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O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) decidiu, em sua reunião desta quarta-feira (4/5), desligar as usinas térmicas com Custo Variável Unitário (CVU) superior a R$ 150 o MWh, a partir de 7 de maio. Atualmente, estão em operação na base elétrica as usinas com CVU até R$ 211 o MWh. A reunião foi presidida pelo ministro Marco Antonio Almeida.

O Operador Nacional do Sistema (ONS) estima que serão desligadas 2.011 MW médios com a medida, com redução prevista de R$ 288 milhões ao mês, que representam em 2016 uma economia superior a R$ 2 bilhões para o sistema elétrico.

Com a definição, saem do despacho fora da ordem de mérito por garantia de suprimento energético as usinas térmicas J. Lacerda C; Luiz Carlos Prestes L1; Euzébio Rocha L13; Luiz Carlos Prestes L13; J. Lacerda B; Rômulo Almeida; Nova Venécia; Governador Leonel Brizola L13; Aureliano Chaves; J. Lacerda A2; Barbosa Lima Sobrinho e Charqueadas.

O comitê avaliou, conforme exposto na nota divulgada ao final da reunião, que as condições atuais do sistema elétrico permitem nova redução de geração térmica mais cara neste momento. Nessa avaliação, pesam fatores como a expansão da geração no país (que foi reforçada neste mês, por exemplo, com a entrada em operação de unidades geradoras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte), e o nível dos reservatórios, que estão em situação de armazenamento mais favorável do que o verificado no mesmo período do ano passado, entre outros. Dessa forma, a medida anunciada hoje está alinhada e dá sequência às ações de redução do despacho térmico mais caro que vêm sendo empreendidas desde agosto de 2015.

Esse é o terceiro desligamento de térmicas de maior custo determinado pelo colegiado, em processo iniciado em agosto de 2015, quando o CMSE deliberou por efetuar o desligamento das usinas térmicas com CVU acima de R$ 600/MWh. Em 25 de fevereiro de 2016, o CMSE decidiu retirar do despacho as usinas com CVU superior a R$ 250/MWh, a partir de 1º de março de 2016. Na mesma data, o colegiado também definiu o desligamento das usinas com CVU superior a R$211/MWh, a partir de 1º de abril de 2016.

De acordo com avaliação do CMSE, em 2016 entraram em operação 2.792 MW novos, do total de 7.223 MW de capacidade de geração previstos, dos quais 919 MW desde a última reunião do Comitê.

Quanto ao risco de faltar energia no país em 2016, o CMSE avaliou na reunião desta quarta-feira que, o risco de qualquer déficit de energia é zero para as regiões Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste, nos dois cenários avaliados.

Estiveram presentes os deputados Alceu Moreira (PMDB-RS), Giovani Cherini (PDT-RS), Afonso Motta (PDT-RS) e Afonso Hamm (PP-RS); os senadores Ana Amélia Lemos (PP-RS) e Lasier Martins (PDT-RS); o secretário de Energia do Rio Grande do Sul, dep. Lucas Redecker (PSDB-RS); o presidente da Copelmi, Cesar Faria; o presidente da ABCM, Fernando Zancan; os diretores da Tractebel, José Luiz Jansson Laydner e Sérgio Maes, além dos prefeitos e vereadores da região do Baixo Jacuí: Charqueadas, São Jeronimo e Arroio dos Ratos.

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O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) decidiu, em sua reunião desta quarta-feira (4/5), desligar as usinas térmicas com Custo Variável Unitário (CVU) superior a R$ 150 o MWh, a partir de 7 de maio. Atualmente, estão em operação na base elétrica as usinas com CVU até R$ 211 o MWh. A reunião foi presidida pelo ministro Marco Antonio Almeida.

O Operador Nacional do Sistema (ONS) estima que serão desligadas 2.011 MW médios com a medida, com redução prevista de R$ 288 milhões ao mês, que representam em 2016 uma economia superior a R$ 2 bilhões para o sistema elétrico.

Com a definição, saem do despacho fora da ordem de mérito por garantia de suprimento energético as usinas térmicas J. Lacerda C; Luiz Carlos Prestes L1; Euzébio Rocha L13; Luiz Carlos Prestes L13; J. Lacerda B; Rômulo Almeida; Nova Venécia; Governador Leonel Brizola L13; Aureliano Chaves; J. Lacerda A2; Barbosa Lima Sobrinho e Charqueadas.

O comitê avaliou, conforme exposto na nota divulgada ao final da reunião, que as condições atuais do sistema elétrico permitem nova redução de geração térmica mais cara neste momento. Nessa avaliação, pesam fatores como a expansão da geração no país (que foi reforçada neste mês, por exemplo, com a entrada em operação de unidades geradoras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte), e o nível dos reservatórios, que estão em situação de armazenamento mais favorável do que o verificado no mesmo período do ano passado, entre outros. Dessa forma, a medida anunciada hoje está alinhada e dá sequência às ações de redução do despacho térmico mais caro que vêm sendo empreendidas desde agosto de 2015.

Esse é o terceiro desligamento de térmicas de maior custo determinado pelo colegiado, em processo iniciado em agosto de 2015, quando o CMSE deliberou por efetuar o desligamento das usinas térmicas com CVU acima de R$ 600/MWh. Em 25 de fevereiro de 2016, o CMSE decidiu retirar do despacho as usinas com CVU superior a R$ 250/MWh, a partir de 1º de março de 2016. Na mesma data, o colegiado também definiu o desligamento das usinas com CVU superior a R$211/MWh, a partir de 1º de abril de 2016.

De acordo com avaliação do CMSE, em 2016 entraram em operação 2.792 MW novos, do total de 7.223 MW de capacidade de geração previstos, dos quais 919 MW desde a última reunião do Comitê.

Quanto ao risco de faltar energia no país em 2016, o CMSE avaliou na reunião desta quarta-feira que, o risco de qualquer déficit de energia é zero para as regiões Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste, nos dois cenários avaliados.

Estiveram presentes os deputados Alceu Moreira (PMDB-RS), Giovani Cherini (PDT-RS), Afonso Motta (PDT-RS) e Afonso Hamm (PP-RS); os senadores Ana Amélia Lemos (PP-RS) e Lasier Martins (PDT-RS); o secretário de Energia do Rio Grande do Sul, dep. Lucas Redecker (PSDB-RS); o presidente da Copelmi, Cesar Faria; o presidente da ABCM, Fernando Zancan; os diretores da Tractebel, José Luiz Jansson Laydner e Sérgio Maes, além dos prefeitos e vereadores da região do Baixo Jacuí: Charqueadas, São Jeronimo e Arroio dos Ratos.

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ABCM participa de reunião com MME sobre o desligamento da Usinas de Charqueadas

09/05/2016

Texto: Ministério de Minas e Energia

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) decidiu, em sua reunião desta quarta-feira (4/5), desligar as usinas térmicas com Custo Variável Unitário (CVU) superior a R$ 150 o MWh, a partir de 7 de maio. Atualmente, estão em operação na base elétrica as usinas com CVU até R$ 211 o MWh. A reunião foi presidida pelo ministro Marco Antonio Almeida.

O Operador Nacional do Sistema (ONS) estima que serão desligadas 2.011 MW médios com a medida, com redução prevista de R$ 288 milhões ao mês, que representam em 2016 uma economia superior a R$ 2 bilhões para o sistema elétrico.

Com a definição, saem do despacho fora da ordem de mérito por garantia de suprimento energético as usinas térmicas J. Lacerda C; Luiz Carlos Prestes L1; Euzébio Rocha L13; Luiz Carlos Prestes L13; J. Lacerda B; Rômulo Almeida; Nova Venécia; Governador Leonel Brizola L13; Aureliano Chaves; J. Lacerda A2; Barbosa Lima Sobrinho e Charqueadas.

O comitê avaliou, conforme exposto na nota divulgada ao final da reunião, que as condições atuais do sistema elétrico permitem nova redução de geração térmica mais cara neste momento. Nessa avaliação, pesam fatores como a expansão da geração no país (que foi reforçada neste mês, por exemplo, com a entrada em operação de unidades geradoras da Usina Hidrelétrica de Belo Monte), e o nível dos reservatórios, que estão em situação de armazenamento mais favorável do que o verificado no mesmo período do ano passado, entre outros. Dessa forma, a medida anunciada hoje está alinhada e dá sequência às ações de redução do despacho térmico mais caro que vêm sendo empreendidas desde agosto de 2015.

Esse é o terceiro desligamento de térmicas de maior custo determinado pelo colegiado, em processo iniciado em agosto de 2015, quando o CMSE deliberou por efetuar o desligamento das usinas térmicas com CVU acima de R$ 600/MWh. Em 25 de fevereiro de 2016, o CMSE decidiu retirar do despacho as usinas com CVU superior a R$ 250/MWh, a partir de 1º de março de 2016. Na mesma data, o colegiado também definiu o desligamento das usinas com CVU superior a R$211/MWh, a partir de 1º de abril de 2016.

De acordo com avaliação do CMSE, em 2016 entraram em operação 2.792 MW novos, do total de 7.223 MW de capacidade de geração previstos, dos quais 919 MW desde a última reunião do Comitê.

Quanto ao risco de faltar energia no país em 2016, o CMSE avaliou na reunião desta quarta-feira que, o risco de qualquer déficit de energia é zero para as regiões Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste, nos dois cenários avaliados.

Estiveram presentes os deputados Alceu Moreira (PMDB-RS), Giovani Cherini (PDT-RS), Afonso Motta (PDT-RS) e Afonso Hamm (PP-RS); os senadores Ana Amélia Lemos (PP-RS) e Lasier Martins (PDT-RS); o secretário de Energia do Rio Grande do Sul, dep. Lucas Redecker (PSDB-RS); o presidente da Copelmi, Cesar Faria; o presidente da ABCM, Fernando Zancan; os diretores da Tractebel, José Luiz Jansson Laydner e Sérgio Maes, além dos prefeitos e vereadores da região do Baixo Jacuí: Charqueadas, São Jeronimo e Arroio dos Ratos.

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