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Santa Catarina possui um importante parque industrial, ocupando posição de destaque, sendo o quarto estado do país em quantidade de empresas e o quinto em número de trabalhadores. Indústrias como a de frangos e suínos, pescados, têxtil e vestuário, e, ainda, produtos industrializados de alto valor agregado, estão sendo marcantes no país e vêm trazendo desenvolvimento para o estado.

Para sustentar todo este desenvolvimento é necessário integrar Santa Catarina por meio de um sistema logístico eficiente multimodal, interligando os portos catarinenses com as demais regiões do estado e com as outras regiões do país, algo que a FIESC vem defendendo junto a classe política.

Ampliar a opção de transporte para os produtos fabricados em SC, de modo que possa disponibilizar os insumos e as matérias-primas ao setor produtivo, aumentando a competitividade dos nossos produtos. Esse é o objetivo de um sistema ferroviário de alto desempenho, de baixo custo operacional e de grande capacidade de carga, podendo assim imprimir a velocidade necessária e adequada aos usuários e aos produtos transportados, interconectando a nova malha a já existente.

Santa Catarina é o estado do sul do país com a menor malha ferroviária, o que tem imposto séria dificuldade adicional no abastecimento de matéria prima para nossa indústria, além de dificultar o escoamento de produtos industrializados em larga escala, provocando um desgaste excessivo na malha rodoviária, com todas as suas consequências.

Uma nova malha ferroviária começa a ser desenhada pela VALEC/DNIT, que visa interligar, todas as regiões do estado, do Oeste ao Litoral (Integração) e do Sul ao Norte (Litorânea), que permitirá o escoamento do insumo e da sua produção de todo o seu complexo industrial, internamente e para o resto do país.

Para o Sul do Estado é de fundamental importância a construção da Ferrovia Litorânea, não só para o escoamento de seus produtos industrializados, minerais ou agrícolas, mas como condição necessária para viabilizar novos projetos de geração energia termelétrica limpa, onde reagentes e subprodutos como cimento e fertilizantes serão transportados com baixo custo.

Esperamos que os interesses locais e regionais não venham a influenciar e retardar os estudos técnicos dos traçados e se priorize o interesse do estado de Santa Catarina, pois o que for melhor para o Estado, certamente será o melhor para todas as suas regiões, e que não se pode dizer o inverso, quando se pensa individualmente.

Fernando Zancan – Presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM)

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Santa Catarina possui um importante parque industrial, ocupando posição de destaque, sendo o quarto estado do país em quantidade de empresas e o quinto em número de trabalhadores. Indústrias como a de frangos e suínos, pescados, têxtil e vestuário, e, ainda, produtos industrializados de alto valor agregado, estão sendo marcantes no país e vêm trazendo desenvolvimento para o estado.

Para sustentar todo este desenvolvimento é necessário integrar Santa Catarina por meio de um sistema logístico eficiente multimodal, interligando os portos catarinenses com as demais regiões do estado e com as outras regiões do país, algo que a FIESC vem defendendo junto a classe política.

Ampliar a opção de transporte para os produtos fabricados em SC, de modo que possa disponibilizar os insumos e as matérias-primas ao setor produtivo, aumentando a competitividade dos nossos produtos. Esse é o objetivo de um sistema ferroviário de alto desempenho, de baixo custo operacional e de grande capacidade de carga, podendo assim imprimir a velocidade necessária e adequada aos usuários e aos produtos transportados, interconectando a nova malha a já existente.

Santa Catarina é o estado do sul do país com a menor malha ferroviária, o que tem imposto séria dificuldade adicional no abastecimento de matéria prima para nossa indústria, além de dificultar o escoamento de produtos industrializados em larga escala, provocando um desgaste excessivo na malha rodoviária, com todas as suas consequências.

Uma nova malha ferroviária começa a ser desenhada pela VALEC/DNIT, que visa interligar, todas as regiões do estado, do Oeste ao Litoral (Integração) e do Sul ao Norte (Litorânea), que permitirá o escoamento do insumo e da sua produção de todo o seu complexo industrial, internamente e para o resto do país.

Para o Sul do Estado é de fundamental importância a construção da Ferrovia Litorânea, não só para o escoamento de seus produtos industrializados, minerais ou agrícolas, mas como condição necessária para viabilizar novos projetos de geração energia termelétrica limpa, onde reagentes e subprodutos como cimento e fertilizantes serão transportados com baixo custo.

Esperamos que os interesses locais e regionais não venham a influenciar e retardar os estudos técnicos dos traçados e se priorize o interesse do estado de Santa Catarina, pois o que for melhor para o Estado, certamente será o melhor para todas as suas regiões, e que não se pode dizer o inverso, quando se pensa individualmente.

Fernando Zancan – Presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM)

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A logística e o desenvolvimento de Santa Catarina

26/08/2016

Fernando Zancan - Presidente da ABCM

Santa Catarina possui um importante parque industrial, ocupando posição de destaque, sendo o quarto estado do país em quantidade de empresas e o quinto em número de trabalhadores. Indústrias como a de frangos e suínos, pescados, têxtil e vestuário, e, ainda, produtos industrializados de alto valor agregado, estão sendo marcantes no país e vêm trazendo desenvolvimento para o estado.

Para sustentar todo este desenvolvimento é necessário integrar Santa Catarina por meio de um sistema logístico eficiente multimodal, interligando os portos catarinenses com as demais regiões do estado e com as outras regiões do país, algo que a FIESC vem defendendo junto a classe política.

Ampliar a opção de transporte para os produtos fabricados em SC, de modo que possa disponibilizar os insumos e as matérias-primas ao setor produtivo, aumentando a competitividade dos nossos produtos. Esse é o objetivo de um sistema ferroviário de alto desempenho, de baixo custo operacional e de grande capacidade de carga, podendo assim imprimir a velocidade necessária e adequada aos usuários e aos produtos transportados, interconectando a nova malha a já existente.

Santa Catarina é o estado do sul do país com a menor malha ferroviária, o que tem imposto séria dificuldade adicional no abastecimento de matéria prima para nossa indústria, além de dificultar o escoamento de produtos industrializados em larga escala, provocando um desgaste excessivo na malha rodoviária, com todas as suas consequências.

Uma nova malha ferroviária começa a ser desenhada pela VALEC/DNIT, que visa interligar, todas as regiões do estado, do Oeste ao Litoral (Integração) e do Sul ao Norte (Litorânea), que permitirá o escoamento do insumo e da sua produção de todo o seu complexo industrial, internamente e para o resto do país.

Para o Sul do Estado é de fundamental importância a construção da Ferrovia Litorânea, não só para o escoamento de seus produtos industrializados, minerais ou agrícolas, mas como condição necessária para viabilizar novos projetos de geração energia termelétrica limpa, onde reagentes e subprodutos como cimento e fertilizantes serão transportados com baixo custo.

Esperamos que os interesses locais e regionais não venham a influenciar e retardar os estudos técnicos dos traçados e se priorize o interesse do estado de Santa Catarina, pois o que for melhor para o Estado, certamente será o melhor para todas as suas regiões, e que não se pode dizer o inverso, quando se pensa individualmente.

Fernando Zancan – Presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM)

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