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Em 19 de janeiro de 2016, o Fórum Econômico Mundial, reunido em Davos, na Suíça, emitiu um relatório com o título: "O futuro da energia elétrica nas economias em crescimento: atraindo investimento para prover energia elétrica segura, de baixo custo, acessível e sustentável". Esse segundo relatório sobre o futuro da eletricidade fornece recomendações aos formadores e empreendedores para atrair investimento no setor de eletricidade para as economias em desenvolvimento, de forma a alcançar seus objetivos.

O estudo mostra a importância da eletricidade para o crescimento destas economias e o impacto na redução da miséria, e que o fornecimento de energia confiável é vital para um crescimento sustentado. Conforme o relatório, essas economias podem seguir um caminho de mais eficiência investindo nas tecnologias certas, dentro de um balanço ótimo entre a geração convencional, a distribuída e as fontes convencionais e renováveis.

Os mercados de energia elétrica nessas economias têm um formato diferente e mais desafiador do que nos países maduros, em que a eletricidade é um bem de todos e a demanda decresce devido ao baixo crescimento do PIB e ao aumento de eficiência dos processos.

Em países como a Índia, que tem 300 milhões de pessoas sem acesso à energia elétrica, os consumidores residenciais, comerciais e industriais aumentarão o consumo de forma significativa. Para atender a essa demanda, será necessário um enorme esforço de investimento em toda a cadeia econômica.

Os países em desenvolvimento precisarão investir US$ 13 trilhões por ano, de 2015 a 2040, em fontes fósseis, nuclear, hidro, solar, eólica e outras renováveis. Somente as energias fósseis precisarão de US$ 2,1 trilhões por ano. Para dar conta disso, é necessário que não sejam criadas barreiras para o investimento em energias fósseis, como querem os ambientalistas.

O CEO do HSBC, Stuart Gulliver, afirmou que é perigoso fazer a sociedade acreditar que a solução é abandonar o petróleo, o gás e o carvão. Gulliver citou especialmente o carvão como sendo importante por causa do elevado impacto econômico e social na geração de emprego e renda e na segurança energética a baixo custo. O mundo precisa tratar das suas mazelas, e a eletricidade a baixo custo é fundamental. Portanto, todas as formas de energia serão necessárias.

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Em 19 de janeiro de 2016, o Fórum Econômico Mundial, reunido em Davos, na Suíça, emitiu um relatório com o título: "O futuro da energia elétrica nas economias em crescimento: atraindo investimento para prover energia elétrica segura, de baixo custo, acessível e sustentável". Esse segundo relatório sobre o futuro da eletricidade fornece recomendações aos formadores e empreendedores para atrair investimento no setor de eletricidade para as economias em desenvolvimento, de forma a alcançar seus objetivos.

O estudo mostra a importância da eletricidade para o crescimento destas economias e o impacto na redução da miséria, e que o fornecimento de energia confiável é vital para um crescimento sustentado. Conforme o relatório, essas economias podem seguir um caminho de mais eficiência investindo nas tecnologias certas, dentro de um balanço ótimo entre a geração convencional, a distribuída e as fontes convencionais e renováveis.

Os mercados de energia elétrica nessas economias têm um formato diferente e mais desafiador do que nos países maduros, em que a eletricidade é um bem de todos e a demanda decresce devido ao baixo crescimento do PIB e ao aumento de eficiência dos processos.

Em países como a Índia, que tem 300 milhões de pessoas sem acesso à energia elétrica, os consumidores residenciais, comerciais e industriais aumentarão o consumo de forma significativa. Para atender a essa demanda, será necessário um enorme esforço de investimento em toda a cadeia econômica.

Os países em desenvolvimento precisarão investir US$ 13 trilhões por ano, de 2015 a 2040, em fontes fósseis, nuclear, hidro, solar, eólica e outras renováveis. Somente as energias fósseis precisarão de US$ 2,1 trilhões por ano. Para dar conta disso, é necessário que não sejam criadas barreiras para o investimento em energias fósseis, como querem os ambientalistas.

O CEO do HSBC, Stuart Gulliver, afirmou que é perigoso fazer a sociedade acreditar que a solução é abandonar o petróleo, o gás e o carvão. Gulliver citou especialmente o carvão como sendo importante por causa do elevado impacto econômico e social na geração de emprego e renda e na segurança energética a baixo custo. O mundo precisa tratar das suas mazelas, e a eletricidade a baixo custo é fundamental. Portanto, todas as formas de energia serão necessárias.

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Mensagem de Davos

12/02/2016

Fernando Zancan - Presidente ABCM

Em 19 de janeiro de 2016, o Fórum Econômico Mundial, reunido em Davos, na Suíça, emitiu um relatório com o título: "O futuro da energia elétrica nas economias em crescimento: atraindo investimento para prover energia elétrica segura, de baixo custo, acessível e sustentável". Esse segundo relatório sobre o futuro da eletricidade fornece recomendações aos formadores e empreendedores para atrair investimento no setor de eletricidade para as economias em desenvolvimento, de forma a alcançar seus objetivos.

O estudo mostra a importância da eletricidade para o crescimento destas economias e o impacto na redução da miséria, e que o fornecimento de energia confiável é vital para um crescimento sustentado. Conforme o relatório, essas economias podem seguir um caminho de mais eficiência investindo nas tecnologias certas, dentro de um balanço ótimo entre a geração convencional, a distribuída e as fontes convencionais e renováveis.

Os mercados de energia elétrica nessas economias têm um formato diferente e mais desafiador do que nos países maduros, em que a eletricidade é um bem de todos e a demanda decresce devido ao baixo crescimento do PIB e ao aumento de eficiência dos processos.

Em países como a Índia, que tem 300 milhões de pessoas sem acesso à energia elétrica, os consumidores residenciais, comerciais e industriais aumentarão o consumo de forma significativa. Para atender a essa demanda, será necessário um enorme esforço de investimento em toda a cadeia econômica.

Os países em desenvolvimento precisarão investir US$ 13 trilhões por ano, de 2015 a 2040, em fontes fósseis, nuclear, hidro, solar, eólica e outras renováveis. Somente as energias fósseis precisarão de US$ 2,1 trilhões por ano. Para dar conta disso, é necessário que não sejam criadas barreiras para o investimento em energias fósseis, como querem os ambientalistas.

O CEO do HSBC, Stuart Gulliver, afirmou que é perigoso fazer a sociedade acreditar que a solução é abandonar o petróleo, o gás e o carvão. Gulliver citou especialmente o carvão como sendo importante por causa do elevado impacto econômico e social na geração de emprego e renda e na segurança energética a baixo custo. O mundo precisa tratar das suas mazelas, e a eletricidade a baixo custo é fundamental. Portanto, todas as formas de energia serão necessárias.

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