Acesso Restrito
Array
(
    [0] => 1
    [i_empresa] => 1
    [1] => 602
    [i_conteudo] => 602
    [2] => 0
    [i_subarea] => 0
    [3] => 2016-07-03
    [dt_conteudo] => 2016-07-03
    [4] => ABCM sugere modernizar parque termelétrico do País
    [titulo] => ABCM sugere modernizar parque termelétrico do País
    [5] => Marcelo Villela - Mining.com
    [autor] => Marcelo Villela - Mining.com
    [6] => O setor carbonífero está preocupado com o reflexo que a provável interrupção de algumas usinas de energia irá causar ao segmento.
    [resumo] => O setor carbonífero está preocupado com o reflexo que a provável interrupção de algumas usinas de energia irá causar ao segmento.
    [7] => 

O setor carbonífero está preocupado com o reflexo que a provável interrupção de algumas usinas de energia irá causar ao segmento. Para evitar um impacto maior, a Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM) vai sugerir ao Ministério de Minas e Energia um programa de modernização do parque termelétrico brasileiro, com a troca das velhas térmicas por novas.
O presidente da entidade, Fernando Zancan, adianta que o secretário gaúcho de Minas e Energia, Lucas Redecker, está tentando marcar uma reunião com o ministro Fernando Coelho Filho e, nessa ocasião, poderá ser apresentada a proposta. Além da ABCM e da Secretaria Estadual de Minas e Energia, estão envolvidos na iniciativa a Frente Parlamentar em Defesa do Carvão Mineral e empreendedores. O programa de modernização prevê a realização de leilões de energia focados em projetos a carvão a serem instalados nas regiões mineiras do País, que estão concentradas em Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Zancan antecipa que a ideia seria viabilizar 1.050 MW em cada um dos estados, o que demandaria aproximadamente US$ 5 bilhões em investimentos. Esses 2,1 mil MW representariam mais da metade da demanda média de energia dos gaúchos.
O dilema enfrentado pelas termelétricas a carvão mais antigas deve-se à Resolução Normativa nº 500, de 17 de julho de 2012, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A medida estabeleceu critérios de eficiência para usinas, que variam de acordo com a potência instalada das estruturas. Zancan argumenta que a resolução está tornando inviável a operação de algumas térmicas, como é o caso da localizada em Charqueadas. A Tractebel, empresa responsável por esse empreendimento, já anunciou a intenção de desativá-lo no dia 31 de agosto. O dirigente acrescenta que as imposições da Aneel ameaçam também a continuidade das fases A e B (máquinas que somam 446 MW de capacidade instalada) da usina Presidente Médici, em Candiota, e mais 232 MW do complexo termelétrico Jorge Lacerda, em Santa Catarina.
Zancan ressalta que a paralisação das termelétricas irá causar problemas energéticos, assim como sociais e econômicos, com as demissões que implicará. A modernização possibilitaria manter 52,3 mil empregos na cadeia produtiva no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná e permitiria maior oferta de energia no Sul do País, diminuindo a dependência da “importação” do Norte e Nordeste.
Fonte: JC

[conteudo] =>

O setor carbonífero está preocupado com o reflexo que a provável interrupção de algumas usinas de energia irá causar ao segmento. Para evitar um impacto maior, a Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM) vai sugerir ao Ministério de Minas e Energia um programa de modernização do parque termelétrico brasileiro, com a troca das velhas térmicas por novas.
O presidente da entidade, Fernando Zancan, adianta que o secretário gaúcho de Minas e Energia, Lucas Redecker, está tentando marcar uma reunião com o ministro Fernando Coelho Filho e, nessa ocasião, poderá ser apresentada a proposta. Além da ABCM e da Secretaria Estadual de Minas e Energia, estão envolvidos na iniciativa a Frente Parlamentar em Defesa do Carvão Mineral e empreendedores. O programa de modernização prevê a realização de leilões de energia focados em projetos a carvão a serem instalados nas regiões mineiras do País, que estão concentradas em Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Zancan antecipa que a ideia seria viabilizar 1.050 MW em cada um dos estados, o que demandaria aproximadamente US$ 5 bilhões em investimentos. Esses 2,1 mil MW representariam mais da metade da demanda média de energia dos gaúchos.
O dilema enfrentado pelas termelétricas a carvão mais antigas deve-se à Resolução Normativa nº 500, de 17 de julho de 2012, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A medida estabeleceu critérios de eficiência para usinas, que variam de acordo com a potência instalada das estruturas. Zancan argumenta que a resolução está tornando inviável a operação de algumas térmicas, como é o caso da localizada em Charqueadas. A Tractebel, empresa responsável por esse empreendimento, já anunciou a intenção de desativá-lo no dia 31 de agosto. O dirigente acrescenta que as imposições da Aneel ameaçam também a continuidade das fases A e B (máquinas que somam 446 MW de capacidade instalada) da usina Presidente Médici, em Candiota, e mais 232 MW do complexo termelétrico Jorge Lacerda, em Santa Catarina.
Zancan ressalta que a paralisação das termelétricas irá causar problemas energéticos, assim como sociais e econômicos, com as demissões que implicará. A modernização possibilitaria manter 52,3 mil empregos na cadeia produtiva no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná e permitiria maior oferta de energia no Sul do País, diminuindo a dependência da “importação” do Norte e Nordeste.
Fonte: JC

[8] => [palavra_chave] => [9] => S [publica] => S [10] => 0 [i_usuario] => 0 [11] => 2016-07-05 13:34:07 [dt_sistema] => 2016-07-05 13:34:07 [12] => [foto] => [13] => [capa] => )

ABCM sugere modernizar parque termelétrico do País

03/07/2016

Marcelo Villela - Mining.com

O setor carbonífero está preocupado com o reflexo que a provável interrupção de algumas usinas de energia irá causar ao segmento. Para evitar um impacto maior, a Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM) vai sugerir ao Ministério de Minas e Energia um programa de modernização do parque termelétrico brasileiro, com a troca das velhas térmicas por novas.
O presidente da entidade, Fernando Zancan, adianta que o secretário gaúcho de Minas e Energia, Lucas Redecker, está tentando marcar uma reunião com o ministro Fernando Coelho Filho e, nessa ocasião, poderá ser apresentada a proposta. Além da ABCM e da Secretaria Estadual de Minas e Energia, estão envolvidos na iniciativa a Frente Parlamentar em Defesa do Carvão Mineral e empreendedores. O programa de modernização prevê a realização de leilões de energia focados em projetos a carvão a serem instalados nas regiões mineiras do País, que estão concentradas em Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Zancan antecipa que a ideia seria viabilizar 1.050 MW em cada um dos estados, o que demandaria aproximadamente US$ 5 bilhões em investimentos. Esses 2,1 mil MW representariam mais da metade da demanda média de energia dos gaúchos.
O dilema enfrentado pelas termelétricas a carvão mais antigas deve-se à Resolução Normativa nº 500, de 17 de julho de 2012, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A medida estabeleceu critérios de eficiência para usinas, que variam de acordo com a potência instalada das estruturas. Zancan argumenta que a resolução está tornando inviável a operação de algumas térmicas, como é o caso da localizada em Charqueadas. A Tractebel, empresa responsável por esse empreendimento, já anunciou a intenção de desativá-lo no dia 31 de agosto. O dirigente acrescenta que as imposições da Aneel ameaçam também a continuidade das fases A e B (máquinas que somam 446 MW de capacidade instalada) da usina Presidente Médici, em Candiota, e mais 232 MW do complexo termelétrico Jorge Lacerda, em Santa Catarina.
Zancan ressalta que a paralisação das termelétricas irá causar problemas energéticos, assim como sociais e econômicos, com as demissões que implicará. A modernização possibilitaria manter 52,3 mil empregos na cadeia produtiva no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná e permitiria maior oferta de energia no Sul do País, diminuindo a dependência da “importação” do Norte e Nordeste.
Fonte: JC

Rua Pascoal Meller, 73 - Bairro Universitário - CEP 88.805-380 - CP 362 - Criciúma - Santa Catarina
Tel. (48) 3431.8350/Fax: (48) 3431.8351