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Começarão em abril as obras para viabilizar a operação da mina Seival, em Candiota. A previsão de término dos trabalhos é para o primeiro trimestre de 2018. O complexo será desenvolvido pela Copelmi Mineração, através da sua controlada Seival Sul Mineração. O empreendimento terá como foco o abastecimento de carvão para a termelétrica Pampa Sul/Miroel Wolowski, da Tractebel Energia, localizada no mesmo município.
Na manhã dessa quinta-feira, os empresários que conduzem a iniciativa assinaram no Palácio Piratini, na presença do governado José Ivo Sartori, protocolo de intenções quanto ao projeto. O secretário de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, Fábio Branco, explica que o acordo firmado entre o governo gaúcho e a companhia desonera de ICMS a aquisição de equipamentos comprados no Estado ou os externos que não tiverem similares no Rio Grande do Sul.
O presidente da Copelmi e da Seival Sul Mineração, Cesar Faria, detalha que será feita a reabertura da mina Seival, através de um investimento de
R$ 103 milhões. A estrutura operou entre 1985 e 1995, atendendo ao mercado da indústria de cimento. O executivo adianta que o Banrisul deverá ser o financiador do empreendimento, já que a empresa está concluindo a negociação com o banco. "Ainda não está assinado, mas está em processo, eles serão repassadores do Bndes", comenta o empresário. No pico das obras, deverão ser gerados em torno de 350 empregos diretos e mais 260 postos de trabalho durante a operação da mini.
A Copelmi também é fornecedora de carvão para a usina da Tractebel localizada em Charqueadas. Faria admite que está preocupado com o eventual fechamento dessa térmica. O empreendimento pode encerrar a operação devido à Resolução Normativa nº 500, de 17 de julho de 2012, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que estabeleceu critérios de eficiência para usinas de energia. A termelétrica gaúcha terá que se adequar até o final de 2015, ou terá que ser interrompida. O presidente da Copelmi acredita que uma das soluções para esse problema seria a construção de uma nova termelétrica no mesmo local.
Sobre a usina de Charqueadas, o secretário estadual de Minas e Energia, Lucas Redecker, afirma que o governo do Estado tem discutido esse assunto com a Aneel e com o Ministério de Minas e Energia. O secretário argumenta que não se trata apenas de uma questão econômica, mas também é um assunto social, por isso é necessário dar continuidade à produção de energia na região.

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Começarão em abril as obras para viabilizar a operação da mina Seival, em Candiota. A previsão de término dos trabalhos é para o primeiro trimestre de 2018. O complexo será desenvolvido pela Copelmi Mineração, através da sua controlada Seival Sul Mineração. O empreendimento terá como foco o abastecimento de carvão para a termelétrica Pampa Sul/Miroel Wolowski, da Tractebel Energia, localizada no mesmo município.
Na manhã dessa quinta-feira, os empresários que conduzem a iniciativa assinaram no Palácio Piratini, na presença do governado José Ivo Sartori, protocolo de intenções quanto ao projeto. O secretário de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, Fábio Branco, explica que o acordo firmado entre o governo gaúcho e a companhia desonera de ICMS a aquisição de equipamentos comprados no Estado ou os externos que não tiverem similares no Rio Grande do Sul.
O presidente da Copelmi e da Seival Sul Mineração, Cesar Faria, detalha que será feita a reabertura da mina Seival, através de um investimento de
R$ 103 milhões. A estrutura operou entre 1985 e 1995, atendendo ao mercado da indústria de cimento. O executivo adianta que o Banrisul deverá ser o financiador do empreendimento, já que a empresa está concluindo a negociação com o banco. "Ainda não está assinado, mas está em processo, eles serão repassadores do Bndes", comenta o empresário. No pico das obras, deverão ser gerados em torno de 350 empregos diretos e mais 260 postos de trabalho durante a operação da mini.
A Copelmi também é fornecedora de carvão para a usina da Tractebel localizada em Charqueadas. Faria admite que está preocupado com o eventual fechamento dessa térmica. O empreendimento pode encerrar a operação devido à Resolução Normativa nº 500, de 17 de julho de 2012, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que estabeleceu critérios de eficiência para usinas de energia. A termelétrica gaúcha terá que se adequar até o final de 2015, ou terá que ser interrompida. O presidente da Copelmi acredita que uma das soluções para esse problema seria a construção de uma nova termelétrica no mesmo local.
Sobre a usina de Charqueadas, o secretário estadual de Minas e Energia, Lucas Redecker, afirma que o governo do Estado tem discutido esse assunto com a Aneel e com o Ministério de Minas e Energia. O secretário argumenta que não se trata apenas de uma questão econômica, mas também é um assunto social, por isso é necessário dar continuidade à produção de energia na região.

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Obras em mina de Candiota começam em abril

27/10/2015

Jefferson Klein

Começarão em abril as obras para viabilizar a operação da mina Seival, em Candiota. A previsão de término dos trabalhos é para o primeiro trimestre de 2018. O complexo será desenvolvido pela Copelmi Mineração, através da sua controlada Seival Sul Mineração. O empreendimento terá como foco o abastecimento de carvão para a termelétrica Pampa Sul/Miroel Wolowski, da Tractebel Energia, localizada no mesmo município.
Na manhã dessa quinta-feira, os empresários que conduzem a iniciativa assinaram no Palácio Piratini, na presença do governado José Ivo Sartori, protocolo de intenções quanto ao projeto. O secretário de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, Fábio Branco, explica que o acordo firmado entre o governo gaúcho e a companhia desonera de ICMS a aquisição de equipamentos comprados no Estado ou os externos que não tiverem similares no Rio Grande do Sul.
O presidente da Copelmi e da Seival Sul Mineração, Cesar Faria, detalha que será feita a reabertura da mina Seival, através de um investimento de
R$ 103 milhões. A estrutura operou entre 1985 e 1995, atendendo ao mercado da indústria de cimento. O executivo adianta que o Banrisul deverá ser o financiador do empreendimento, já que a empresa está concluindo a negociação com o banco. "Ainda não está assinado, mas está em processo, eles serão repassadores do Bndes", comenta o empresário. No pico das obras, deverão ser gerados em torno de 350 empregos diretos e mais 260 postos de trabalho durante a operação da mini.
A Copelmi também é fornecedora de carvão para a usina da Tractebel localizada em Charqueadas. Faria admite que está preocupado com o eventual fechamento dessa térmica. O empreendimento pode encerrar a operação devido à Resolução Normativa nº 500, de 17 de julho de 2012, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que estabeleceu critérios de eficiência para usinas de energia. A termelétrica gaúcha terá que se adequar até o final de 2015, ou terá que ser interrompida. O presidente da Copelmi acredita que uma das soluções para esse problema seria a construção de uma nova termelétrica no mesmo local.
Sobre a usina de Charqueadas, o secretário estadual de Minas e Energia, Lucas Redecker, afirma que o governo do Estado tem discutido esse assunto com a Aneel e com o Ministério de Minas e Energia. O secretário argumenta que não se trata apenas de uma questão econômica, mas também é um assunto social, por isso é necessário dar continuidade à produção de energia na região.

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