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Com a presença de representantes das empresas responsáveis pela realização da obra, foi assinado, na tarde desta quinta-feira (11), o contrato de construção do primeiro laboratório de captura de CO² da América Latina. O projeto, que terá recursos da Fapesc, está orçado em R$ 4,4 milhões, sendo R$ 2 milhões destinados a construção do prédio.

A ideia inicial veio após a parceria entre a Satc e o Laboratório Nacional de Energia dos Estados Unidos (NETL). O laboratório começa a ser construído na próxima segunda-feira (15) pelas empresas: Construtora Carlessi, BPM Pré-moldados e RHP Engenharia e Construções.

“Teremos a área analítica com dois pavimentos, onde serão feitas análises químicas e pesquisas com os adsorventes para a captura de CO². A área piloto terá um pé-direito de 20 metros, onde serão colocadas plantas piloto”, explica o engenheiro Thiago Aquino, coordenador do projeto de captura de CO² da Satc.

A importância dessa inovação para a geração de energia limpa é bastante significativa uma vez que o carvão é o combustível fóssil mais abundante e barato do planeta, e a única restrição a sua utilização em larga escala reside em seu grau de emissão de gases de efeito estufa. Quando a tecnologia de captura de CO² chegar às usinas geradoras de energia, o uso do carvão terá baixo impacto ambiental, podendo contribuir de forma sustentável para a energia mundial.

“É um projeto que vai trazer muito retorno para a região, para a criação de massa crítica e também para a formação dos nossos alunos, que irão trabalhar diretamente com a planta piloto. A construção deste laboratório coloca o Brasil entre os países avançados na pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono para a geração de energia a partir de fontes fósseis, juntamente com Estados Unidos, China e Canadá”, explica o diretor executivo da Satc, Fernando Zancan.

A estimativa é que a construção do prédio do Laboratório de Captura de CO² seja entregue no dia 15 de dezembro deste ano.

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A ideia inicial veio após a parceria entre a Satc e o Laboratório Nacional de Energia dos Estados Unidos (NETL). O laboratório começa a ser construído na próxima segunda-feira (15) pelas empresas: Construtora Carlessi, BPM Pré-moldados e RHP Engenharia e Construções.

“Teremos a área analítica com dois pavimentos, onde serão feitas análises químicas e pesquisas com os adsorventes para a captura de CO². A área piloto terá um pé-direito de 20 metros, onde serão colocadas plantas piloto”, explica o engenheiro Thiago Aquino, coordenador do projeto de captura de CO² da Satc.

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“É um projeto que vai trazer muito retorno para a região, para a criação de massa crítica e também para a formação dos nossos alunos, que irão trabalhar diretamente com a planta piloto. A construção deste laboratório coloca o Brasil entre os países avançados na pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono para a geração de energia a partir de fontes fósseis, juntamente com Estados Unidos, China e Canadá”, explica o diretor executivo da Satc, Fernando Zancan.

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Satc e construtoras assinam contrato para início das obras do Laboratório de Captura de CO²

12/02/2016

Lucas Jorge / Assessoria de Imprensa Siecesc

Com a presença de representantes das empresas responsáveis pela realização da obra, foi assinado, na tarde desta quinta-feira (11), o contrato de construção do primeiro laboratório de captura de CO² da América Latina. O projeto, que terá recursos da Fapesc, está orçado em R$ 4,4 milhões, sendo R$ 2 milhões destinados a construção do prédio.

A ideia inicial veio após a parceria entre a Satc e o Laboratório Nacional de Energia dos Estados Unidos (NETL). O laboratório começa a ser construído na próxima segunda-feira (15) pelas empresas: Construtora Carlessi, BPM Pré-moldados e RHP Engenharia e Construções.

“Teremos a área analítica com dois pavimentos, onde serão feitas análises químicas e pesquisas com os adsorventes para a captura de CO². A área piloto terá um pé-direito de 20 metros, onde serão colocadas plantas piloto”, explica o engenheiro Thiago Aquino, coordenador do projeto de captura de CO² da Satc.

A importância dessa inovação para a geração de energia limpa é bastante significativa uma vez que o carvão é o combustível fóssil mais abundante e barato do planeta, e a única restrição a sua utilização em larga escala reside em seu grau de emissão de gases de efeito estufa. Quando a tecnologia de captura de CO² chegar às usinas geradoras de energia, o uso do carvão terá baixo impacto ambiental, podendo contribuir de forma sustentável para a energia mundial.

“É um projeto que vai trazer muito retorno para a região, para a criação de massa crítica e também para a formação dos nossos alunos, que irão trabalhar diretamente com a planta piloto. A construção deste laboratório coloca o Brasil entre os países avançados na pesquisa e desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono para a geração de energia a partir de fontes fósseis, juntamente com Estados Unidos, China e Canadá”, explica o diretor executivo da Satc, Fernando Zancan.

A estimativa é que a construção do prédio do Laboratório de Captura de CO² seja entregue no dia 15 de dezembro deste ano.

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