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O aquecimento global foi tema de várias matérias, na mídia brasileira, durante a Rio+20, mas a abordagem, para surpresa dos leitores e telespectadores, em lugar de anunciar o apocalipse global, desmentia as teorias catastróficas, tão apreciada por certos alarmistas de plantão. A Revista Veja dedicou duas matérias ao tema (Veja 2273 e 2274). Mesmo a Rede Globo, que sempre havia repercutido informações sobre o suposto "aquecimento global" mudou o tom, em reportagem divulgada no Jornal Nacional de terça dia 19/06.
A Rede Bandeirantes, em seu jornal noturno e nos noticiários da Band News, levou ao ar uma série de reportagens, trazendo a posição de diversos especialistas, climatólogos, astrofísicos e outros cientistas, que desmentem as hipóteses da contaminação atmosférica pelas emissões humanas de CO2. No Programa "Entre Aspas" da Globo News, de 21.06, houve o debate entre o Gilvan Meira e o professor José Carlos Molion. Na entrevista, Molion vai mais longe. Não questiona apenas a insustentável teoria das causas antrópicas do aquecimento global. O professor refuta o próprio aquecimento afirmando que o planeta, na verdade, está entrando em um ciclo de resfriamento global, pelos próximo mil anos.
O mais curioso e instigante desta mudança de perspectiva da mídia, em relação a este "dogma" do ambientalismo, é que isso ocorreu durante a Conferencia Mundial do Meio Ambiente Rio+20. 
Essa mudança de postura decorre do desgaste constante que a teoria do CO2 sofreu nos últimos anos. Além do precário embasamento científico, um fator primordial obrigou os formadores de opinião a adotar uma postura menos ideológica e mais pragmática: a crise econômica que atinge Estados Unidos, Japão e Europa. 
Ficou muito caro, para a Europa em época de crise, sustentar os subsídios para as energias alternativas, que só se viabilizam se tiver um preço para o carbono. Como as tecnologias para captura de CO2 estão muito caras e os fósseis ficarão por muitas e muitas décadas com principal na matriz mundial, é melhor usar o que é mais barato, mas com mais eficiência, pois com isso se economizam mais fósseis.
A dependência da Europa em importar fósseis, a preços cada vez maiores, é o incentivo para a eficiência energética que reduz a demanda e reduz o desenvolvimento das renováveis (com subsídios). 
Para renovar o parque antigo das térmicas (carvão e nuclear) no Reino Unido haverá a volta do gás, agora nominado como "low carbono fuel" e o incremento do CCS que viabilizará mais petróleo no mar do Norte. Vejam que, se as renováveis duplicarem sua participação, isso é pouco significante na matriz energética mundial.
O mercado de carbono – puxado pela City londrina – foi abalado pela crise financeira desde 2009 e pela crise econômica desde então, tanto que os preços do CO2 estão muito baixos. Portanto, existe um ambiente econômico para relaxamento do alarmismo do aquecimento global e haverá um incremento de experimentos científicos e sua divulgação na mídia afirmando que não devemos nos preocupar, ou que o C02 não é o grande vilão apontado pelos modernos sicofantas. É o que veremos ao longo deste ano. 
O grande paradoxo da questão ambiental, envolvendo o CO2, é que, justamente, os que eram apontados como os vilões do meio ambiente, ou seja, a cadeia produtiva dos combustíveis fósseis são hoje aqueles que continuam preocupados com as emissões de poluentes na atmosfera, não apenas CO2. Não pelas mesmas razões apocalípticas dos xiitas do meio ambiente, mas pela responsabilidade sócio-ambiental relativa à saúde humana, à qualidade do ar nas metrópoles e ao desenvolvimento sustentável da economia.
O setor carbonífero nacional tem mostrado pró-atividade e responsabilidade. O primeiro centro de pesquisa do carvão limpo, na América do Sul, está sendo desenvolvido em Criciúma - Santa Catarina com recursos próprios do setor. 
O Brasil deverá enfrentar os desafios ambientais sem se deixar contaminar pela intoxicação ideológica de ONGs estrangeiras, ligadas a interesses ocultos. Somos uma nação madura e soberana, com estrutura produtiva eficiente e competitiva e podemos, responsavelmente, assumir nossos egajamentos com o planeta com independência e segurança. 
* Fernando Zancan é presidente da ABCM

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O aquecimento global foi tema de várias matérias, na mídia brasileira, durante a Rio+20, mas a abordagem, para surpresa dos leitores e telespectadores, em lugar de anunciar o apocalipse global, desmentia as teorias catastróficas, tão apreciada por certos alarmistas de plantão. A Revista Veja dedicou duas matérias ao tema (Veja 2273 e 2274). Mesmo a Rede Globo, que sempre havia repercutido informações sobre o suposto "aquecimento global" mudou o tom, em reportagem divulgada no Jornal Nacional de terça dia 19/06.
A Rede Bandeirantes, em seu jornal noturno e nos noticiários da Band News, levou ao ar uma série de reportagens, trazendo a posição de diversos especialistas, climatólogos, astrofísicos e outros cientistas, que desmentem as hipóteses da contaminação atmosférica pelas emissões humanas de CO2. No Programa "Entre Aspas" da Globo News, de 21.06, houve o debate entre o Gilvan Meira e o professor José Carlos Molion. Na entrevista, Molion vai mais longe. Não questiona apenas a insustentável teoria das causas antrópicas do aquecimento global. O professor refuta o próprio aquecimento afirmando que o planeta, na verdade, está entrando em um ciclo de resfriamento global, pelos próximo mil anos.
O mais curioso e instigante desta mudança de perspectiva da mídia, em relação a este "dogma" do ambientalismo, é que isso ocorreu durante a Conferencia Mundial do Meio Ambiente Rio+20. 
Essa mudança de postura decorre do desgaste constante que a teoria do CO2 sofreu nos últimos anos. Além do precário embasamento científico, um fator primordial obrigou os formadores de opinião a adotar uma postura menos ideológica e mais pragmática: a crise econômica que atinge Estados Unidos, Japão e Europa. 
Ficou muito caro, para a Europa em época de crise, sustentar os subsídios para as energias alternativas, que só se viabilizam se tiver um preço para o carbono. Como as tecnologias para captura de CO2 estão muito caras e os fósseis ficarão por muitas e muitas décadas com principal na matriz mundial, é melhor usar o que é mais barato, mas com mais eficiência, pois com isso se economizam mais fósseis.
A dependência da Europa em importar fósseis, a preços cada vez maiores, é o incentivo para a eficiência energética que reduz a demanda e reduz o desenvolvimento das renováveis (com subsídios). 
Para renovar o parque antigo das térmicas (carvão e nuclear) no Reino Unido haverá a volta do gás, agora nominado como "low carbono fuel" e o incremento do CCS que viabilizará mais petróleo no mar do Norte. Vejam que, se as renováveis duplicarem sua participação, isso é pouco significante na matriz energética mundial.
O mercado de carbono – puxado pela City londrina – foi abalado pela crise financeira desde 2009 e pela crise econômica desde então, tanto que os preços do CO2 estão muito baixos. Portanto, existe um ambiente econômico para relaxamento do alarmismo do aquecimento global e haverá um incremento de experimentos científicos e sua divulgação na mídia afirmando que não devemos nos preocupar, ou que o C02 não é o grande vilão apontado pelos modernos sicofantas. É o que veremos ao longo deste ano. 
O grande paradoxo da questão ambiental, envolvendo o CO2, é que, justamente, os que eram apontados como os vilões do meio ambiente, ou seja, a cadeia produtiva dos combustíveis fósseis são hoje aqueles que continuam preocupados com as emissões de poluentes na atmosfera, não apenas CO2. Não pelas mesmas razões apocalípticas dos xiitas do meio ambiente, mas pela responsabilidade sócio-ambiental relativa à saúde humana, à qualidade do ar nas metrópoles e ao desenvolvimento sustentável da economia.
O setor carbonífero nacional tem mostrado pró-atividade e responsabilidade. O primeiro centro de pesquisa do carvão limpo, na América do Sul, está sendo desenvolvido em Criciúma - Santa Catarina com recursos próprios do setor. 
O Brasil deverá enfrentar os desafios ambientais sem se deixar contaminar pela intoxicação ideológica de ONGs estrangeiras, ligadas a interesses ocultos. Somos uma nação madura e soberana, com estrutura produtiva eficiente e competitiva e podemos, responsavelmente, assumir nossos egajamentos com o planeta com independência e segurança. 
* Fernando Zancan é presidente da ABCM

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A Rio 20 e as mudanças no discurso do aquecimento global

26/06/2012

Fernando Zancan

O aquecimento global foi tema de várias matérias, na mídia brasileira, durante a Rio+20, mas a abordagem, para surpresa dos leitores e telespectadores, em lugar de anunciar o apocalipse global, desmentia as teorias catastróficas, tão apreciada por certos alarmistas de plantão. A Revista Veja dedicou duas matérias ao tema (Veja 2273 e 2274). Mesmo a Rede Globo, que sempre havia repercutido informações sobre o suposto "aquecimento global" mudou o tom, em reportagem divulgada no Jornal Nacional de terça dia 19/06.
A Rede Bandeirantes, em seu jornal noturno e nos noticiários da Band News, levou ao ar uma série de reportagens, trazendo a posição de diversos especialistas, climatólogos, astrofísicos e outros cientistas, que desmentem as hipóteses da contaminação atmosférica pelas emissões humanas de CO2. No Programa "Entre Aspas" da Globo News, de 21.06, houve o debate entre o Gilvan Meira e o professor José Carlos Molion. Na entrevista, Molion vai mais longe. Não questiona apenas a insustentável teoria das causas antrópicas do aquecimento global. O professor refuta o próprio aquecimento afirmando que o planeta, na verdade, está entrando em um ciclo de resfriamento global, pelos próximo mil anos.
O mais curioso e instigante desta mudança de perspectiva da mídia, em relação a este "dogma" do ambientalismo, é que isso ocorreu durante a Conferencia Mundial do Meio Ambiente Rio+20. 
Essa mudança de postura decorre do desgaste constante que a teoria do CO2 sofreu nos últimos anos. Além do precário embasamento científico, um fator primordial obrigou os formadores de opinião a adotar uma postura menos ideológica e mais pragmática: a crise econômica que atinge Estados Unidos, Japão e Europa. 
Ficou muito caro, para a Europa em época de crise, sustentar os subsídios para as energias alternativas, que só se viabilizam se tiver um preço para o carbono. Como as tecnologias para captura de CO2 estão muito caras e os fósseis ficarão por muitas e muitas décadas com principal na matriz mundial, é melhor usar o que é mais barato, mas com mais eficiência, pois com isso se economizam mais fósseis.
A dependência da Europa em importar fósseis, a preços cada vez maiores, é o incentivo para a eficiência energética que reduz a demanda e reduz o desenvolvimento das renováveis (com subsídios). 
Para renovar o parque antigo das térmicas (carvão e nuclear) no Reino Unido haverá a volta do gás, agora nominado como "low carbono fuel" e o incremento do CCS que viabilizará mais petróleo no mar do Norte. Vejam que, se as renováveis duplicarem sua participação, isso é pouco significante na matriz energética mundial.
O mercado de carbono – puxado pela City londrina – foi abalado pela crise financeira desde 2009 e pela crise econômica desde então, tanto que os preços do CO2 estão muito baixos. Portanto, existe um ambiente econômico para relaxamento do alarmismo do aquecimento global e haverá um incremento de experimentos científicos e sua divulgação na mídia afirmando que não devemos nos preocupar, ou que o C02 não é o grande vilão apontado pelos modernos sicofantas. É o que veremos ao longo deste ano. 
O grande paradoxo da questão ambiental, envolvendo o CO2, é que, justamente, os que eram apontados como os vilões do meio ambiente, ou seja, a cadeia produtiva dos combustíveis fósseis são hoje aqueles que continuam preocupados com as emissões de poluentes na atmosfera, não apenas CO2. Não pelas mesmas razões apocalípticas dos xiitas do meio ambiente, mas pela responsabilidade sócio-ambiental relativa à saúde humana, à qualidade do ar nas metrópoles e ao desenvolvimento sustentável da economia.
O setor carbonífero nacional tem mostrado pró-atividade e responsabilidade. O primeiro centro de pesquisa do carvão limpo, na América do Sul, está sendo desenvolvido em Criciúma - Santa Catarina com recursos próprios do setor. 
O Brasil deverá enfrentar os desafios ambientais sem se deixar contaminar pela intoxicação ideológica de ONGs estrangeiras, ligadas a interesses ocultos. Somos uma nação madura e soberana, com estrutura produtiva eficiente e competitiva e podemos, responsavelmente, assumir nossos egajamentos com o planeta com independência e segurança. 
* Fernando Zancan é presidente da ABCM

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