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Uma comitiva gaúcha integrada por autoridades de diferentes partidos políticos foi à sede da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta quinta-feira, em Brasília, reivindicar o não fechamento da Usina Termelétrica de Charqueadas. A usina poderá encerrar as atividades no final deste ano, em função das determinações previstas na Portaria nº 500/2012 da Aneel.

A medida estabeleceu critérios de eficiência para algumas usinas de energia, que terão que se adequar até o final do ano ou parar a operação. A resolução aplica-se para todas as usinas beneficiárias da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), inclusive para a térmica de Charqueadas.

As autoridades fortaleceram o pedido por alterações na portaria 500 ao diretor-geral da Aneel ?que estão em jogo. A perda da usina será catastrófica à Região Carbonífera, mas também para o Estado, em função da redução na produção de energia"?, alertou o coordenador da Frente Parlamentar do Carvão Mineral, deputado Valdeci Oliveira (PT-RS).

Valdeci acredita que o apelo coletivo trará resultados. "Todas as forças políticas do Estado estavam representadas na reunião. Os dirigentes da Aneel demonstraram sensibilidade às cobranças feitas e vão discutir a solicitação com o Ministério de Minas e Energia. O ambiente é positivo para a busca de uma alternativa concreta. A Frente do Carvão acompanhará passo a passo o retorno e os encaminhamentos que serão dados pela Aneel nas próximas semanas", afirmou.

O secretário estadual de Minas e Energia, Lucas Redecker, propôs a prorrogação da Resolução nº 500, dando assim condições para que a região e a empresa encontrem uma solução para o impasse. "Charqueadas ainda tenta se recuperar do baque do fechamento da Iesa. Essa usina é muito importante para o município neste momento, e precisamos encontrar uma alternativa de longo prazo para solucionar definitivamente o problema", afirmou. O secretário também enfatizou que o Estado e o País não estão em condições de abrir mão da energia gerada pelo empreendimento. "Precisamos não apenas dos empregos e da renda que a usina gera, mas também da energia, que atende hoje cerca de 140 mil consumidores", explicou.

Segundo informações da Tractebel, a termelétrica tem uma capacidade instalada de 72MW (cerca de 2% da demanda média de energia do Rio Grande do Sul) e gera 2.400 empregos. No entanto, vem produzindo uma geração média de 40 MW médios a 45 MW médios, sendo lucrativa somente em alguns períodos de despacho, devido ao seu alto custo de operação. A usina de Charqueadas é uma das termelétricas mais antigas do País e começou a operar em 5 de janeiro de 1962.

A delegação foi integrada por prefeitos, vereadores e deputados federais. O grupo ainda contou com o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Luiz Fernando Zancan.

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Uma comitiva gaúcha integrada por autoridades de diferentes partidos políticos foi à sede da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta quinta-feira, em Brasília, reivindicar o não fechamento da Usina Termelétrica de Charqueadas. A usina poderá encerrar as atividades no final deste ano, em função das determinações previstas na Portaria nº 500/2012 da Aneel.

A medida estabeleceu critérios de eficiência para algumas usinas de energia, que terão que se adequar até o final do ano ou parar a operação. A resolução aplica-se para todas as usinas beneficiárias da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), inclusive para a térmica de Charqueadas.

As autoridades fortaleceram o pedido por alterações na portaria 500 ao diretor-geral da Aneel ?que estão em jogo. A perda da usina será catastrófica à Região Carbonífera, mas também para o Estado, em função da redução na produção de energia"?, alertou o coordenador da Frente Parlamentar do Carvão Mineral, deputado Valdeci Oliveira (PT-RS).

Valdeci acredita que o apelo coletivo trará resultados. "Todas as forças políticas do Estado estavam representadas na reunião. Os dirigentes da Aneel demonstraram sensibilidade às cobranças feitas e vão discutir a solicitação com o Ministério de Minas e Energia. O ambiente é positivo para a busca de uma alternativa concreta. A Frente do Carvão acompanhará passo a passo o retorno e os encaminhamentos que serão dados pela Aneel nas próximas semanas", afirmou.

O secretário estadual de Minas e Energia, Lucas Redecker, propôs a prorrogação da Resolução nº 500, dando assim condições para que a região e a empresa encontrem uma solução para o impasse. "Charqueadas ainda tenta se recuperar do baque do fechamento da Iesa. Essa usina é muito importante para o município neste momento, e precisamos encontrar uma alternativa de longo prazo para solucionar definitivamente o problema", afirmou. O secretário também enfatizou que o Estado e o País não estão em condições de abrir mão da energia gerada pelo empreendimento. "Precisamos não apenas dos empregos e da renda que a usina gera, mas também da energia, que atende hoje cerca de 140 mil consumidores", explicou.

Segundo informações da Tractebel, a termelétrica tem uma capacidade instalada de 72MW (cerca de 2% da demanda média de energia do Rio Grande do Sul) e gera 2.400 empregos. No entanto, vem produzindo uma geração média de 40 MW médios a 45 MW médios, sendo lucrativa somente em alguns períodos de despacho, devido ao seu alto custo de operação. A usina de Charqueadas é uma das termelétricas mais antigas do País e começou a operar em 5 de janeiro de 1962.

A delegação foi integrada por prefeitos, vereadores e deputados federais. O grupo ainda contou com o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Luiz Fernando Zancan.

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Destino da usina de Charqueadas é debatido

26/08/2015

Uma comitiva gaúcha integrada por autoridades de diferentes partidos políticos foi à sede da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta quinta-feira, em Brasília, reivindicar o não fechamento da Usina Termelétrica de Charqueadas. A usina poderá encerrar as atividades no final deste ano, em função das determinações previstas na Portaria nº 500/2012 da Aneel.

A medida estabeleceu critérios de eficiência para algumas usinas de energia, que terão que se adequar até o final do ano ou parar a operação. A resolução aplica-se para todas as usinas beneficiárias da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), inclusive para a térmica de Charqueadas.

As autoridades fortaleceram o pedido por alterações na portaria 500 ao diretor-geral da Aneel ?que estão em jogo. A perda da usina será catastrófica à Região Carbonífera, mas também para o Estado, em função da redução na produção de energia"?, alertou o coordenador da Frente Parlamentar do Carvão Mineral, deputado Valdeci Oliveira (PT-RS).

Valdeci acredita que o apelo coletivo trará resultados. "Todas as forças políticas do Estado estavam representadas na reunião. Os dirigentes da Aneel demonstraram sensibilidade às cobranças feitas e vão discutir a solicitação com o Ministério de Minas e Energia. O ambiente é positivo para a busca de uma alternativa concreta. A Frente do Carvão acompanhará passo a passo o retorno e os encaminhamentos que serão dados pela Aneel nas próximas semanas", afirmou.

O secretário estadual de Minas e Energia, Lucas Redecker, propôs a prorrogação da Resolução nº 500, dando assim condições para que a região e a empresa encontrem uma solução para o impasse. "Charqueadas ainda tenta se recuperar do baque do fechamento da Iesa. Essa usina é muito importante para o município neste momento, e precisamos encontrar uma alternativa de longo prazo para solucionar definitivamente o problema", afirmou. O secretário também enfatizou que o Estado e o País não estão em condições de abrir mão da energia gerada pelo empreendimento. "Precisamos não apenas dos empregos e da renda que a usina gera, mas também da energia, que atende hoje cerca de 140 mil consumidores", explicou.

Segundo informações da Tractebel, a termelétrica tem uma capacidade instalada de 72MW (cerca de 2% da demanda média de energia do Rio Grande do Sul) e gera 2.400 empregos. No entanto, vem produzindo uma geração média de 40 MW médios a 45 MW médios, sendo lucrativa somente em alguns períodos de despacho, devido ao seu alto custo de operação. A usina de Charqueadas é uma das termelétricas mais antigas do País e começou a operar em 5 de janeiro de 1962.

A delegação foi integrada por prefeitos, vereadores e deputados federais. O grupo ainda contou com o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Luiz Fernando Zancan.

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