Acesso Restrito
Array
(
    [0] => 1
    [i_empresa] => 1
    [1] => 557
    [i_conteudo] => 557
    [2] => 0
    [i_subarea] => 0
    [3] => 2016-01-03
    [dt_conteudo] => 2016-01-03
    [4] => Carboníferas já tem novo contrato
    [titulo] => Carboníferas já tem novo contrato
    [5] => Blog João Paulo Messer
    [autor] => Blog João Paulo Messer
    [6] => 
    [resumo] => 
    [7] => 

Assinado ainda “no apagar das luzes de 2015”, vale a partir de hoje o novo contrato de fornecimento de carvão mineral à Tractebel. Desta vez são apenas seis empresas mineradores da região de Criciúma: Metropolitana, Belluno, Rio Deserto, Catarinense, Gabriela e Siderópolis. Todas fizeram contratos individuais, por isso “podem” fornecer cotas diferentes por valores igualmente diferentes. Pelo menos duas grandes ficaram fora: Carbonífera Criciúma e Cooperminas.

Com o novo modelo de contrato desaparece a figura do CCCE (Consórcio Catarinense do Carvão Energético). O Siesesc segue exitinto, pois se constitui numa entidade patronal (setorial).

Desta vez as negociações foram bem mais difíceis, pois os valores negociados não atingiram os patamares de anos anteriores. Isso pode ter reflexo direto na renovação do dissídio dos mineiros, cuja negociação será deflagrada nos próximos dias.

Projetos

Existem dois projetos em andamento no setor carbonífero cujos resultados podem gerar incremento nos próximos anos. O revolucionário programa de construção da Usitesc em Treviso é o mais arrojado, porém, o menos provável. Ele depende de uma mudança de política energética do governo que insiste em relegar esta fonte energética a um plano secundário.

Maracajá

Existe o projeto da Mina de Maracajá, cujas etapas mais delicadas de implantação, como a superação das questões ambientais estão superadas. A expectativa é que inicie as operações dentro de dois ou três anos. Dela participam sete empresas: Matropolitana, Belluno, Rio Deserto, Catarinense, Siderópolis, Gabriela e Minagel. Dela também estão fora: Carbonífera Criciúma, além da Cooperminas e Comin, estas duas que venderam as suas cotas.

[conteudo] =>

Assinado ainda “no apagar das luzes de 2015”, vale a partir de hoje o novo contrato de fornecimento de carvão mineral à Tractebel. Desta vez são apenas seis empresas mineradores da região de Criciúma: Metropolitana, Belluno, Rio Deserto, Catarinense, Gabriela e Siderópolis. Todas fizeram contratos individuais, por isso “podem” fornecer cotas diferentes por valores igualmente diferentes. Pelo menos duas grandes ficaram fora: Carbonífera Criciúma e Cooperminas.

Com o novo modelo de contrato desaparece a figura do CCCE (Consórcio Catarinense do Carvão Energético). O Siesesc segue exitinto, pois se constitui numa entidade patronal (setorial).

Desta vez as negociações foram bem mais difíceis, pois os valores negociados não atingiram os patamares de anos anteriores. Isso pode ter reflexo direto na renovação do dissídio dos mineiros, cuja negociação será deflagrada nos próximos dias.

Projetos

Existem dois projetos em andamento no setor carbonífero cujos resultados podem gerar incremento nos próximos anos. O revolucionário programa de construção da Usitesc em Treviso é o mais arrojado, porém, o menos provável. Ele depende de uma mudança de política energética do governo que insiste em relegar esta fonte energética a um plano secundário.

Maracajá

Existe o projeto da Mina de Maracajá, cujas etapas mais delicadas de implantação, como a superação das questões ambientais estão superadas. A expectativa é que inicie as operações dentro de dois ou três anos. Dela participam sete empresas: Matropolitana, Belluno, Rio Deserto, Catarinense, Siderópolis, Gabriela e Minagel. Dela também estão fora: Carbonífera Criciúma, além da Cooperminas e Comin, estas duas que venderam as suas cotas.

[8] => [palavra_chave] => [9] => S [publica] => S [10] => 0 [i_usuario] => 0 [11] => 2016-01-21 10:42:03 [dt_sistema] => 2016-01-21 10:42:03 [12] => [foto] => [13] => [capa] => )

Carboníferas já tem novo contrato

03/01/2016

Blog João Paulo Messer

Assinado ainda “no apagar das luzes de 2015”, vale a partir de hoje o novo contrato de fornecimento de carvão mineral à Tractebel. Desta vez são apenas seis empresas mineradores da região de Criciúma: Metropolitana, Belluno, Rio Deserto, Catarinense, Gabriela e Siderópolis. Todas fizeram contratos individuais, por isso “podem” fornecer cotas diferentes por valores igualmente diferentes. Pelo menos duas grandes ficaram fora: Carbonífera Criciúma e Cooperminas.

Com o novo modelo de contrato desaparece a figura do CCCE (Consórcio Catarinense do Carvão Energético). O Siesesc segue exitinto, pois se constitui numa entidade patronal (setorial).

Desta vez as negociações foram bem mais difíceis, pois os valores negociados não atingiram os patamares de anos anteriores. Isso pode ter reflexo direto na renovação do dissídio dos mineiros, cuja negociação será deflagrada nos próximos dias.

Projetos

Existem dois projetos em andamento no setor carbonífero cujos resultados podem gerar incremento nos próximos anos. O revolucionário programa de construção da Usitesc em Treviso é o mais arrojado, porém, o menos provável. Ele depende de uma mudança de política energética do governo que insiste em relegar esta fonte energética a um plano secundário.

Maracajá

Existe o projeto da Mina de Maracajá, cujas etapas mais delicadas de implantação, como a superação das questões ambientais estão superadas. A expectativa é que inicie as operações dentro de dois ou três anos. Dela participam sete empresas: Matropolitana, Belluno, Rio Deserto, Catarinense, Siderópolis, Gabriela e Minagel. Dela também estão fora: Carbonífera Criciúma, além da Cooperminas e Comin, estas duas que venderam as suas cotas.

Rua Pascoal Meller, 73 - Bairro Universitário - CEP 88.805-380 - CP 362 - Criciúma - Santa Catarina
Tel. (48) 3431.8350/Fax: (48) 3431.8351