a atividade econômica e geração de energia firme. A decisão do presidente foi encaminhar esse pleito de forma administrativa, abrindo o caminho para viabilizar a modernização nos próximos anos com uma série de ações. Ele recomendou ao ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, que tome todas as medidas necessárias, informou o parlamentar.  

 – O presidente se comprometeu a fazer essa política de modernização do setor de carvão, incluindo limites de emissões, quantidade de energia a ser gerada, financiamento e outras ações. Tudo isso será feito administrativamente. Não precisa de lei – afirmou Bauer.

O senador criticou o fato de os governos do PT não terem aceitado esse pleito do setor carbonífero brasileiro, que inclui não só Santa Catarina, mas também o Rio Grande do Sul e o Paraná. 

 – Nos últimos 12 anos, ou seja, durante todos os governos do PT, o setor carbonífero reivindicou uma política pública de uso racional do carvão, mas não foi atendido. Por isso a Câmara dos Deputados incluiu na lei 735 o artigo 20 – comentou ele. 

A pressão maior dos parlamentares da Região Sul é pelos empregos e movimento econômico do setor. Segundo Bauer, a atividade do carvão gera 52 mil empregos na cadeia produtiva do Sul do país e um movimento econômico direto de R$ 12 bilhões. A modernização permitirá reduzir a emissão de gases do efeito estufa (GEE) e garantir uma energia firme de preço acessível.

Menos emissões de poluentes

A Câmara de Desenvolvimento Energético da Fiesc também debateu o futuro do setor de carvão nesta sexta-feira. A modernização do setor vai permitir geração com menos emissões e mais segurança energética para o país, observou o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan,que fez palestra no evento . Ele lembrou que na última semana, enquanto o Brasil vetou o carvão, a África do Sul, que sediava a COP ambiental, aprovou a construção de duas térmicas com o mineral. Segundo ele, com tecnologia, as emissões a carvão estão sendo reduzidas. O mundo usa ainda muito carvão. 

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Setor carbonífero terá plano nacional de modernização, informa Bauer

21/11/2016

Estela Benetti - Diário Catarinense

Por pressão de ambientalistas, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, recomendou veto ao artigo 20 da lei 735 que previa modernização do parque termelétrico a carvão do país, o que foi cumprido pelo presidente Michel Temer com publicação no Diário Oficial da União desta sexta-feira. Mas, antes disso, na quarta à noite, o senador catarinense Paulo Bauer, presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Carvão, e a senadora Ana Amélia Lemos, do RS, se reuniram com o presidente Temer e convenceram ele de que o país precisa dessa modernização para a atividade econômica e geração de energia firme. A decisão do presidente foi encaminhar esse pleito de forma administrativa, abrindo o caminho para viabilizar a modernização nos próximos anos com uma série de ações. Ele recomendou ao ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, que tome todas as medidas necessárias, informou o parlamentar.  

 – O presidente se comprometeu a fazer essa política de modernização do setor de carvão, incluindo limites de emissões, quantidade de energia a ser gerada, financiamento e outras ações. Tudo isso será feito administrativamente. Não precisa de lei – afirmou Bauer.

O senador criticou o fato de os governos do PT não terem aceitado esse pleito do setor carbonífero brasileiro, que inclui não só Santa Catarina, mas também o Rio Grande do Sul e o Paraná. 

 – Nos últimos 12 anos, ou seja, durante todos os governos do PT, o setor carbonífero reivindicou uma política pública de uso racional do carvão, mas não foi atendido. Por isso a Câmara dos Deputados incluiu na lei 735 o artigo 20 – comentou ele. 

A pressão maior dos parlamentares da Região Sul é pelos empregos e movimento econômico do setor. Segundo Bauer, a atividade do carvão gera 52 mil empregos na cadeia produtiva do Sul do país e um movimento econômico direto de R$ 12 bilhões. A modernização permitirá reduzir a emissão de gases do efeito estufa (GEE) e garantir uma energia firme de preço acessível.

Menos emissões de poluentes

A Câmara de Desenvolvimento Energético da Fiesc também debateu o futuro do setor de carvão nesta sexta-feira. A modernização do setor vai permitir geração com menos emissões e mais segurança energética para o país, observou o presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan,que fez palestra no evento . Ele lembrou que na última semana, enquanto o Brasil vetou o carvão, a África do Sul, que sediava a COP ambiental, aprovou a construção de duas térmicas com o mineral. Segundo ele, com tecnologia, as emissões a carvão estão sendo reduzidas. O mundo usa ainda muito carvão. 

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