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Quando nos aproximamos do final do ano, há um evento no horizonte, que é de real importância para a indústria de energia. Antes de podermos pensar sobre os desafios que nos esperam em 2016, temos primeiro que voltar nossa atenção para a COP21- Paris onde os delegados de todo o mundo se reunirão para discutir as alterações climáticas e a redução das emissões globais de gases de efeito estufa.

Muitos estão apresentando esta reunião como sendo a última chance de construir algum tipo de acordo global sobre as alterações climáticas, embora o presidente francês, François Hollande, tenha afirmado que qualquer acordo dessa natureza exigiria um milagre. O desafio para os que estão na COP21 é encontrar uma maneira de fornecer energia a todos os cantos do mundo, mantendo-o acessível e confiável, reduzindo, ao mesmo tempo, as emissões de nosso consumo de energia. Os combustíveis fósseis "e o carvão, em particular" têm se esforçado em fornecer energia confiável a preços acessíveis, porém, como a preocupação cresce sobre as emissões de CO2, o mesmo acontece com o controle por parte da indústria. No entanto, abandonar totalmente o carvão não é sensato nem realista. 
Apenas a demanda de carvão no sudeste da Ásia projeta um crescimento de 4,8% até 2035, enquanto que a Agência Internacional de Energia - AIE - prevê crescimento da geração global de eletricidade, a partir do carvão, de cerca de 33% até 2040.

Previsões recentes sugerem que até o ano de 2100, a data estabelecida pelos líderes do G-7 para completar a "descarbonização", cerca de 11 bilhões de pessoas habitarão a terra. Como a população mundial deverá crescer, assim como a sua necessidade de energia - o carvão será um elemento crítico para atender a essa demanda. Nenhum outro combustível, como o carvão, tem a capacidade de combinar a confiabilidade e a acessibilidade e é por isso que, em lugares como o Sudeste Asiático, onde a energia é muito menos disponíveis do que no mundo desenvolvido, o carvão continuará a ser um recurso vital.

Isso não significa, contudo, que as aspirações climáticas tenham que ser colocados em segundo plano. Pelo contrário, a tecnologia de carvão no século 21 é capaz de reduzir drasticamente a quantidade de emissões de CO2 do uso de carvão. Tanto a tecnologia de alta eficiência, com baixas emissões (HELE) no curto prazo, quanto à captura e armazenamento (CCS) de carbono, depois pode reduzir drasticamente as emissões de CO2 em centrais elétricas a carvão.

Para apoiar os países que querem usar o carvão como uma parte fundamental de sua matriz energética, utilizando essas tecnologias de baixa emissão, deve ser um elemento central das negociações da COP21. Por esta razão, a Associação Mundial do Carvão (WCA) lançou recentemente sua iniciativa PACE. A visão de PACE é que, para os países que optam por usar carvão, a tecnologia mais eficiente usina possível é implantado. Aumentar a eficiência média global de usinas de energia movidas a carvão iria minimizar as emissões de CO2, mantendo, ao mesmo tempo os esforços econômicos, de desenvolvimento e de redução da pobreza. 
Introduzindo tecnologia HELE também seria um significativo primeiro passo para implantação da CAC, que, uma vez operacional, pode capturar e armazenar até 90% do CO2 das usinas, reduzindo milhões de toneladas em emissões de um ano. Esta tecnologia representa, para os países, uma oportunidade de continuar a beneficiar-se da abundância e acessibilidade carvão, mitigando uma enorme porção das preocupações ambientais associadas à utilização de combustíveis fósseis.

Boundary Dam é a primeira usina a carvão, do mundo, com CCS e é uma iniciativa emblemática da SaskPower. O projeto está localizado perto da pequena cidade de Estevan, Saskatchewan, no Canadá, e é um exemplo fantástico de como a tecnologia funciona. Boundary Dam continua a ser uma fonte de eletricidade de base, produzindo 110 MW / ano, ainda conseguindo fazê-lo com redução das emissões de gases de efeito estufa, em 1 milhão de toneladas de CO2. O projeto produz energia suficiente para as cerca de 100 mil residentes de Saskatchewan, a cada ano, enquanto a redução das emissões é equivalente à retirada de 250 mil veículos da estrada da província. O CO2 capturado ou é usado para a recuperação avançada de petróleo ou é armazenado 3,4 km no subsolo, no Projeto Aquistore. A planta, de fato, capta 90% do CO2, que seriam emitidos, juntamente com 100% das emissões de SOx (óxido de enxofre) e 56% das emissões de NOx (óxido nitroso), mostrando apenas como uma parte de inovadora tecnologia esta planta é apresenta um futuro mais limpo para o carvão.

Mike Monea, presidente da Carbon Capture and Storage, com SaskPower proferiu o discurso principal na conferência da World Coal Association, deste verão, intitulada “Percursos de construção para as tecnologias de carvão limpo”. Ele estava confiante de que o sucesso do projeto Boundary Dam permitiria ao grupo construir plantas futuras a um custo 30% menor. Ao invés de fugir da realidade que o carvão e outros combustíveis fósseis vão ser essenciais para transportar a crescente carga de energia do planeta com cada vez mais pessoas, os líderes mundiais devem reconhecer o potencial para melhorar as usinas existentes e priorizar as medidas para ajudar a implantar todas as tecnologias de baixa emissão, como a melhor maneira de mitigar as emissões de gases de efeito estufa para todos os países. Com a ajuda de HELE e CCS, os países em regiões empobrecidas podem construir suas economias, usando não só energia confiável a partir do carvão, mas também a energia que está a fazer reduções significativas nas emissões globais de CO2.

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Muitos estão apresentando esta reunião como sendo a última chance de construir algum tipo de acordo global sobre as alterações climáticas, embora o presidente francês, François Hollande, tenha afirmado que qualquer acordo dessa natureza exigiria um milagre. O desafio para os que estão na COP21 é encontrar uma maneira de fornecer energia a todos os cantos do mundo, mantendo-o acessível e confiável, reduzindo, ao mesmo tempo, as emissões de nosso consumo de energia. Os combustíveis fósseis "e o carvão, em particular" têm se esforçado em fornecer energia confiável a preços acessíveis, porém, como a preocupação cresce sobre as emissões de CO2, o mesmo acontece com o controle por parte da indústria. No entanto, abandonar totalmente o carvão não é sensato nem realista. 
Apenas a demanda de carvão no sudeste da Ásia projeta um crescimento de 4,8% até 2035, enquanto que a Agência Internacional de Energia - AIE - prevê crescimento da geração global de eletricidade, a partir do carvão, de cerca de 33% até 2040.

Previsões recentes sugerem que até o ano de 2100, a data estabelecida pelos líderes do G-7 para completar a "descarbonização", cerca de 11 bilhões de pessoas habitarão a terra. Como a população mundial deverá crescer, assim como a sua necessidade de energia - o carvão será um elemento crítico para atender a essa demanda. Nenhum outro combustível, como o carvão, tem a capacidade de combinar a confiabilidade e a acessibilidade e é por isso que, em lugares como o Sudeste Asiático, onde a energia é muito menos disponíveis do que no mundo desenvolvido, o carvão continuará a ser um recurso vital.

Isso não significa, contudo, que as aspirações climáticas tenham que ser colocados em segundo plano. Pelo contrário, a tecnologia de carvão no século 21 é capaz de reduzir drasticamente a quantidade de emissões de CO2 do uso de carvão. Tanto a tecnologia de alta eficiência, com baixas emissões (HELE) no curto prazo, quanto à captura e armazenamento (CCS) de carbono, depois pode reduzir drasticamente as emissões de CO2 em centrais elétricas a carvão.

Para apoiar os países que querem usar o carvão como uma parte fundamental de sua matriz energética, utilizando essas tecnologias de baixa emissão, deve ser um elemento central das negociações da COP21. Por esta razão, a Associação Mundial do Carvão (WCA) lançou recentemente sua iniciativa PACE. A visão de PACE é que, para os países que optam por usar carvão, a tecnologia mais eficiente usina possível é implantado. Aumentar a eficiência média global de usinas de energia movidas a carvão iria minimizar as emissões de CO2, mantendo, ao mesmo tempo os esforços econômicos, de desenvolvimento e de redução da pobreza. 
Introduzindo tecnologia HELE também seria um significativo primeiro passo para implantação da CAC, que, uma vez operacional, pode capturar e armazenar até 90% do CO2 das usinas, reduzindo milhões de toneladas em emissões de um ano. Esta tecnologia representa, para os países, uma oportunidade de continuar a beneficiar-se da abundância e acessibilidade carvão, mitigando uma enorme porção das preocupações ambientais associadas à utilização de combustíveis fósseis.

Boundary Dam é a primeira usina a carvão, do mundo, com CCS e é uma iniciativa emblemática da SaskPower. O projeto está localizado perto da pequena cidade de Estevan, Saskatchewan, no Canadá, e é um exemplo fantástico de como a tecnologia funciona. Boundary Dam continua a ser uma fonte de eletricidade de base, produzindo 110 MW / ano, ainda conseguindo fazê-lo com redução das emissões de gases de efeito estufa, em 1 milhão de toneladas de CO2. O projeto produz energia suficiente para as cerca de 100 mil residentes de Saskatchewan, a cada ano, enquanto a redução das emissões é equivalente à retirada de 250 mil veículos da estrada da província. O CO2 capturado ou é usado para a recuperação avançada de petróleo ou é armazenado 3,4 km no subsolo, no Projeto Aquistore. A planta, de fato, capta 90% do CO2, que seriam emitidos, juntamente com 100% das emissões de SOx (óxido de enxofre) e 56% das emissões de NOx (óxido nitroso), mostrando apenas como uma parte de inovadora tecnologia esta planta é apresenta um futuro mais limpo para o carvão.

Mike Monea, presidente da Carbon Capture and Storage, com SaskPower proferiu o discurso principal na conferência da World Coal Association, deste verão, intitulada “Percursos de construção para as tecnologias de carvão limpo”. Ele estava confiante de que o sucesso do projeto Boundary Dam permitiria ao grupo construir plantas futuras a um custo 30% menor. Ao invés de fugir da realidade que o carvão e outros combustíveis fósseis vão ser essenciais para transportar a crescente carga de energia do planeta com cada vez mais pessoas, os líderes mundiais devem reconhecer o potencial para melhorar as usinas existentes e priorizar as medidas para ajudar a implantar todas as tecnologias de baixa emissão, como a melhor maneira de mitigar as emissões de gases de efeito estufa para todos os países. Com a ajuda de HELE e CCS, os países em regiões empobrecidas podem construir suas economias, usando não só energia confiável a partir do carvão, mas também a energia que está a fazer reduções significativas nas emissões globais de CO2.

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Uma alternativa para o carvão mais limpo

21/10/2015

Benjamin Sporton

Quando nos aproximamos do final do ano, há um evento no horizonte, que é de real importância para a indústria de energia. Antes de podermos pensar sobre os desafios que nos esperam em 2016, temos primeiro que voltar nossa atenção para a COP21- Paris onde os delegados de todo o mundo se reunirão para discutir as alterações climáticas e a redução das emissões globais de gases de efeito estufa.

Muitos estão apresentando esta reunião como sendo a última chance de construir algum tipo de acordo global sobre as alterações climáticas, embora o presidente francês, François Hollande, tenha afirmado que qualquer acordo dessa natureza exigiria um milagre. O desafio para os que estão na COP21 é encontrar uma maneira de fornecer energia a todos os cantos do mundo, mantendo-o acessível e confiável, reduzindo, ao mesmo tempo, as emissões de nosso consumo de energia. Os combustíveis fósseis "e o carvão, em particular" têm se esforçado em fornecer energia confiável a preços acessíveis, porém, como a preocupação cresce sobre as emissões de CO2, o mesmo acontece com o controle por parte da indústria. No entanto, abandonar totalmente o carvão não é sensato nem realista. 
Apenas a demanda de carvão no sudeste da Ásia projeta um crescimento de 4,8% até 2035, enquanto que a Agência Internacional de Energia - AIE - prevê crescimento da geração global de eletricidade, a partir do carvão, de cerca de 33% até 2040.

Previsões recentes sugerem que até o ano de 2100, a data estabelecida pelos líderes do G-7 para completar a "descarbonização", cerca de 11 bilhões de pessoas habitarão a terra. Como a população mundial deverá crescer, assim como a sua necessidade de energia - o carvão será um elemento crítico para atender a essa demanda. Nenhum outro combustível, como o carvão, tem a capacidade de combinar a confiabilidade e a acessibilidade e é por isso que, em lugares como o Sudeste Asiático, onde a energia é muito menos disponíveis do que no mundo desenvolvido, o carvão continuará a ser um recurso vital.

Isso não significa, contudo, que as aspirações climáticas tenham que ser colocados em segundo plano. Pelo contrário, a tecnologia de carvão no século 21 é capaz de reduzir drasticamente a quantidade de emissões de CO2 do uso de carvão. Tanto a tecnologia de alta eficiência, com baixas emissões (HELE) no curto prazo, quanto à captura e armazenamento (CCS) de carbono, depois pode reduzir drasticamente as emissões de CO2 em centrais elétricas a carvão.

Para apoiar os países que querem usar o carvão como uma parte fundamental de sua matriz energética, utilizando essas tecnologias de baixa emissão, deve ser um elemento central das negociações da COP21. Por esta razão, a Associação Mundial do Carvão (WCA) lançou recentemente sua iniciativa PACE. A visão de PACE é que, para os países que optam por usar carvão, a tecnologia mais eficiente usina possível é implantado. Aumentar a eficiência média global de usinas de energia movidas a carvão iria minimizar as emissões de CO2, mantendo, ao mesmo tempo os esforços econômicos, de desenvolvimento e de redução da pobreza. 
Introduzindo tecnologia HELE também seria um significativo primeiro passo para implantação da CAC, que, uma vez operacional, pode capturar e armazenar até 90% do CO2 das usinas, reduzindo milhões de toneladas em emissões de um ano. Esta tecnologia representa, para os países, uma oportunidade de continuar a beneficiar-se da abundância e acessibilidade carvão, mitigando uma enorme porção das preocupações ambientais associadas à utilização de combustíveis fósseis.

Boundary Dam é a primeira usina a carvão, do mundo, com CCS e é uma iniciativa emblemática da SaskPower. O projeto está localizado perto da pequena cidade de Estevan, Saskatchewan, no Canadá, e é um exemplo fantástico de como a tecnologia funciona. Boundary Dam continua a ser uma fonte de eletricidade de base, produzindo 110 MW / ano, ainda conseguindo fazê-lo com redução das emissões de gases de efeito estufa, em 1 milhão de toneladas de CO2. O projeto produz energia suficiente para as cerca de 100 mil residentes de Saskatchewan, a cada ano, enquanto a redução das emissões é equivalente à retirada de 250 mil veículos da estrada da província. O CO2 capturado ou é usado para a recuperação avançada de petróleo ou é armazenado 3,4 km no subsolo, no Projeto Aquistore. A planta, de fato, capta 90% do CO2, que seriam emitidos, juntamente com 100% das emissões de SOx (óxido de enxofre) e 56% das emissões de NOx (óxido nitroso), mostrando apenas como uma parte de inovadora tecnologia esta planta é apresenta um futuro mais limpo para o carvão.

Mike Monea, presidente da Carbon Capture and Storage, com SaskPower proferiu o discurso principal na conferência da World Coal Association, deste verão, intitulada “Percursos de construção para as tecnologias de carvão limpo”. Ele estava confiante de que o sucesso do projeto Boundary Dam permitiria ao grupo construir plantas futuras a um custo 30% menor. Ao invés de fugir da realidade que o carvão e outros combustíveis fósseis vão ser essenciais para transportar a crescente carga de energia do planeta com cada vez mais pessoas, os líderes mundiais devem reconhecer o potencial para melhorar as usinas existentes e priorizar as medidas para ajudar a implantar todas as tecnologias de baixa emissão, como a melhor maneira de mitigar as emissões de gases de efeito estufa para todos os países. Com a ajuda de HELE e CCS, os países em regiões empobrecidas podem construir suas economias, usando não só energia confiável a partir do carvão, mas também a energia que está a fazer reduções significativas nas emissões globais de CO2.

Rua Pascoal Meller, 73 - Bairro Universitário - CEP 88.805-380 - CP 362 - Criciúma - Santa Catarina
Tel. (48) 3431.8350/Fax: (48) 3431.8351