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O grupo anglo-australiano Rio Tinto iniciou a exportação de carvão extraído na mina de Benga, no distrito de Moatize, província de Tete, com a partida segunda-feira de Moçambique do navio Genco Loire com 35 mil toneladas de carvão metalúrgico a bordo, informou o diário Notícias, de Maputo.

O jornal acrescentou que o carvão agora exportado, que foi escoado pela linha de caminho-de-ferro do Sena até ao porto da Beira, envolveu um total de 20 comboios que desde 27 de Abril passado transportaram desde Moatize mais de 45 mil toneladas de carvão mineral.

Dough Ritchie, presidente executivo do grupo Rio Tinto Energy, disse que a exportação do primeiro lote de carvão "representa um momento importante no desenvolvimento faseado dos nossos recursos como o carvão de coque de primeira linha em Moçambique."

O grupo Rio Tinto já investiu mais de 120 milhões de dólares nesta operação em Moçambique e prevê investir este ano mais de 160 milhões de dólares, para além dos 250 milhões de dólares destinados para o processo de deslocação das pessoas abrangidas nas áreas do projecto.

Por dificuldades relacionadas neste momento com infra-estruturas na bacia do Zambeze, a Rio Tinto está a negociar com a estatal Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique a construção de um ramal entre a estação ferroviária de Moatize e a região de Benga até 2015.

Cinco anos depois, ou seja até 2020, aquela companhia projecta extrair nas minas de Benga uma média anual superior a 50 milhões de toneladas de carvão, entretanto, condicionadas à óptima qualidade de infra-estruturas rodoviárias e ferroviárias até ao campo de produção.

Até 2017 a mina de Benga vai contar com uma central de produção de energia eléctrica na base do refugo de carvão extraído pela Rio Tinto, parte da qual será vendida à rede nacional moçambicana.

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O grupo anglo-australiano Rio Tinto iniciou a exportação de carvão extraído na mina de Benga, no distrito de Moatize, província de Tete, com a partida segunda-feira de Moçambique do navio Genco Loire com 35 mil toneladas de carvão metalúrgico a bordo, informou o diário Notícias, de Maputo.

O jornal acrescentou que o carvão agora exportado, que foi escoado pela linha de caminho-de-ferro do Sena até ao porto da Beira, envolveu um total de 20 comboios que desde 27 de Abril passado transportaram desde Moatize mais de 45 mil toneladas de carvão mineral.

Dough Ritchie, presidente executivo do grupo Rio Tinto Energy, disse que a exportação do primeiro lote de carvão "representa um momento importante no desenvolvimento faseado dos nossos recursos como o carvão de coque de primeira linha em Moçambique."

O grupo Rio Tinto já investiu mais de 120 milhões de dólares nesta operação em Moçambique e prevê investir este ano mais de 160 milhões de dólares, para além dos 250 milhões de dólares destinados para o processo de deslocação das pessoas abrangidas nas áreas do projecto.

Por dificuldades relacionadas neste momento com infra-estruturas na bacia do Zambeze, a Rio Tinto está a negociar com a estatal Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique a construção de um ramal entre a estação ferroviária de Moatize e a região de Benga até 2015.

Cinco anos depois, ou seja até 2020, aquela companhia projecta extrair nas minas de Benga uma média anual superior a 50 milhões de toneladas de carvão, entretanto, condicionadas à óptima qualidade de infra-estruturas rodoviárias e ferroviárias até ao campo de produção.

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Grupo Rio Tinto iniciou exportação de carvão de coque de Moçambique

28/06/2012

http://jornaldeangola.sapo.ao/

O grupo anglo-australiano Rio Tinto iniciou a exportação de carvão extraído na mina de Benga, no distrito de Moatize, província de Tete, com a partida segunda-feira de Moçambique do navio Genco Loire com 35 mil toneladas de carvão metalúrgico a bordo, informou o diário Notícias, de Maputo.

O jornal acrescentou que o carvão agora exportado, que foi escoado pela linha de caminho-de-ferro do Sena até ao porto da Beira, envolveu um total de 20 comboios que desde 27 de Abril passado transportaram desde Moatize mais de 45 mil toneladas de carvão mineral.

Dough Ritchie, presidente executivo do grupo Rio Tinto Energy, disse que a exportação do primeiro lote de carvão "representa um momento importante no desenvolvimento faseado dos nossos recursos como o carvão de coque de primeira linha em Moçambique."

O grupo Rio Tinto já investiu mais de 120 milhões de dólares nesta operação em Moçambique e prevê investir este ano mais de 160 milhões de dólares, para além dos 250 milhões de dólares destinados para o processo de deslocação das pessoas abrangidas nas áreas do projecto.

Por dificuldades relacionadas neste momento com infra-estruturas na bacia do Zambeze, a Rio Tinto está a negociar com a estatal Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique a construção de um ramal entre a estação ferroviária de Moatize e a região de Benga até 2015.

Cinco anos depois, ou seja até 2020, aquela companhia projecta extrair nas minas de Benga uma média anual superior a 50 milhões de toneladas de carvão, entretanto, condicionadas à óptima qualidade de infra-estruturas rodoviárias e ferroviárias até ao campo de produção.

Até 2017 a mina de Benga vai contar com uma central de produção de energia eléctrica na base do refugo de carvão extraído pela Rio Tinto, parte da qual será vendida à rede nacional moçambicana.

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