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O presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, preferiu a cautela frente ao anúncio oficial por parte do Ministério de Minas e Energia de que o carvão mineral está garantido no próximo leilão de energia de A-5 (que garante produção de energia para cinco anos a frente). O anuncio da inclusão do carvão mineral no próximo leilão foi feito pelo diretor da Eletrobras, Valter Cardeal, durante o Seminário Desenvolvimento da Região Carbonífera, que ocorreu na sexta-feira (03/05), no Teatro Dante Barone da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALrs).

Segundo a portaria publicada no Diário Oficial da União na sexta-feira (03/05), o leilão para energia térmica das fontes de carvão mineral, gás e biomassa será dia 29 de agosto, com habilitação das empresas interessadas até 26 de junho.

Para o presidente da ABCM, Fernando Zancan, falta, agora, definir condições de financiamento a longo prazo pelo BNDES para viabilizar os empreendimentos. Outro ponto importante é a garantia de incentivos à geração das termelétricas a carvão mineral, o que já existe para outras fontes, como a eólica.

"A notícia é boa. No entanto, não podemos comemorar, pois temos ainda que tomar medidas para garantir a competitividade e a isonomia de tratamento ao carvão mineral em relação às outras fontes de energia. Sem isso os investimentos de bilhões previstos para Rio Grande do Sul e Santa Catarina podem não ser viabilizados. Só comemorarei mesmo quando ganharmos o leilão", alerta Zancan.

Desde 2009, o setor do carvão mineral é impedido pelo Governo Federal de participar dos leilões. Os estados de SC e RS poderão receber investimentos da ordem de até R$ 12 bilhões, referentes a três termelétricas (duas no RS do grupo do empresário Eike Batista e outra em SC da Tractebel), as quais já possuem todos os licenciamentos ambientais aprovados.

Durante o painel, o presidente da ABCM destacou que a região Sul do Brasil possui "dois ou três ‘pré-sal’ em carvão em mineral”, recurso que até agora não estava sendo utilizado, ao contrário do que ocorre no mundo inteiro. Segundo ele, o mineral representa 67% dos recursos de energia do País. A Alemanha, por exemplo, vai finalizar a construção de um conjunto de térmicas a carvão mineral que ao todo vão gerar 12 mil MW até 2016.

Ainda segundo Zancan, ao mesmo tempo que a demanda residencial cresce com o consumo de aparelhos eletrônicos pelos brasileiros, as variações do tempo (regime de chuva e ventos) não tem gerado segurança energética para o País, o que obrigada o Governo Federal a utilizar as térmicas como forma de dar estabilidade e garantia ao sistema de abastecimento.

"É preciso observar que mesmo com a retração na economia que tivemos, a demanda por energia só faz crescer. No Sul do Brasil o problema é ainda maior, pois não há mais espaço para construir hidrelétricas e a energia eólica é instável, uma vez que depende de vento. E das térmicas, aquelas movida a carvão mineral são as mais baratas, sobretudo aqui no RS, onde as térmicas ficam na boca da mina", explica o presidente da ABCM.

O Seminário Desenvolvimento da Região Carbonífera: Carvão Mineral e Polo Naval foi uma promoção da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul em conjunto com a Câmara dos Deputados. O evento teve ainda o apoio do Fórum Democrático da ALrs.

Fonte: http://solos.com.br/node/575#.UZKSl7Up-Sq

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O presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, preferiu a cautela frente ao anúncio oficial por parte do Ministério de Minas e Energia de que o carvão mineral está garantido no próximo leilão de energia de A-5 (que garante produção de energia para cinco anos a frente). O anuncio da inclusão do carvão mineral no próximo leilão foi feito pelo diretor da Eletrobras, Valter Cardeal, durante o Seminário Desenvolvimento da Região Carbonífera, que ocorreu na sexta-feira (03/05), no Teatro Dante Barone da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALrs).

Segundo a portaria publicada no Diário Oficial da União na sexta-feira (03/05), o leilão para energia térmica das fontes de carvão mineral, gás e biomassa será dia 29 de agosto, com habilitação das empresas interessadas até 26 de junho.

Para o presidente da ABCM, Fernando Zancan, falta, agora, definir condições de financiamento a longo prazo pelo BNDES para viabilizar os empreendimentos. Outro ponto importante é a garantia de incentivos à geração das termelétricas a carvão mineral, o que já existe para outras fontes, como a eólica.

"A notícia é boa. No entanto, não podemos comemorar, pois temos ainda que tomar medidas para garantir a competitividade e a isonomia de tratamento ao carvão mineral em relação às outras fontes de energia. Sem isso os investimentos de bilhões previstos para Rio Grande do Sul e Santa Catarina podem não ser viabilizados. Só comemorarei mesmo quando ganharmos o leilão", alerta Zancan.

Desde 2009, o setor do carvão mineral é impedido pelo Governo Federal de participar dos leilões. Os estados de SC e RS poderão receber investimentos da ordem de até R$ 12 bilhões, referentes a três termelétricas (duas no RS do grupo do empresário Eike Batista e outra em SC da Tractebel), as quais já possuem todos os licenciamentos ambientais aprovados.

Durante o painel, o presidente da ABCM destacou que a região Sul do Brasil possui "dois ou três ‘pré-sal’ em carvão em mineral”, recurso que até agora não estava sendo utilizado, ao contrário do que ocorre no mundo inteiro. Segundo ele, o mineral representa 67% dos recursos de energia do País. A Alemanha, por exemplo, vai finalizar a construção de um conjunto de térmicas a carvão mineral que ao todo vão gerar 12 mil MW até 2016.

Ainda segundo Zancan, ao mesmo tempo que a demanda residencial cresce com o consumo de aparelhos eletrônicos pelos brasileiros, as variações do tempo (regime de chuva e ventos) não tem gerado segurança energética para o País, o que obrigada o Governo Federal a utilizar as térmicas como forma de dar estabilidade e garantia ao sistema de abastecimento.

"É preciso observar que mesmo com a retração na economia que tivemos, a demanda por energia só faz crescer. No Sul do Brasil o problema é ainda maior, pois não há mais espaço para construir hidrelétricas e a energia eólica é instável, uma vez que depende de vento. E das térmicas, aquelas movida a carvão mineral são as mais baratas, sobretudo aqui no RS, onde as térmicas ficam na boca da mina", explica o presidente da ABCM.

O Seminário Desenvolvimento da Região Carbonífera: Carvão Mineral e Polo Naval foi uma promoção da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul em conjunto com a Câmara dos Deputados. O evento teve ainda o apoio do Fórum Democrático da ALrs.

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Zancan é cauteloso frente a oficialização do carvão no próximo leilão A-5

06/05/2013

Vinícius Spindler, Assessoria da ABCM / RS

 

O presidente da Associação Brasileira de Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, preferiu a cautela frente ao anúncio oficial por parte do Ministério de Minas e Energia de que o carvão mineral está garantido no próximo leilão de energia de A-5 (que garante produção de energia para cinco anos a frente). O anuncio da inclusão do carvão mineral no próximo leilão foi feito pelo diretor da Eletrobras, Valter Cardeal, durante o Seminário Desenvolvimento da Região Carbonífera, que ocorreu na sexta-feira (03/05), no Teatro Dante Barone da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALrs).

Segundo a portaria publicada no Diário Oficial da União na sexta-feira (03/05), o leilão para energia térmica das fontes de carvão mineral, gás e biomassa será dia 29 de agosto, com habilitação das empresas interessadas até 26 de junho.

Para o presidente da ABCM, Fernando Zancan, falta, agora, definir condições de financiamento a longo prazo pelo BNDES para viabilizar os empreendimentos. Outro ponto importante é a garantia de incentivos à geração das termelétricas a carvão mineral, o que já existe para outras fontes, como a eólica.

"A notícia é boa. No entanto, não podemos comemorar, pois temos ainda que tomar medidas para garantir a competitividade e a isonomia de tratamento ao carvão mineral em relação às outras fontes de energia. Sem isso os investimentos de bilhões previstos para Rio Grande do Sul e Santa Catarina podem não ser viabilizados. Só comemorarei mesmo quando ganharmos o leilão", alerta Zancan.

Desde 2009, o setor do carvão mineral é impedido pelo Governo Federal de participar dos leilões. Os estados de SC e RS poderão receber investimentos da ordem de até R$ 12 bilhões, referentes a três termelétricas (duas no RS do grupo do empresário Eike Batista e outra em SC da Tractebel), as quais já possuem todos os licenciamentos ambientais aprovados.

Durante o painel, o presidente da ABCM destacou que a região Sul do Brasil possui "dois ou três ‘pré-sal’ em carvão em mineral”, recurso que até agora não estava sendo utilizado, ao contrário do que ocorre no mundo inteiro. Segundo ele, o mineral representa 67% dos recursos de energia do País. A Alemanha, por exemplo, vai finalizar a construção de um conjunto de térmicas a carvão mineral que ao todo vão gerar 12 mil MW até 2016.

Ainda segundo Zancan, ao mesmo tempo que a demanda residencial cresce com o consumo de aparelhos eletrônicos pelos brasileiros, as variações do tempo (regime de chuva e ventos) não tem gerado segurança energética para o País, o que obrigada o Governo Federal a utilizar as térmicas como forma de dar estabilidade e garantia ao sistema de abastecimento.

"É preciso observar que mesmo com a retração na economia que tivemos, a demanda por energia só faz crescer. No Sul do Brasil o problema é ainda maior, pois não há mais espaço para construir hidrelétricas e a energia eólica é instável, uma vez que depende de vento. E das térmicas, aquelas movida a carvão mineral são as mais baratas, sobretudo aqui no RS, onde as térmicas ficam na boca da mina", explica o presidente da ABCM.

O Seminário Desenvolvimento da Região Carbonífera: Carvão Mineral e Polo Naval foi uma promoção da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul em conjunto com a Câmara dos Deputados. O evento teve ainda o apoio do Fórum Democrático da ALrs.

Fonte: http://solos.com.br/node/575#.UZKSl7Up-Sq

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