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O carvão mineral é um dos principais itens da pauta de importação brasileira.

Por isso o governo considera estratégico investir no desenvolvimento de tecnologias para uso do carvão mineral nacional, tanto na siderurgia quanto na geração de térmica de eletricidade.

A Rede Nacional de Combustão, criada em 2002, tem por objetivo promover o desenvolvimento científico e tecnológico no campo de combustão, gaseificação e outras formas de conversão energética.

Ela reúne 25 instituições, entre universidades, centros de pesquisa e empresas.

Já a Rede Carvão, criada em 2006, tem cerca de 40 participantes e objetiva alavancar a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação na produção, o uso limpo e a eficiência energética do carvão mineral com foco nas aplicações para geração de energia, siderurgia, carboquímica, fertilizantes e uso rejeitos e resíduos.

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação já investiu cerca de R$ 55 milhões nas duas redes, o que inclui infraestrutura laboratorial, formação de recursos humanos, promoção da pesquisa e cooperação internacional – com destaque para a criação de um novo centro de pesquisa – o Centro de Tecnologia do Carvão Limpo (CTCL) -, em Criciúma (SC).

Tecnologias para o carvão

As duas redes, juntamente com a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), estão agora tentando uma integração, com a troca de experiências e um aumento da colaboração entre as instituições.

Durante o encontro, foram apresentadas diversas pesquisas realizadas pelas instituições participantes em temas como limpeza de gases por plasma, modelagem e simulação de combustão em geradores de vapor e desenvolvimento de gaseificadores com diversas tecnologias e utilizando diversos combustíveis.

Foram apresentadas também tecnologias de uso de combustão mista com resíduos sólidos, oportunidade gerada pela Política Nacional de Resíduos Sólidos.

“É fundamental que se unam esforços de pesquisa para validar tecnologias que possibilitem o aproveitamento sustentável do carvão, que é uma riqueza nacional, tendo um potencial energético cerca de 3,5 vezes maior do que o do petróleo”, avaliou a coordenadora do evento, a professora Maria Luiza Indrusiak.

O coordenador da Rede Carvão, Carlos Sampaio, relatou que há seis anos não existiam alunos interessados no tema, e que a primeira reunião da rede teve a participação de 25 pesquisadores.

Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Sampaio lembrou que, em contraponto, o primeiro congresso da rede, realizado em 2011 em Gramado (RS), teve a participação de 370 pessoas, das quais grande parte eram estudantes em áreas correlatas à de carvão mineral, além de palestrantes de dez países.

Combustão de carvão mineral

O primeiro combustor brasileiro, voltado ao desenvolvimento de processos de conversão de carvão mineral e biomassas em energia térmica. foi inaugurado nesta semana no município de Cachoeirinha (RS).

Em escala piloto, o equipamento funciona com a técnica de fluidização rápida.

Considerada como uma evolução do leito fluidizado, a tecnologia é promissora para o aproveitamento das variedades de carvão mais comuns no Rio Grande do Sul, do tipo sub-betuminoso, com alto teor de cinzas.

A fluidização baseia-se na circulação de sólidos juntamente com um fluido (gás ou líquido), impedindo a existência de gradientes de temperatura, de pontos muito ativos ou de regiões estagnadas.

Isto proporciona um maior contato superficial entre sólido e fluido, favorecendo a transferência de massa e calor.

Esta tecnologia é considerada de baixo impacto ambiental por apresentar redução das emissões de compostos nitrogenados (NOx) como também de facilidade na remoção de compostos sulfurosos (SOx).

Carvão mineral limpo

A intenção da Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec) é apresentar soluções para a geração termoelétrica a carvão mineral que sejam ambientalmente adequadas, viabilizando as atividades da cadeia desde a prospecção das minas até o aproveitamento das cinzas.

A unidade piloto realizará testes avaliando o comportamento dos carvões nacionais sob diversas condições, fornecendo informações importantes para o meio científico e industrial, além de representar uma grande ferramenta no desenvolvimento de novos processos.

Os resultados poderão ser importantes para as empresas que necessitem de calor industrial ou de geração de energia elétrica.

A Cientec, vinculada ao governo do estado, tem o único Laboratório na América Latina capacitado para estudos para a utilização ambientalmente adequada de carvão mineral. 

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O carvão mineral é um dos principais itens da pauta de importação brasileira.

Por isso o governo considera estratégico investir no desenvolvimento de tecnologias para uso do carvão mineral nacional, tanto na siderurgia quanto na geração de térmica de eletricidade.

A Rede Nacional de Combustão, criada em 2002, tem por objetivo promover o desenvolvimento científico e tecnológico no campo de combustão, gaseificação e outras formas de conversão energética.

Ela reúne 25 instituições, entre universidades, centros de pesquisa e empresas.

Já a Rede Carvão, criada em 2006, tem cerca de 40 participantes e objetiva alavancar a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação na produção, o uso limpo e a eficiência energética do carvão mineral com foco nas aplicações para geração de energia, siderurgia, carboquímica, fertilizantes e uso rejeitos e resíduos.

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação já investiu cerca de R$ 55 milhões nas duas redes, o que inclui infraestrutura laboratorial, formação de recursos humanos, promoção da pesquisa e cooperação internacional – com destaque para a criação de um novo centro de pesquisa – o Centro de Tecnologia do Carvão Limpo (CTCL) -, em Criciúma (SC).

Tecnologias para o carvão

As duas redes, juntamente com a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), estão agora tentando uma integração, com a troca de experiências e um aumento da colaboração entre as instituições.

Durante o encontro, foram apresentadas diversas pesquisas realizadas pelas instituições participantes em temas como limpeza de gases por plasma, modelagem e simulação de combustão em geradores de vapor e desenvolvimento de gaseificadores com diversas tecnologias e utilizando diversos combustíveis.

Foram apresentadas também tecnologias de uso de combustão mista com resíduos sólidos, oportunidade gerada pela Política Nacional de Resíduos Sólidos.

“É fundamental que se unam esforços de pesquisa para validar tecnologias que possibilitem o aproveitamento sustentável do carvão, que é uma riqueza nacional, tendo um potencial energético cerca de 3,5 vezes maior do que o do petróleo”, avaliou a coordenadora do evento, a professora Maria Luiza Indrusiak.

O coordenador da Rede Carvão, Carlos Sampaio, relatou que há seis anos não existiam alunos interessados no tema, e que a primeira reunião da rede teve a participação de 25 pesquisadores.

Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Sampaio lembrou que, em contraponto, o primeiro congresso da rede, realizado em 2011 em Gramado (RS), teve a participação de 370 pessoas, das quais grande parte eram estudantes em áreas correlatas à de carvão mineral, além de palestrantes de dez países.

Combustão de carvão mineral

O primeiro combustor brasileiro, voltado ao desenvolvimento de processos de conversão de carvão mineral e biomassas em energia térmica. foi inaugurado nesta semana no município de Cachoeirinha (RS).

Em escala piloto, o equipamento funciona com a técnica de fluidização rápida.

Considerada como uma evolução do leito fluidizado, a tecnologia é promissora para o aproveitamento das variedades de carvão mais comuns no Rio Grande do Sul, do tipo sub-betuminoso, com alto teor de cinzas.

A fluidização baseia-se na circulação de sólidos juntamente com um fluido (gás ou líquido), impedindo a existência de gradientes de temperatura, de pontos muito ativos ou de regiões estagnadas.

Isto proporciona um maior contato superficial entre sólido e fluido, favorecendo a transferência de massa e calor.

Esta tecnologia é considerada de baixo impacto ambiental por apresentar redução das emissões de compostos nitrogenados (NOx) como também de facilidade na remoção de compostos sulfurosos (SOx).

Carvão mineral limpo

A intenção da Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec) é apresentar soluções para a geração termoelétrica a carvão mineral que sejam ambientalmente adequadas, viabilizando as atividades da cadeia desde a prospecção das minas até o aproveitamento das cinzas.

A unidade piloto realizará testes avaliando o comportamento dos carvões nacionais sob diversas condições, fornecendo informações importantes para o meio científico e industrial, além de representar uma grande ferramenta no desenvolvimento de novos processos.

Os resultados poderão ser importantes para as empresas que necessitem de calor industrial ou de geração de energia elétrica.

A Cientec, vinculada ao governo do estado, tem o único Laboratório na América Latina capacitado para estudos para a utilização ambientalmente adequada de carvão mineral. 

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Tecnologias podem viabilizar carvão mineral nacional

11/08/2015

O carvão mineral é um dos principais itens da pauta de importação brasileira.

Por isso o governo considera estratégico investir no desenvolvimento de tecnologias para uso do carvão mineral nacional, tanto na siderurgia quanto na geração de térmica de eletricidade.

A Rede Nacional de Combustão, criada em 2002, tem por objetivo promover o desenvolvimento científico e tecnológico no campo de combustão, gaseificação e outras formas de conversão energética.

Ela reúne 25 instituições, entre universidades, centros de pesquisa e empresas.

Já a Rede Carvão, criada em 2006, tem cerca de 40 participantes e objetiva alavancar a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação na produção, o uso limpo e a eficiência energética do carvão mineral com foco nas aplicações para geração de energia, siderurgia, carboquímica, fertilizantes e uso rejeitos e resíduos.

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação já investiu cerca de R$ 55 milhões nas duas redes, o que inclui infraestrutura laboratorial, formação de recursos humanos, promoção da pesquisa e cooperação internacional – com destaque para a criação de um novo centro de pesquisa – o Centro de Tecnologia do Carvão Limpo (CTCL) -, em Criciúma (SC).

Tecnologias para o carvão

As duas redes, juntamente com a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), estão agora tentando uma integração, com a troca de experiências e um aumento da colaboração entre as instituições.

Durante o encontro, foram apresentadas diversas pesquisas realizadas pelas instituições participantes em temas como limpeza de gases por plasma, modelagem e simulação de combustão em geradores de vapor e desenvolvimento de gaseificadores com diversas tecnologias e utilizando diversos combustíveis.

Foram apresentadas também tecnologias de uso de combustão mista com resíduos sólidos, oportunidade gerada pela Política Nacional de Resíduos Sólidos.

“É fundamental que se unam esforços de pesquisa para validar tecnologias que possibilitem o aproveitamento sustentável do carvão, que é uma riqueza nacional, tendo um potencial energético cerca de 3,5 vezes maior do que o do petróleo”, avaliou a coordenadora do evento, a professora Maria Luiza Indrusiak.

O coordenador da Rede Carvão, Carlos Sampaio, relatou que há seis anos não existiam alunos interessados no tema, e que a primeira reunião da rede teve a participação de 25 pesquisadores.

Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Sampaio lembrou que, em contraponto, o primeiro congresso da rede, realizado em 2011 em Gramado (RS), teve a participação de 370 pessoas, das quais grande parte eram estudantes em áreas correlatas à de carvão mineral, além de palestrantes de dez países.

Combustão de carvão mineral

O primeiro combustor brasileiro, voltado ao desenvolvimento de processos de conversão de carvão mineral e biomassas em energia térmica. foi inaugurado nesta semana no município de Cachoeirinha (RS).

Em escala piloto, o equipamento funciona com a técnica de fluidização rápida.

Considerada como uma evolução do leito fluidizado, a tecnologia é promissora para o aproveitamento das variedades de carvão mais comuns no Rio Grande do Sul, do tipo sub-betuminoso, com alto teor de cinzas.

A fluidização baseia-se na circulação de sólidos juntamente com um fluido (gás ou líquido), impedindo a existência de gradientes de temperatura, de pontos muito ativos ou de regiões estagnadas.

Isto proporciona um maior contato superficial entre sólido e fluido, favorecendo a transferência de massa e calor.

Esta tecnologia é considerada de baixo impacto ambiental por apresentar redução das emissões de compostos nitrogenados (NOx) como também de facilidade na remoção de compostos sulfurosos (SOx).

Carvão mineral limpo

A intenção da Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec) é apresentar soluções para a geração termoelétrica a carvão mineral que sejam ambientalmente adequadas, viabilizando as atividades da cadeia desde a prospecção das minas até o aproveitamento das cinzas.

A unidade piloto realizará testes avaliando o comportamento dos carvões nacionais sob diversas condições, fornecendo informações importantes para o meio científico e industrial, além de representar uma grande ferramenta no desenvolvimento de novos processos.

Os resultados poderão ser importantes para as empresas que necessitem de calor industrial ou de geração de energia elétrica.

A Cientec, vinculada ao governo do estado, tem o único Laboratório na América Latina capacitado para estudos para a utilização ambientalmente adequada de carvão mineral. 

Rua Pascoal Meller, 73 - Bairro Universitário - CEP 88.805-380 - CP 362 - Criciúma - Santa Catarina
Tel. (48) 3431.8350/Fax: (48) 3431.8351