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Uma parcela de 10% da população, de maior poder aquisitivo, responde por 50% das emissões de combustíveis fósseis que provocam o aquecimento global, enquanto a metade mais pobre contribui com apenas 10%, revela nesta quarta-feira (2) a Oxfam, organização que combate a pobreza.

A discussão sobre como compartilhar a responsabilidade da redução das emissões de gases do efeito estufa e a forma de ajudar os países mais vulneráveis à mudança climática estão entre os temas mais polêmicos das negociações sobre o clima promovidas pelas Nações Unidas.

“Os ricos e maiores emissores devem se responsabilizar por suas emissões, não importa onde vivam, mas se esquece com facilidade que as economias em rápido desenvolvimento são também o lugar da maioria das pessoas mais pobres do mundo e, ao mesmo tempo, têm de assumir sua parte equitativa”, destacou Tim Gore, responsável por política climática na Oxfam, para quem “os países ricos devem dar o exemplo”.

O relatório destaca que uma pessoa entre o 1% mais rico utiliza 175 vezes mais carbono em média do que uma entre os 10% mais pobres.

Os países ricos e em desenvolvimento continuam muito divididos sobre a questão da “diferenciação”, ou seja, de como dividir a responsabilidade da redução das emissões de gases do efeito estufa procedentes da queima de carvão, petróleo e gás.

Os países em desenvolvimento defendem que os países ocidentais, que têm poluído durante muito mais tempo, devem assumir um compromisso maior para reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa.

Também pedem garantias de financiamento para ajudá-los na transição até energias renováveis menos poluentes, no reforço da defesa contra os impactos da mudança climática – aumento do nível do mar, secas e tempestades – e na cobertura de danos inevitáveis.

“Esperamos que os países desenvolvidos assumam objetivos ambiciosos e os persigam sinceramente. Não é apenas uma questão de responsabilidade histórica, eles contam também com mais espaço para cortar”, disse o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, durante a abertura da conferência do clima em Paris.

Muitos países ricos, liderados pelos Estados Unidos, rejeitam a ideia de uma abordagem “diferenciada”, com obrigações impostas a um grupo de países, mas não aos demais. (Fonte: UOL)

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Uma parcela de 10% da população, de maior poder aquisitivo, responde por 50% das emissões de combustíveis fósseis que provocam o aquecimento global, enquanto a metade mais pobre contribui com apenas 10%, revela nesta quarta-feira (2) a Oxfam, organização que combate a pobreza.

A discussão sobre como compartilhar a responsabilidade da redução das emissões de gases do efeito estufa e a forma de ajudar os países mais vulneráveis à mudança climática estão entre os temas mais polêmicos das negociações sobre o clima promovidas pelas Nações Unidas.

“Os ricos e maiores emissores devem se responsabilizar por suas emissões, não importa onde vivam, mas se esquece com facilidade que as economias em rápido desenvolvimento são também o lugar da maioria das pessoas mais pobres do mundo e, ao mesmo tempo, têm de assumir sua parte equitativa”, destacou Tim Gore, responsável por política climática na Oxfam, para quem “os países ricos devem dar o exemplo”.

O relatório destaca que uma pessoa entre o 1% mais rico utiliza 175 vezes mais carbono em média do que uma entre os 10% mais pobres.

Os países ricos e em desenvolvimento continuam muito divididos sobre a questão da “diferenciação”, ou seja, de como dividir a responsabilidade da redução das emissões de gases do efeito estufa procedentes da queima de carvão, petróleo e gás.

Os países em desenvolvimento defendem que os países ocidentais, que têm poluído durante muito mais tempo, devem assumir um compromisso maior para reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa.

Também pedem garantias de financiamento para ajudá-los na transição até energias renováveis menos poluentes, no reforço da defesa contra os impactos da mudança climática – aumento do nível do mar, secas e tempestades – e na cobertura de danos inevitáveis.

“Esperamos que os países desenvolvidos assumam objetivos ambiciosos e os persigam sinceramente. Não é apenas uma questão de responsabilidade histórica, eles contam também com mais espaço para cortar”, disse o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, durante a abertura da conferência do clima em Paris.

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Apenas 10% da população gera metade do CO2 mundial

02/12/2015

Uma parcela de 10% da população, de maior poder aquisitivo, responde por 50% das emissões de combustíveis fósseis que provocam o aquecimento global, enquanto a metade mais pobre contribui com apenas 10%, revela nesta quarta-feira (2) a Oxfam, organização que combate a pobreza.

A discussão sobre como compartilhar a responsabilidade da redução das emissões de gases do efeito estufa e a forma de ajudar os países mais vulneráveis à mudança climática estão entre os temas mais polêmicos das negociações sobre o clima promovidas pelas Nações Unidas.

“Os ricos e maiores emissores devem se responsabilizar por suas emissões, não importa onde vivam, mas se esquece com facilidade que as economias em rápido desenvolvimento são também o lugar da maioria das pessoas mais pobres do mundo e, ao mesmo tempo, têm de assumir sua parte equitativa”, destacou Tim Gore, responsável por política climática na Oxfam, para quem “os países ricos devem dar o exemplo”.

O relatório destaca que uma pessoa entre o 1% mais rico utiliza 175 vezes mais carbono em média do que uma entre os 10% mais pobres.

Os países ricos e em desenvolvimento continuam muito divididos sobre a questão da “diferenciação”, ou seja, de como dividir a responsabilidade da redução das emissões de gases do efeito estufa procedentes da queima de carvão, petróleo e gás.

Os países em desenvolvimento defendem que os países ocidentais, que têm poluído durante muito mais tempo, devem assumir um compromisso maior para reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa.

Também pedem garantias de financiamento para ajudá-los na transição até energias renováveis menos poluentes, no reforço da defesa contra os impactos da mudança climática – aumento do nível do mar, secas e tempestades – e na cobertura de danos inevitáveis.

“Esperamos que os países desenvolvidos assumam objetivos ambiciosos e os persigam sinceramente. Não é apenas uma questão de responsabilidade histórica, eles contam também com mais espaço para cortar”, disse o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, durante a abertura da conferência do clima em Paris.

Muitos países ricos, liderados pelos Estados Unidos, rejeitam a ideia de uma abordagem “diferenciada”, com obrigações impostas a um grupo de países, mas não aos demais. (Fonte: UOL)

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