Acesso Restrito
Array
(
    [0] => 1
    [i_empresa] => 1
    [1] => 546
    [i_conteudo] => 546
    [2] => 0
    [i_subarea] => 0
    [3] => 2015-11-25
    [dt_conteudo] => 2015-11-25
    [4] => Emissões de gases de efeito estufa quase não crescem em 2014
    [titulo] => Emissões de gases de efeito estufa quase não crescem em 2014
    [5] => Observatório do clima
    [autor] => Observatório do clima
    [6] => Dados de agência do governo holandês mostram que emissões subiram 0,5%, enquanto PIB global cresceu 3%; mudanças no uso de energia da China e da União Europeia explicam descolamento
    [resumo] => Dados de agência do governo holandês mostram que emissões subiram 0,5%, enquanto PIB global cresceu 3%; mudanças no uso de energia da China e da União Europeia explicam descolamento
    [7] => 

As emissões de gases de efeito estufa por uso de energia ficaram quase estagnadas em 2014. O dado foi divulgado nesta quarta-feira pela Agência de Avaliação Ambiental da Holanda, que detém um dos melhores sistemas do mundo de estimativa de emissão de carbono, o Edgar.

Segundo a agência, as emissões cresceram 0,5% no planeta no ano passado, enquanto a economia cresceu 3%. Foram 35,7 bilhões de toneladas de CO2 emitidas em 2014 contra 35,5 bilhões em 2013.

Esse descasamento entre emissões e geração de riqueza (PIB) já havia sido insinuado no começo do ano pela Agência Internacional de Energia, que, no entanto, não mostrou na ocasião os dados que embasaram a estimativa.

O Edgar faz isso, num relatório de 80 páginas – que afirma, no entanto, não ser possível detectar nenhuma mudança estrutural nas tendências de emissões. Além disso, o sistema do governo holandês não computa as emissões por desmatamento.

Segundo o relatório, depois de uma década crescendo a 4% ao ano e de dois anos com crescimento de 1% (2012 e 2013), a velocidade do crescimento das emissões quase estagnou. Isso se deve principalmente à redução do consumo de energia na União Europeia, que derrubou suas emissões em 5,4% – queda considerada “sem precedentes” pelos técnicos do Edgar – e à drástica redução do uso de carvão mineral na China, cujas emissões cresceram apenas 0,9%.

“Pela primeira vez desde 1998, o consumo primário de energia per capita caiu”, afirma a agência em comunicado.

O mesmo relatório, porém, apresenta dados revisados sobre o consumo histórico de carvão na China entre 2005 e 2012, que foi de 7% a 13% maior do que o imaginado. Isso aumentou em 5 bilhões de toneladas de CO2 as emissões acumuladas da China, o que, segundo o Edgar, foi capaz de adiantar em dois meses a data em que a humanidade terá esgotado o seu orçamento de carbono de 1 trilhão de toneladas – considerado o limite para manter em vista a meta de limitar o aquecimento global a menos de 2oC.

[conteudo] =>

As emissões de gases de efeito estufa por uso de energia ficaram quase estagnadas em 2014. O dado foi divulgado nesta quarta-feira pela Agência de Avaliação Ambiental da Holanda, que detém um dos melhores sistemas do mundo de estimativa de emissão de carbono, o Edgar.

Segundo a agência, as emissões cresceram 0,5% no planeta no ano passado, enquanto a economia cresceu 3%. Foram 35,7 bilhões de toneladas de CO2 emitidas em 2014 contra 35,5 bilhões em 2013.

Esse descasamento entre emissões e geração de riqueza (PIB) já havia sido insinuado no começo do ano pela Agência Internacional de Energia, que, no entanto, não mostrou na ocasião os dados que embasaram a estimativa.

O Edgar faz isso, num relatório de 80 páginas – que afirma, no entanto, não ser possível detectar nenhuma mudança estrutural nas tendências de emissões. Além disso, o sistema do governo holandês não computa as emissões por desmatamento.

Segundo o relatório, depois de uma década crescendo a 4% ao ano e de dois anos com crescimento de 1% (2012 e 2013), a velocidade do crescimento das emissões quase estagnou. Isso se deve principalmente à redução do consumo de energia na União Europeia, que derrubou suas emissões em 5,4% – queda considerada “sem precedentes” pelos técnicos do Edgar – e à drástica redução do uso de carvão mineral na China, cujas emissões cresceram apenas 0,9%.

“Pela primeira vez desde 1998, o consumo primário de energia per capita caiu”, afirma a agência em comunicado.

O mesmo relatório, porém, apresenta dados revisados sobre o consumo histórico de carvão na China entre 2005 e 2012, que foi de 7% a 13% maior do que o imaginado. Isso aumentou em 5 bilhões de toneladas de CO2 as emissões acumuladas da China, o que, segundo o Edgar, foi capaz de adiantar em dois meses a data em que a humanidade terá esgotado o seu orçamento de carbono de 1 trilhão de toneladas – considerado o limite para manter em vista a meta de limitar o aquecimento global a menos de 2oC.

[8] => [palavra_chave] => [9] => S [publica] => S [10] => 0 [i_usuario] => 0 [11] => 2015-12-03 14:01:26 [dt_sistema] => 2015-12-03 14:01:26 [12] => [foto] => [13] => [capa] => )

Emissões de gases de efeito estufa quase não crescem em 2014

25/11/2015

Observatório do clima

As emissões de gases de efeito estufa por uso de energia ficaram quase estagnadas em 2014. O dado foi divulgado nesta quarta-feira pela Agência de Avaliação Ambiental da Holanda, que detém um dos melhores sistemas do mundo de estimativa de emissão de carbono, o Edgar.

Segundo a agência, as emissões cresceram 0,5% no planeta no ano passado, enquanto a economia cresceu 3%. Foram 35,7 bilhões de toneladas de CO2 emitidas em 2014 contra 35,5 bilhões em 2013.

Esse descasamento entre emissões e geração de riqueza (PIB) já havia sido insinuado no começo do ano pela Agência Internacional de Energia, que, no entanto, não mostrou na ocasião os dados que embasaram a estimativa.

O Edgar faz isso, num relatório de 80 páginas – que afirma, no entanto, não ser possível detectar nenhuma mudança estrutural nas tendências de emissões. Além disso, o sistema do governo holandês não computa as emissões por desmatamento.

Segundo o relatório, depois de uma década crescendo a 4% ao ano e de dois anos com crescimento de 1% (2012 e 2013), a velocidade do crescimento das emissões quase estagnou. Isso se deve principalmente à redução do consumo de energia na União Europeia, que derrubou suas emissões em 5,4% – queda considerada “sem precedentes” pelos técnicos do Edgar – e à drástica redução do uso de carvão mineral na China, cujas emissões cresceram apenas 0,9%.

“Pela primeira vez desde 1998, o consumo primário de energia per capita caiu”, afirma a agência em comunicado.

O mesmo relatório, porém, apresenta dados revisados sobre o consumo histórico de carvão na China entre 2005 e 2012, que foi de 7% a 13% maior do que o imaginado. Isso aumentou em 5 bilhões de toneladas de CO2 as emissões acumuladas da China, o que, segundo o Edgar, foi capaz de adiantar em dois meses a data em que a humanidade terá esgotado o seu orçamento de carbono de 1 trilhão de toneladas – considerado o limite para manter em vista a meta de limitar o aquecimento global a menos de 2oC.

Rua Pascoal Meller, 73 - Bairro Universitário - CEP 88.805-380 - CP 362 - Criciúma - Santa Catarina
Tel. (48) 3431.8350/Fax: (48) 3431.8351