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Se as obras da termelétrica Pampa Sul/Miroel Wolowski, da Engie Tractebel Energia, já estão em andamento, os trabalhos na mina de carvão Seival, que alimentará a usina, estão prestes a começar. A terraplenagem se iniciará em maio, e as obras civis, no terceiro trimestre. Ambos os complexos operarão no município de Candiota, sendo que a mina é de responsabilidade da Seival Sul Mineração (uma controlada do grupo Copelmi).
A previsão é que a obra na estrutura seja finalizada no segundo semestre do próximo ano, para iniciar a mineração em 2018. A mina deverá fornecer em torno de 2 milhões de toneladas do mineral ao ano para o empreendimento da Tractebel. A criação de empregos deverá ficar entre 300 a 400 postos de trabalho. O investimento no complexo será de aproximadamente R$ 103 milhões (estimativa de 2014, que deverá ser atualizada em breve).
De acordo com o diretor da Copelmi Carlos Faria, a mina possui uma reserva de 600 milhões de toneladas de carvão, das quais 350 milhões de toneladas certificadas e o restante em processo de certificação. O empresário adianta que a ideia é que a estrutura forneça combustível para a usina da Tractebel e, futuramente, para dois outros projetos da empresa Eneva (quando essas iniciativas saírem do papel).
Além da termelétrica da Tractebel e da mina do grupo Copelmi, outro assunto que tem sido destaque dentro do setor carbonífero é a expectativa quanto ao leilão de energia que o governo federal promoverá no dia 29 de abril. Os projetos vencedores do certame viabilizam a comercialização da energia a ser produzida. O presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, comenta que o desfecho desse tema dependerá do encaminhamento que será dado pelo governo federal.
O dirigente destaca que, se for priorizada a venda de um grande volume da gigantesca hidrelétrica de Belo Monte, não sobrará muito mercado para outras fontes. No Rio Grande do Sul, Zancan defende que uma ação que poderia aumentar o uso do carvão é desenvolver o processo de gaseificação desse mineral. "Isso alavancaria o setor, mas é preciso uma decisão de Estado, para saber como seria tratada a questão de um contrato de longo prazo", diz o presidente da ABCM.

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Se as obras da termelétrica Pampa Sul/Miroel Wolowski, da Engie Tractebel Energia, já estão em andamento, os trabalhos na mina de carvão Seival, que alimentará a usina, estão prestes a começar. A terraplenagem se iniciará em maio, e as obras civis, no terceiro trimestre. Ambos os complexos operarão no município de Candiota, sendo que a mina é de responsabilidade da Seival Sul Mineração (uma controlada do grupo Copelmi).
A previsão é que a obra na estrutura seja finalizada no segundo semestre do próximo ano, para iniciar a mineração em 2018. A mina deverá fornecer em torno de 2 milhões de toneladas do mineral ao ano para o empreendimento da Tractebel. A criação de empregos deverá ficar entre 300 a 400 postos de trabalho. O investimento no complexo será de aproximadamente R$ 103 milhões (estimativa de 2014, que deverá ser atualizada em breve).
De acordo com o diretor da Copelmi Carlos Faria, a mina possui uma reserva de 600 milhões de toneladas de carvão, das quais 350 milhões de toneladas certificadas e o restante em processo de certificação. O empresário adianta que a ideia é que a estrutura forneça combustível para a usina da Tractebel e, futuramente, para dois outros projetos da empresa Eneva (quando essas iniciativas saírem do papel).
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O dirigente destaca que, se for priorizada a venda de um grande volume da gigantesca hidrelétrica de Belo Monte, não sobrará muito mercado para outras fontes. No Rio Grande do Sul, Zancan defende que uma ação que poderia aumentar o uso do carvão é desenvolver o processo de gaseificação desse mineral. "Isso alavancaria o setor, mas é preciso uma decisão de Estado, para saber como seria tratada a questão de um contrato de longo prazo", diz o presidente da ABCM.

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Copelmi prepara início de obras de mina de carvão

28/03/2016

Jefferson Klein

Se as obras da termelétrica Pampa Sul/Miroel Wolowski, da Engie Tractebel Energia, já estão em andamento, os trabalhos na mina de carvão Seival, que alimentará a usina, estão prestes a começar. A terraplenagem se iniciará em maio, e as obras civis, no terceiro trimestre. Ambos os complexos operarão no município de Candiota, sendo que a mina é de responsabilidade da Seival Sul Mineração (uma controlada do grupo Copelmi).
A previsão é que a obra na estrutura seja finalizada no segundo semestre do próximo ano, para iniciar a mineração em 2018. A mina deverá fornecer em torno de 2 milhões de toneladas do mineral ao ano para o empreendimento da Tractebel. A criação de empregos deverá ficar entre 300 a 400 postos de trabalho. O investimento no complexo será de aproximadamente R$ 103 milhões (estimativa de 2014, que deverá ser atualizada em breve).
De acordo com o diretor da Copelmi Carlos Faria, a mina possui uma reserva de 600 milhões de toneladas de carvão, das quais 350 milhões de toneladas certificadas e o restante em processo de certificação. O empresário adianta que a ideia é que a estrutura forneça combustível para a usina da Tractebel e, futuramente, para dois outros projetos da empresa Eneva (quando essas iniciativas saírem do papel).
Além da termelétrica da Tractebel e da mina do grupo Copelmi, outro assunto que tem sido destaque dentro do setor carbonífero é a expectativa quanto ao leilão de energia que o governo federal promoverá no dia 29 de abril. Os projetos vencedores do certame viabilizam a comercialização da energia a ser produzida. O presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, comenta que o desfecho desse tema dependerá do encaminhamento que será dado pelo governo federal.
O dirigente destaca que, se for priorizada a venda de um grande volume da gigantesca hidrelétrica de Belo Monte, não sobrará muito mercado para outras fontes. No Rio Grande do Sul, Zancan defende que uma ação que poderia aumentar o uso do carvão é desenvolver o processo de gaseificação desse mineral. "Isso alavancaria o setor, mas é preciso uma decisão de Estado, para saber como seria tratada a questão de um contrato de longo prazo", diz o presidente da ABCM.

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