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O grupo chinês Kingho pretende investir em Moçambique na exploração de carvão mineral e na construção de um segundo porto na cidade da Beira e uma linha de caminho-de-ferro estabelecendo a ligação com Moatize, na província de Tete, afirmou quinta-feira em Xangai o presidente do grupo.

A intenção foi transmitida por Qing Huahuo ao presidente moçambicano no decurso de um encontro de mais de uma hora realizado em Xangai, no âmbito da visita oficial de uma semana que Armando Guebuza efectuou à China.

Guebuza levou consigo uma centena de projectos de desenvolvimento em Moçambique, pretendendo nesta sua visita encontrar empresas tanto públicas como privadas interessadas em investir no país.

De acordo com a agência noticiosa moçambicana AIM o presidente executivo do grupo Kingho já visitou Moçambique em 2012, tendo nessa altura revelado que a linha férrea que o grupo pretende construir iria começar em Moatize, na província de Tete, passando por Chimoio, em Manica, indo terminar na Beira, onde seria construído o que seria o segundo porto a servir a baía que banha a cidade capital de Sofala.

A agência adiantou que os projectos que Armando Guebuza levava em carteira exigiriam um financiamento estimado em 10 mil milhões de dólares e permitiriam a construção ou reparação de estradas, incluindo a construção da circular de Maputo e a reparação da estrada que liga a cidade da Beira à vila de Machipanda, na fronteira com o Zimbabué, que custará 417 milhões de dólares, bem como das estradas Bene-Fingoé-Zumbo (278 milhões de dólares) e Cuamba-Marrupa, orçada em 184 milhões.

O sector da Educação, por seu turno, consumiria cerca de 300 milhões de dólares na construção de escolas e de sete institutos superiores politécnicos, nas províncias de Maputo, Inhambane, Sofala, Zambézia, Niassa e Cabo Delgado. (macauhub)

Fonte: http://www.macauhub.com.mo/pt/2013/05/20/grupo-chines-kingho-pretende-investir-em-mocambique-na-exploracao-de-carvao/

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O grupo chinês Kingho pretende investir em Moçambique na exploração de carvão mineral e na construção de um segundo porto na cidade da Beira e uma linha de caminho-de-ferro estabelecendo a ligação com Moatize, na província de Tete, afirmou quinta-feira em Xangai o presidente do grupo.

A intenção foi transmitida por Qing Huahuo ao presidente moçambicano no decurso de um encontro de mais de uma hora realizado em Xangai, no âmbito da visita oficial de uma semana que Armando Guebuza efectuou à China.

Guebuza levou consigo uma centena de projectos de desenvolvimento em Moçambique, pretendendo nesta sua visita encontrar empresas tanto públicas como privadas interessadas em investir no país.

De acordo com a agência noticiosa moçambicana AIM o presidente executivo do grupo Kingho já visitou Moçambique em 2012, tendo nessa altura revelado que a linha férrea que o grupo pretende construir iria começar em Moatize, na província de Tete, passando por Chimoio, em Manica, indo terminar na Beira, onde seria construído o que seria o segundo porto a servir a baía que banha a cidade capital de Sofala.

A agência adiantou que os projectos que Armando Guebuza levava em carteira exigiriam um financiamento estimado em 10 mil milhões de dólares e permitiriam a construção ou reparação de estradas, incluindo a construção da circular de Maputo e a reparação da estrada que liga a cidade da Beira à vila de Machipanda, na fronteira com o Zimbabué, que custará 417 milhões de dólares, bem como das estradas Bene-Fingoé-Zumbo (278 milhões de dólares) e Cuamba-Marrupa, orçada em 184 milhões.

O sector da Educação, por seu turno, consumiria cerca de 300 milhões de dólares na construção de escolas e de sete institutos superiores politécnicos, nas províncias de Maputo, Inhambane, Sofala, Zambézia, Niassa e Cabo Delgado. (macauhub)

Fonte: http://www.macauhub.com.mo/pt/2013/05/20/grupo-chines-kingho-pretende-investir-em-mocambique-na-exploracao-de-carvao/

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Grupo chinês Kingho pretende investir em Moçambique na exploração de carvão

20/05/2013

Macauhub

O grupo chinês Kingho pretende investir em Moçambique na exploração de carvão mineral e na construção de um segundo porto na cidade da Beira e uma linha de caminho-de-ferro estabelecendo a ligação com Moatize, na província de Tete, afirmou quinta-feira em Xangai o presidente do grupo.

A intenção foi transmitida por Qing Huahuo ao presidente moçambicano no decurso de um encontro de mais de uma hora realizado em Xangai, no âmbito da visita oficial de uma semana que Armando Guebuza efectuou à China.

Guebuza levou consigo uma centena de projectos de desenvolvimento em Moçambique, pretendendo nesta sua visita encontrar empresas tanto públicas como privadas interessadas em investir no país.

De acordo com a agência noticiosa moçambicana AIM o presidente executivo do grupo Kingho já visitou Moçambique em 2012, tendo nessa altura revelado que a linha férrea que o grupo pretende construir iria começar em Moatize, na província de Tete, passando por Chimoio, em Manica, indo terminar na Beira, onde seria construído o que seria o segundo porto a servir a baía que banha a cidade capital de Sofala.

A agência adiantou que os projectos que Armando Guebuza levava em carteira exigiriam um financiamento estimado em 10 mil milhões de dólares e permitiriam a construção ou reparação de estradas, incluindo a construção da circular de Maputo e a reparação da estrada que liga a cidade da Beira à vila de Machipanda, na fronteira com o Zimbabué, que custará 417 milhões de dólares, bem como das estradas Bene-Fingoé-Zumbo (278 milhões de dólares) e Cuamba-Marrupa, orçada em 184 milhões.

O sector da Educação, por seu turno, consumiria cerca de 300 milhões de dólares na construção de escolas e de sete institutos superiores politécnicos, nas províncias de Maputo, Inhambane, Sofala, Zambézia, Niassa e Cabo Delgado. (macauhub)

Fonte: http://www.macauhub.com.mo/pt/2013/05/20/grupo-chines-kingho-pretende-investir-em-mocambique-na-exploracao-de-carvao/

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