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Gradualmente, o Rio Grande e o Brasil despertam para o potencial socioeconômico da cadeia do carvão mineral. De forma contraditória, essa matéria-prima, de abundante existência no subsolo gaúcho - onde estão encravadas 90% das reservas nacionais - passou as últimas décadas relegada a um papel secundário na matriz energética do País. Dados da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), apontam que pouco mais de 1% da energia gerada no Brasil advém do mineral. Na China, na Alemanha e nos Estados Unidos, esse índice ultrapassa a casa de 30%.

Em 2011, procuramos fomentar o debate com a criação da Frente Parlamentar em Defesa do Carvão. A Frente reuniu deputados, técnicos, autoridades e gestores para discutirem o tema de modo aprofundado. A Frente do RS uniu-se à Frente de Santa Catarina e à Frente do Congresso Nacional. A gestão do governador Tarso Genro respaldou a mobilização. O saldo de seminários e audiências contribuiu para a construção de um novo cenário. Hoje, o carvão, por entendimento do governo federal, está de volta aos leilões A-5. E, consequência da volta aos leilões, foi confirmada a implantação da Usina Termoelétrica Pampa Sul em Candiota, na região da Campanha. É um investimento de R$ 1,8 bilhão da Tractebel Energia. Só a obra, prevista para começar neste segundo semestre, vai gerar 1,8 mil postos de trabalhos diretos.

Tão importante quanto o aspecto econômico, é a sustentabilidade. A UTE Pampa Sul irá utilizar uma tecnologia - chamada leito fluidizado circulante - que provoca menores emissões de gases poluentes. Todas as medidas de controle ambiental serão adotadas para atender os limites adotados pelo País na proteção atmosférica.

A Assembleia Legislativa, por meio da Frente do Carvão, continuará mobilizada para que a Pampa Sul seja apenas o carro-chefe de um novo ciclo de investimentos no Rio Grande do Sul. No momento em que muito se debate sobre a crise estrutural das finanças gaúchas, o carvão mineral, o "Pré-sal gaúcho", representa a retomada do crescimento sustentável, dos empregos e da autoestima da Metade Sul gaúcha.

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Gradualmente, o Rio Grande e o Brasil despertam para o potencial socioeconômico da cadeia do carvão mineral. De forma contraditória, essa matéria-prima, de abundante existência no subsolo gaúcho - onde estão encravadas 90% das reservas nacionais - passou as últimas décadas relegada a um papel secundário na matriz energética do País. Dados da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), apontam que pouco mais de 1% da energia gerada no Brasil advém do mineral. Na China, na Alemanha e nos Estados Unidos, esse índice ultrapassa a casa de 30%.

Em 2011, procuramos fomentar o debate com a criação da Frente Parlamentar em Defesa do Carvão. A Frente reuniu deputados, técnicos, autoridades e gestores para discutirem o tema de modo aprofundado. A Frente do RS uniu-se à Frente de Santa Catarina e à Frente do Congresso Nacional. A gestão do governador Tarso Genro respaldou a mobilização. O saldo de seminários e audiências contribuiu para a construção de um novo cenário. Hoje, o carvão, por entendimento do governo federal, está de volta aos leilões A-5. E, consequência da volta aos leilões, foi confirmada a implantação da Usina Termoelétrica Pampa Sul em Candiota, na região da Campanha. É um investimento de R$ 1,8 bilhão da Tractebel Energia. Só a obra, prevista para começar neste segundo semestre, vai gerar 1,8 mil postos de trabalhos diretos.

Tão importante quanto o aspecto econômico, é a sustentabilidade. A UTE Pampa Sul irá utilizar uma tecnologia - chamada leito fluidizado circulante - que provoca menores emissões de gases poluentes. Todas as medidas de controle ambiental serão adotadas para atender os limites adotados pelo País na proteção atmosférica.

A Assembleia Legislativa, por meio da Frente do Carvão, continuará mobilizada para que a Pampa Sul seja apenas o carro-chefe de um novo ciclo de investimentos no Rio Grande do Sul. No momento em que muito se debate sobre a crise estrutural das finanças gaúchas, o carvão mineral, o "Pré-sal gaúcho", representa a retomada do crescimento sustentável, dos empregos e da autoestima da Metade Sul gaúcha.

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Carvão para fortalecer economia

28/07/2015

Valdeci Oliveira - Jornal do Comércio

Gradualmente, o Rio Grande e o Brasil despertam para o potencial socioeconômico da cadeia do carvão mineral. De forma contraditória, essa matéria-prima, de abundante existência no subsolo gaúcho - onde estão encravadas 90% das reservas nacionais - passou as últimas décadas relegada a um papel secundário na matriz energética do País. Dados da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), apontam que pouco mais de 1% da energia gerada no Brasil advém do mineral. Na China, na Alemanha e nos Estados Unidos, esse índice ultrapassa a casa de 30%.

Em 2011, procuramos fomentar o debate com a criação da Frente Parlamentar em Defesa do Carvão. A Frente reuniu deputados, técnicos, autoridades e gestores para discutirem o tema de modo aprofundado. A Frente do RS uniu-se à Frente de Santa Catarina e à Frente do Congresso Nacional. A gestão do governador Tarso Genro respaldou a mobilização. O saldo de seminários e audiências contribuiu para a construção de um novo cenário. Hoje, o carvão, por entendimento do governo federal, está de volta aos leilões A-5. E, consequência da volta aos leilões, foi confirmada a implantação da Usina Termoelétrica Pampa Sul em Candiota, na região da Campanha. É um investimento de R$ 1,8 bilhão da Tractebel Energia. Só a obra, prevista para começar neste segundo semestre, vai gerar 1,8 mil postos de trabalhos diretos.

Tão importante quanto o aspecto econômico, é a sustentabilidade. A UTE Pampa Sul irá utilizar uma tecnologia - chamada leito fluidizado circulante - que provoca menores emissões de gases poluentes. Todas as medidas de controle ambiental serão adotadas para atender os limites adotados pelo País na proteção atmosférica.

A Assembleia Legislativa, por meio da Frente do Carvão, continuará mobilizada para que a Pampa Sul seja apenas o carro-chefe de um novo ciclo de investimentos no Rio Grande do Sul. No momento em que muito se debate sobre a crise estrutural das finanças gaúchas, o carvão mineral, o "Pré-sal gaúcho", representa a retomada do crescimento sustentável, dos empregos e da autoestima da Metade Sul gaúcha.

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