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Secretários de 11 estados que têm o assunto energia nas suas pastas se reuniram na Copel nesta última quinta-feira (21) para a 6ª reunião do Fórum Nacional dos Secretários Estaduais de Minas e Energia (FME). O objetivo foi discutir medidas que estão sendo adotadas para o setor e também melhorias que podem ser propostas ao governo Federal, detentor das concessões das empresas geradoras, transmissoras e distribuidoras de energia elétrica.

O governador Beto Richa abriu a reunião ao lado do presidente da Copel, Luiz Fernando Leone Vianna. "Este Fórum é importante porque é um espaço para discussão de assuntos sobre um setor que é fundamental para o desenvolvimento econômico e ganha mais relevância ainda no momento econômico pelo qual o País está passando", afirmou Richa. Segundo Vianna, como o FME tem assento no Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), é o ambiente propício para discutir e propor políticas para o setor. A Copel é a representante do Paraná no Fórum porque o governo do Estado não possui uma pasta específica para tratar do assunto.

Vianna abriu a reunião falando sobre a Medida Provisória 735, de julho de 2016, que vai tramitar no Congresso Nacional no segundo semestre. A MP trata de várias questões, entre elas a linearidade da cobrança do encargo referente à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Este encargo, que é repassado ao consumidor, passará a ser cobrado igualmente entre todas as regiões do Brasil a partir de 2017. Até então, o Norte e Nordeste pagam menos. "Vai ser uma mudança gradual até 2030 que, na prática, vai resultar na redução da tarifa para o consumidor".

O presidente da Copel também apresentou aos secretários duas emendas à MP propostas pelo deputado federal pelo Paraná Evandro Roman. Ambas tratam sobre usinas termelétricas. "Precisamos das usinas térmicas como reserva. Então, a emenda propõe que se faça contratação como energia reserva com custo variável unitário superior ao teto regulatório atual para que sejam viáveis", explicou. Além disto, Vianna defendeu a emenda que propõe a prorrogação do prazo de concessão das usinas térmicas que forem modernizadas pelas concessionárias.

Além do tema tratado pelo presidente da Copel, o secretário de Minas e Energia do Rio Grande do Sul, Lucas Redecker, falou sobre leilões de energia regionais e por fonte e o especialista em energia para América Latina do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Arturo Alarcón, tratou sobre linhas de financiamento do BID para eficiência energética e energias renováveis.

"O FME é uma forma de levar ao conhecimento de todos os estados as dificuldades e oportunidades do setor de energia e mineração e formular um ponto de vista comum", afirmou o presidente do FME, Marco Capute, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Estado do Rio de Janeiro. "E o Paraná é um estado muito rico em energia. Por isso a importância de trazer a discussão para cá também", finalizou. Além de um assento no CNPE, o Fórum também tem um representante na Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão no Ministério de Minas e Energia.

Fórum
O FME foi instituído em 1995 com a finalidade de promover o debate em torno das questões energéticas do País e de ser um mecanismo de interlocução dos governos de todos os estados com o governo federal, as organizações empresariais e as instituições da sociedade civil organizada. Depois de um tempo desativado, o Fórum foi retomado no início de 2015.

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Secretários de 11 estados que têm o assunto energia nas suas pastas se reuniram na Copel nesta última quinta-feira (21) para a 6ª reunião do Fórum Nacional dos Secretários Estaduais de Minas e Energia (FME). O objetivo foi discutir medidas que estão sendo adotadas para o setor e também melhorias que podem ser propostas ao governo Federal, detentor das concessões das empresas geradoras, transmissoras e distribuidoras de energia elétrica.

O governador Beto Richa abriu a reunião ao lado do presidente da Copel, Luiz Fernando Leone Vianna. "Este Fórum é importante porque é um espaço para discussão de assuntos sobre um setor que é fundamental para o desenvolvimento econômico e ganha mais relevância ainda no momento econômico pelo qual o País está passando", afirmou Richa. Segundo Vianna, como o FME tem assento no Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), é o ambiente propício para discutir e propor políticas para o setor. A Copel é a representante do Paraná no Fórum porque o governo do Estado não possui uma pasta específica para tratar do assunto.

Vianna abriu a reunião falando sobre a Medida Provisória 735, de julho de 2016, que vai tramitar no Congresso Nacional no segundo semestre. A MP trata de várias questões, entre elas a linearidade da cobrança do encargo referente à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Este encargo, que é repassado ao consumidor, passará a ser cobrado igualmente entre todas as regiões do Brasil a partir de 2017. Até então, o Norte e Nordeste pagam menos. "Vai ser uma mudança gradual até 2030 que, na prática, vai resultar na redução da tarifa para o consumidor".

O presidente da Copel também apresentou aos secretários duas emendas à MP propostas pelo deputado federal pelo Paraná Evandro Roman. Ambas tratam sobre usinas termelétricas. "Precisamos das usinas térmicas como reserva. Então, a emenda propõe que se faça contratação como energia reserva com custo variável unitário superior ao teto regulatório atual para que sejam viáveis", explicou. Além disto, Vianna defendeu a emenda que propõe a prorrogação do prazo de concessão das usinas térmicas que forem modernizadas pelas concessionárias.

Além do tema tratado pelo presidente da Copel, o secretário de Minas e Energia do Rio Grande do Sul, Lucas Redecker, falou sobre leilões de energia regionais e por fonte e o especialista em energia para América Latina do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Arturo Alarcón, tratou sobre linhas de financiamento do BID para eficiência energética e energias renováveis.

"O FME é uma forma de levar ao conhecimento de todos os estados as dificuldades e oportunidades do setor de energia e mineração e formular um ponto de vista comum", afirmou o presidente do FME, Marco Capute, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Estado do Rio de Janeiro. "E o Paraná é um estado muito rico em energia. Por isso a importância de trazer a discussão para cá também", finalizou. Além de um assento no CNPE, o Fórum também tem um representante na Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão no Ministério de Minas e Energia.

Fórum
O FME foi instituído em 1995 com a finalidade de promover o debate em torno das questões energéticas do País e de ser um mecanismo de interlocução dos governos de todos os estados com o governo federal, as organizações empresariais e as instituições da sociedade civil organizada. Depois de um tempo desativado, o Fórum foi retomado no início de 2015.

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Copel recebe secretários de Minas e Energia para discutir políticas para o setor

01/08/2016

Secretários de 11 estados que têm o assunto energia nas suas pastas se reuniram na Copel nesta última quinta-feira (21) para a 6ª reunião do Fórum Nacional dos Secretários Estaduais de Minas e Energia (FME). O objetivo foi discutir medidas que estão sendo adotadas para o setor e também melhorias que podem ser propostas ao governo Federal, detentor das concessões das empresas geradoras, transmissoras e distribuidoras de energia elétrica.

O governador Beto Richa abriu a reunião ao lado do presidente da Copel, Luiz Fernando Leone Vianna. "Este Fórum é importante porque é um espaço para discussão de assuntos sobre um setor que é fundamental para o desenvolvimento econômico e ganha mais relevância ainda no momento econômico pelo qual o País está passando", afirmou Richa. Segundo Vianna, como o FME tem assento no Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), é o ambiente propício para discutir e propor políticas para o setor. A Copel é a representante do Paraná no Fórum porque o governo do Estado não possui uma pasta específica para tratar do assunto.

Vianna abriu a reunião falando sobre a Medida Provisória 735, de julho de 2016, que vai tramitar no Congresso Nacional no segundo semestre. A MP trata de várias questões, entre elas a linearidade da cobrança do encargo referente à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Este encargo, que é repassado ao consumidor, passará a ser cobrado igualmente entre todas as regiões do Brasil a partir de 2017. Até então, o Norte e Nordeste pagam menos. "Vai ser uma mudança gradual até 2030 que, na prática, vai resultar na redução da tarifa para o consumidor".

O presidente da Copel também apresentou aos secretários duas emendas à MP propostas pelo deputado federal pelo Paraná Evandro Roman. Ambas tratam sobre usinas termelétricas. "Precisamos das usinas térmicas como reserva. Então, a emenda propõe que se faça contratação como energia reserva com custo variável unitário superior ao teto regulatório atual para que sejam viáveis", explicou. Além disto, Vianna defendeu a emenda que propõe a prorrogação do prazo de concessão das usinas térmicas que forem modernizadas pelas concessionárias.

Além do tema tratado pelo presidente da Copel, o secretário de Minas e Energia do Rio Grande do Sul, Lucas Redecker, falou sobre leilões de energia regionais e por fonte e o especialista em energia para América Latina do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Arturo Alarcón, tratou sobre linhas de financiamento do BID para eficiência energética e energias renováveis.

"O FME é uma forma de levar ao conhecimento de todos os estados as dificuldades e oportunidades do setor de energia e mineração e formular um ponto de vista comum", afirmou o presidente do FME, Marco Capute, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Estado do Rio de Janeiro. "E o Paraná é um estado muito rico em energia. Por isso a importância de trazer a discussão para cá também", finalizou. Além de um assento no CNPE, o Fórum também tem um representante na Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão no Ministério de Minas e Energia.

Fórum
O FME foi instituído em 1995 com a finalidade de promover o debate em torno das questões energéticas do País e de ser um mecanismo de interlocução dos governos de todos os estados com o governo federal, as organizações empresariais e as instituições da sociedade civil organizada. Depois de um tempo desativado, o Fórum foi retomado no início de 2015.

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