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A usina a carvão Pampa Sul (Miroel Wolowski), que está sendo implementada em Candiota, é um dos maiores empreendimentos em desenvolvimento hoje no Estado, com um investimento estimado em R$ 1,8 bilhão. No momento, a companhia responsável pela planta, a Engie Brasil Energia (antiga Tractebel), calcula que mais de 28% das obras civis foram realizadas e cerca de 40% do projeto de EPC (Engenharia, Procura e Construção) já foi concluído.
De acordo com o diretor de Geração da empresa, José Laydner, o grupo já concluiu a terraplanagem e todas as fundações civis, a concretagem da mesa do turbogerador, a montagem da estrutura metálica da caldeira, além de outras atividades menores. "Também executamos o alteamento da barragem do rio Jaguarão e a concretagem das estruturas de vertedouro, Estação de Captação de Água Bruta e da vazão sanitária", acrescenta o dirigente. As obras da linha de transmissão de energia estão em andamento e foi dado o início às obras da correia de transporte de carvão. Peças de maior porte, como o equipamento chamado de tambor (um aparelho de pressão que lida com água e vapor), chegaram através do porto do Rio Grande.
Atualmente, cerca de 1,5 mil empregados estão diretamente envolvidos nas obras da termelétrica, sendo 80% trabalhadores do Rio Grande do Sul. Laydner adianta que a expectativa é que o pico das atividades seja atingido na segunda metade do próximo ano, quando serão aproximadamente 3,5 mil pessoas envolvidas na instalação da unidade.
Em 2017, a Engie desenvolverá ainda ações de preparação de mão de obra. Uma ferramenta para capacitar esse pessoal é o curso Operação & Manutenção de termelétricas, ministrado em convênio com Senai e técnicos da empresa. Além disso, foram realizados 29 cursos, de 16 áreas diferentes, relacionados aos processos de implantação do complexo e que envolveram profissionais como pintores, soldadores etc. Essas iniciativas formaram em torno de 450 pessoas para o mercado de trabalho.
O término da construção da termelétrica está previsto para o 2º semestre de 2018. A usina terá uma capacidade instalada de geração de 340 MW (o que corresponde a cerca de 8,5% da demanda média de energia do Rio Grande do Sul). A Engie garantiu a comercialização da produção da planta quando saiu vitoriosa de um leilão de energia promovido pelo governo federal em novembro de 2015.

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A usina a carvão Pampa Sul (Miroel Wolowski), que está sendo implementada em Candiota, é um dos maiores empreendimentos em desenvolvimento hoje no Estado, com um investimento estimado em R$ 1,8 bilhão. No momento, a companhia responsável pela planta, a Engie Brasil Energia (antiga Tractebel), calcula que mais de 28% das obras civis foram realizadas e cerca de 40% do projeto de EPC (Engenharia, Procura e Construção) já foi concluído.
De acordo com o diretor de Geração da empresa, José Laydner, o grupo já concluiu a terraplanagem e todas as fundações civis, a concretagem da mesa do turbogerador, a montagem da estrutura metálica da caldeira, além de outras atividades menores. "Também executamos o alteamento da barragem do rio Jaguarão e a concretagem das estruturas de vertedouro, Estação de Captação de Água Bruta e da vazão sanitária", acrescenta o dirigente. As obras da linha de transmissão de energia estão em andamento e foi dado o início às obras da correia de transporte de carvão. Peças de maior porte, como o equipamento chamado de tambor (um aparelho de pressão que lida com água e vapor), chegaram através do porto do Rio Grande.
Atualmente, cerca de 1,5 mil empregados estão diretamente envolvidos nas obras da termelétrica, sendo 80% trabalhadores do Rio Grande do Sul. Laydner adianta que a expectativa é que o pico das atividades seja atingido na segunda metade do próximo ano, quando serão aproximadamente 3,5 mil pessoas envolvidas na instalação da unidade.
Em 2017, a Engie desenvolverá ainda ações de preparação de mão de obra. Uma ferramenta para capacitar esse pessoal é o curso Operação & Manutenção de termelétricas, ministrado em convênio com Senai e técnicos da empresa. Além disso, foram realizados 29 cursos, de 16 áreas diferentes, relacionados aos processos de implantação do complexo e que envolveram profissionais como pintores, soldadores etc. Essas iniciativas formaram em torno de 450 pessoas para o mercado de trabalho.
O término da construção da termelétrica está previsto para o 2º semestre de 2018. A usina terá uma capacidade instalada de geração de 340 MW (o que corresponde a cerca de 8,5% da demanda média de energia do Rio Grande do Sul). A Engie garantiu a comercialização da produção da planta quando saiu vitoriosa de um leilão de energia promovido pelo governo federal em novembro de 2015.

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Obras da usina a carvão Pampa Sul avançam em Candiota

08/11/2016

Jornal do Comércio - Jefferson Klein

A usina a carvão Pampa Sul (Miroel Wolowski), que está sendo implementada em Candiota, é um dos maiores empreendimentos em desenvolvimento hoje no Estado, com um investimento estimado em R$ 1,8 bilhão. No momento, a companhia responsável pela planta, a Engie Brasil Energia (antiga Tractebel), calcula que mais de 28% das obras civis foram realizadas e cerca de 40% do projeto de EPC (Engenharia, Procura e Construção) já foi concluído.
De acordo com o diretor de Geração da empresa, José Laydner, o grupo já concluiu a terraplanagem e todas as fundações civis, a concretagem da mesa do turbogerador, a montagem da estrutura metálica da caldeira, além de outras atividades menores. "Também executamos o alteamento da barragem do rio Jaguarão e a concretagem das estruturas de vertedouro, Estação de Captação de Água Bruta e da vazão sanitária", acrescenta o dirigente. As obras da linha de transmissão de energia estão em andamento e foi dado o início às obras da correia de transporte de carvão. Peças de maior porte, como o equipamento chamado de tambor (um aparelho de pressão que lida com água e vapor), chegaram através do porto do Rio Grande.
Atualmente, cerca de 1,5 mil empregados estão diretamente envolvidos nas obras da termelétrica, sendo 80% trabalhadores do Rio Grande do Sul. Laydner adianta que a expectativa é que o pico das atividades seja atingido na segunda metade do próximo ano, quando serão aproximadamente 3,5 mil pessoas envolvidas na instalação da unidade.
Em 2017, a Engie desenvolverá ainda ações de preparação de mão de obra. Uma ferramenta para capacitar esse pessoal é o curso Operação & Manutenção de termelétricas, ministrado em convênio com Senai e técnicos da empresa. Além disso, foram realizados 29 cursos, de 16 áreas diferentes, relacionados aos processos de implantação do complexo e que envolveram profissionais como pintores, soldadores etc. Essas iniciativas formaram em torno de 450 pessoas para o mercado de trabalho.
O término da construção da termelétrica está previsto para o 2º semestre de 2018. A usina terá uma capacidade instalada de geração de 340 MW (o que corresponde a cerca de 8,5% da demanda média de energia do Rio Grande do Sul). A Engie garantiu a comercialização da produção da planta quando saiu vitoriosa de um leilão de energia promovido pelo governo federal em novembro de 2015.

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