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A termelétrica a carvão que a Ouro Negro Energia erguerá em Pedras Altas, já em sua primeira fase, implicará números impressionantes como em torno de US$ 1 bilhão em investimento e 600 MW de capacidade instalada (equivalente a cerca de 15% da demanda média de eletricidade do Estado). Porém, o complexo pode ser ainda maior, pois a etapa seguinte do empreendimento contemplará o acréscimo de 1,2 mil MW, atingindo o total de 1,8 mil MW.
Para sair do papel, o projeto precisa vencer algum leilão de energia promovido pelo governo federal. O mecanismo viabiliza a comercialização da energia, na rede interligada nacional, de usinas que oferecem as melhores condições de fornecimento de eletricidade. A Ouro Negro Energia pretende concorrer, com a potência de 600 MW, em um certame que será disputado em janeiro. A companhia já está se preparando para isso.
O diretor-presidente da Ouro Negro Energia, Silvio Marques Dias Neto, adianta que, na próxima terça-feira, o grupo entregará ao Ibama o Estudo de Impacto Ambiental do empreendimento. Saindo vencedora do leilão do começo do próximo ano, as obras da usina se iniciarão em julho de 2016 e deverão ser concluídas até dezembro de 2020. A expectativa do empresário é que o licenciamento ambiental seja obtido nos primeiros dias de janeiro. A termelétrica será instalada em uma área de 260 hectares, pertencente a própria Ouro Negro Energia, mas a primeira fase da estrutura ocupará apenas 30 hectares. Ou seja, sobrará muito espaço para expansões e a manutenção de um parque ambiental que rodeará o complexo.
Dias Neto ressalta que o carvão representa apenas 3% da matriz elétrica brasileira, contra um percentual de 26% da mundial. No entanto, o dirigente admite que não se pode focar apenas no carvão para gerar energia no País, pois tal estratégia acarretaria problemas ambientais. O executivo acredita que o limite para essa fonte no Brasil deveria ser de até 8% do parque gerador nacional. O empresário assinou ontem no Palácio Piratini um protocolo de intenções que possibilitará benefícios fiscais para o empreendimento em Pedras Altas.
Na ocasião, o governador José Ivo Sartori defendeu que o carvão é uma oportunidade de riqueza que tem que ser explorada, sendo uma boa alternativa para a produção de energia no Rio Grande do Sul. Sartori ainda enfatizou a geração de emprego e renda em uma região (Metade Sul) em desenvolvimento no Estado. Durante o período de construção, a térmica deverá gerar em torno de 4 mil empregos diretos e na operação cerca de 500 postos de trabalho.

Estado detém maior parte das reservas do País

 

O carvão gaúcho tem um grande potencial para a geração de energia, destaca o secretário estadual de Minas e Energia, Lucas Redecker. O Rio Grande do Sul concentra 89% das reservas nacionais desse mineral. "É preciso desmistificar o uso desse recurso, porque a tecnologia atual faz com que o dano ambiental seja muito pequeno", argumenta o secretário. Redecker acrescenta que o carvão trata-se de uma energia firme que não oscila com as condições climáticas, o que acontece com a hidreletricidade.
Para conduzir o projeto da térmica, a Ouro Negro Energia contará com a parceria da empresa Sepco1 (subsidiária do grupo chinês Power Chine) e sua subcontratada para a elaboração do projeto a Nwepdi (Northwest Eletric Power Designe Institute). Aproximadamente 80% da planta será financiada pelo Banco de Desenvolvimento da China.
A Ouro Negro Energia ainda possui estudos para desenvolver um parque eólico em Pinheiro Machado, com capacidade instalada de 99 MW. Além dessas iniciativas, a companhia pretende construir duas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), em Caçapava do Sul e Pedras Altas, que somam cerca de 20 MW
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A termelétrica a carvão que a Ouro Negro Energia erguerá em Pedras Altas, já em sua primeira fase, implicará números impressionantes como em torno de US$ 1 bilhão em investimento e 600 MW de capacidade instalada (equivalente a cerca de 15% da demanda média de eletricidade do Estado). Porém, o complexo pode ser ainda maior, pois a etapa seguinte do empreendimento contemplará o acréscimo de 1,2 mil MW, atingindo o total de 1,8 mil MW.
Para sair do papel, o projeto precisa vencer algum leilão de energia promovido pelo governo federal. O mecanismo viabiliza a comercialização da energia, na rede interligada nacional, de usinas que oferecem as melhores condições de fornecimento de eletricidade. A Ouro Negro Energia pretende concorrer, com a potência de 600 MW, em um certame que será disputado em janeiro. A companhia já está se preparando para isso.
O diretor-presidente da Ouro Negro Energia, Silvio Marques Dias Neto, adianta que, na próxima terça-feira, o grupo entregará ao Ibama o Estudo de Impacto Ambiental do empreendimento. Saindo vencedora do leilão do começo do próximo ano, as obras da usina se iniciarão em julho de 2016 e deverão ser concluídas até dezembro de 2020. A expectativa do empresário é que o licenciamento ambiental seja obtido nos primeiros dias de janeiro. A termelétrica será instalada em uma área de 260 hectares, pertencente a própria Ouro Negro Energia, mas a primeira fase da estrutura ocupará apenas 30 hectares. Ou seja, sobrará muito espaço para expansões e a manutenção de um parque ambiental que rodeará o complexo.
Dias Neto ressalta que o carvão representa apenas 3% da matriz elétrica brasileira, contra um percentual de 26% da mundial. No entanto, o dirigente admite que não se pode focar apenas no carvão para gerar energia no País, pois tal estratégia acarretaria problemas ambientais. O executivo acredita que o limite para essa fonte no Brasil deveria ser de até 8% do parque gerador nacional. O empresário assinou ontem no Palácio Piratini um protocolo de intenções que possibilitará benefícios fiscais para o empreendimento em Pedras Altas.
Na ocasião, o governador José Ivo Sartori defendeu que o carvão é uma oportunidade de riqueza que tem que ser explorada, sendo uma boa alternativa para a produção de energia no Rio Grande do Sul. Sartori ainda enfatizou a geração de emprego e renda em uma região (Metade Sul) em desenvolvimento no Estado. Durante o período de construção, a térmica deverá gerar em torno de 4 mil empregos diretos e na operação cerca de 500 postos de trabalho.

Estado detém maior parte das reservas do País

 

O carvão gaúcho tem um grande potencial para a geração de energia, destaca o secretário estadual de Minas e Energia, Lucas Redecker. O Rio Grande do Sul concentra 89% das reservas nacionais desse mineral. "É preciso desmistificar o uso desse recurso, porque a tecnologia atual faz com que o dano ambiental seja muito pequeno", argumenta o secretário. Redecker acrescenta que o carvão trata-se de uma energia firme que não oscila com as condições climáticas, o que acontece com a hidreletricidade.
Para conduzir o projeto da térmica, a Ouro Negro Energia contará com a parceria da empresa Sepco1 (subsidiária do grupo chinês Power Chine) e sua subcontratada para a elaboração do projeto a Nwepdi (Northwest Eletric Power Designe Institute). Aproximadamente 80% da planta será financiada pelo Banco de Desenvolvimento da China.
A Ouro Negro Energia ainda possui estudos para desenvolver um parque eólico em Pinheiro Machado, com capacidade instalada de 99 MW. Além dessas iniciativas, a companhia pretende construir duas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), em Caçapava do Sul e Pedras Altas, que somam cerca de 20 MW
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Usina em Pedras Altas pode crescer

13/10/2015

Jefferson Klein

A termelétrica a carvão que a Ouro Negro Energia erguerá em Pedras Altas, já em sua primeira fase, implicará números impressionantes como em torno de US$ 1 bilhão em investimento e 600 MW de capacidade instalada (equivalente a cerca de 15% da demanda média de eletricidade do Estado). Porém, o complexo pode ser ainda maior, pois a etapa seguinte do empreendimento contemplará o acréscimo de 1,2 mil MW, atingindo o total de 1,8 mil MW.
Para sair do papel, o projeto precisa vencer algum leilão de energia promovido pelo governo federal. O mecanismo viabiliza a comercialização da energia, na rede interligada nacional, de usinas que oferecem as melhores condições de fornecimento de eletricidade. A Ouro Negro Energia pretende concorrer, com a potência de 600 MW, em um certame que será disputado em janeiro. A companhia já está se preparando para isso.
O diretor-presidente da Ouro Negro Energia, Silvio Marques Dias Neto, adianta que, na próxima terça-feira, o grupo entregará ao Ibama o Estudo de Impacto Ambiental do empreendimento. Saindo vencedora do leilão do começo do próximo ano, as obras da usina se iniciarão em julho de 2016 e deverão ser concluídas até dezembro de 2020. A expectativa do empresário é que o licenciamento ambiental seja obtido nos primeiros dias de janeiro. A termelétrica será instalada em uma área de 260 hectares, pertencente a própria Ouro Negro Energia, mas a primeira fase da estrutura ocupará apenas 30 hectares. Ou seja, sobrará muito espaço para expansões e a manutenção de um parque ambiental que rodeará o complexo.
Dias Neto ressalta que o carvão representa apenas 3% da matriz elétrica brasileira, contra um percentual de 26% da mundial. No entanto, o dirigente admite que não se pode focar apenas no carvão para gerar energia no País, pois tal estratégia acarretaria problemas ambientais. O executivo acredita que o limite para essa fonte no Brasil deveria ser de até 8% do parque gerador nacional. O empresário assinou ontem no Palácio Piratini um protocolo de intenções que possibilitará benefícios fiscais para o empreendimento em Pedras Altas.
Na ocasião, o governador José Ivo Sartori defendeu que o carvão é uma oportunidade de riqueza que tem que ser explorada, sendo uma boa alternativa para a produção de energia no Rio Grande do Sul. Sartori ainda enfatizou a geração de emprego e renda em uma região (Metade Sul) em desenvolvimento no Estado. Durante o período de construção, a térmica deverá gerar em torno de 4 mil empregos diretos e na operação cerca de 500 postos de trabalho.

Estado detém maior parte das reservas do País

 

O carvão gaúcho tem um grande potencial para a geração de energia, destaca o secretário estadual de Minas e Energia, Lucas Redecker. O Rio Grande do Sul concentra 89% das reservas nacionais desse mineral. "É preciso desmistificar o uso desse recurso, porque a tecnologia atual faz com que o dano ambiental seja muito pequeno", argumenta o secretário. Redecker acrescenta que o carvão trata-se de uma energia firme que não oscila com as condições climáticas, o que acontece com a hidreletricidade.
Para conduzir o projeto da térmica, a Ouro Negro Energia contará com a parceria da empresa Sepco1 (subsidiária do grupo chinês Power Chine) e sua subcontratada para a elaboração do projeto a Nwepdi (Northwest Eletric Power Designe Institute). Aproximadamente 80% da planta será financiada pelo Banco de Desenvolvimento da China.
A Ouro Negro Energia ainda possui estudos para desenvolver um parque eólico em Pinheiro Machado, com capacidade instalada de 99 MW. Além dessas iniciativas, a companhia pretende construir duas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), em Caçapava do Sul e Pedras Altas, que somam cerca de 20 MW

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