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A indústria brasileira de transformação em geral e a indústria nacional do aço em particular operam em meio a uma das piores crises que já enfrentaram. Neste momento, somam-se ao cenário externo desfavorável (com excesso de produção), fatores internos negativos como queda na atividade econômica, corte de investimentos por causa do ajuste fiscal, paralisação de demanda para grandes obras por conta das investigações de corrupção e turbulências políticas. Esse cenário, traçado pelo presidente executivo do Instituto Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes, serve de pano de fundo para a 26ª edição do Congresso Brasileiro do Aço, de 12 a14 de julho no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

"O momento é muito difícil, mas é também muito importante que o setor se reúna para debater as questões que afligem as empresas. Não vemos perspectiva de retomada por enquanto, mas temos a certeza de que uma eventual recuperação da economia brasileira não será possível sem uma indústria firme e capacitada", diz Lopes.

A edição 2015 do evento conta com conferencistas brasileiros e estrangeiros e com a participação de cerca de 500 executivos e outros profissionais atuantes no setor do aço. Logo no primeiro dia, o congresso tem a apresentação inaugural do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, e a presença do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Os temas globais e a discussão sobre o cenário macroeconômico brasileiro dão o tom das apresentações e debates ao longo dos três dias de congresso. Em relação à edição de 2014, fica claro o avanço da discussão sobre a situação econômica brasileira. No ano passado, tiveram mais destaque na grade de conferências as questões internacionais.

Em relação ao quadro internacional, há conferências e painéis sobre a nova ordem econômica global, as grandes questões da indústria mundial do aço (com destaque para substituição de materiais, carvão mineral e minério de ferro) e as ameaças e oportunidades relacionadas ao papel da China no setor.

No que se refere ao Brasil, o congresso deste ano elegeu como temas o cenário da macroeconomia e a participação das indústrias do aço no que se conhece como economia verde (neste caso, com a presença da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira). Para o encerramento, a fala de mais um ministro, o das Minas e Energia, Eduardo Braga.

Um dos destaques deste ano é um painel sobre competitividade, com representantes da indústria e a Força Sindical. "As discussões durante o congresso são muito relevantes, principalmente em um momento em que se pergunta que país queremos construir para o futuro", afirma Lopes, destacando que a indústria nacional do aço está operando a 70% da capacidade instalada, quando esse percentual deveria ser superior a 80%.

Paralelamente ao congresso ocorre a Expo Aço, uma espécie de feira de negócios com estandes de empresas interessadas em apresentar seus produtos e serviços aos participantes do evento. A expectativa é de que aproximadamente três mil pessoas circulem no espaço da Expo Aço, de 3,7 mil metros quadrados, durante o evento.

(Fonte: Valor Econômico – 13/07/2015)

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A indústria brasileira de transformação em geral e a indústria nacional do aço em particular operam em meio a uma das piores crises que já enfrentaram. Neste momento, somam-se ao cenário externo desfavorável (com excesso de produção), fatores internos negativos como queda na atividade econômica, corte de investimentos por causa do ajuste fiscal, paralisação de demanda para grandes obras por conta das investigações de corrupção e turbulências políticas. Esse cenário, traçado pelo presidente executivo do Instituto Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes, serve de pano de fundo para a 26ª edição do Congresso Brasileiro do Aço, de 12 a14 de julho no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

"O momento é muito difícil, mas é também muito importante que o setor se reúna para debater as questões que afligem as empresas. Não vemos perspectiva de retomada por enquanto, mas temos a certeza de que uma eventual recuperação da economia brasileira não será possível sem uma indústria firme e capacitada", diz Lopes.

A edição 2015 do evento conta com conferencistas brasileiros e estrangeiros e com a participação de cerca de 500 executivos e outros profissionais atuantes no setor do aço. Logo no primeiro dia, o congresso tem a apresentação inaugural do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, e a presença do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Os temas globais e a discussão sobre o cenário macroeconômico brasileiro dão o tom das apresentações e debates ao longo dos três dias de congresso. Em relação à edição de 2014, fica claro o avanço da discussão sobre a situação econômica brasileira. No ano passado, tiveram mais destaque na grade de conferências as questões internacionais.

Em relação ao quadro internacional, há conferências e painéis sobre a nova ordem econômica global, as grandes questões da indústria mundial do aço (com destaque para substituição de materiais, carvão mineral e minério de ferro) e as ameaças e oportunidades relacionadas ao papel da China no setor.

No que se refere ao Brasil, o congresso deste ano elegeu como temas o cenário da macroeconomia e a participação das indústrias do aço no que se conhece como economia verde (neste caso, com a presença da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira). Para o encerramento, a fala de mais um ministro, o das Minas e Energia, Eduardo Braga.

Um dos destaques deste ano é um painel sobre competitividade, com representantes da indústria e a Força Sindical. "As discussões durante o congresso são muito relevantes, principalmente em um momento em que se pergunta que país queremos construir para o futuro", afirma Lopes, destacando que a indústria nacional do aço está operando a 70% da capacidade instalada, quando esse percentual deveria ser superior a 80%.

Paralelamente ao congresso ocorre a Expo Aço, uma espécie de feira de negócios com estandes de empresas interessadas em apresentar seus produtos e serviços aos participantes do evento. A expectativa é de que aproximadamente três mil pessoas circulem no espaço da Expo Aço, de 3,7 mil metros quadrados, durante o evento.

(Fonte: Valor Econômico – 13/07/2015)

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Congresso discute os desafios em momento de crise

21/07/2015

A indústria brasileira de transformação em geral e a indústria nacional do aço em particular operam em meio a uma das piores crises que já enfrentaram. Neste momento, somam-se ao cenário externo desfavorável (com excesso de produção), fatores internos negativos como queda na atividade econômica, corte de investimentos por causa do ajuste fiscal, paralisação de demanda para grandes obras por conta das investigações de corrupção e turbulências políticas. Esse cenário, traçado pelo presidente executivo do Instituto Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes, serve de pano de fundo para a 26ª edição do Congresso Brasileiro do Aço, de 12 a14 de julho no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

"O momento é muito difícil, mas é também muito importante que o setor se reúna para debater as questões que afligem as empresas. Não vemos perspectiva de retomada por enquanto, mas temos a certeza de que uma eventual recuperação da economia brasileira não será possível sem uma indústria firme e capacitada", diz Lopes.

A edição 2015 do evento conta com conferencistas brasileiros e estrangeiros e com a participação de cerca de 500 executivos e outros profissionais atuantes no setor do aço. Logo no primeiro dia, o congresso tem a apresentação inaugural do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, e a presença do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Os temas globais e a discussão sobre o cenário macroeconômico brasileiro dão o tom das apresentações e debates ao longo dos três dias de congresso. Em relação à edição de 2014, fica claro o avanço da discussão sobre a situação econômica brasileira. No ano passado, tiveram mais destaque na grade de conferências as questões internacionais.

Em relação ao quadro internacional, há conferências e painéis sobre a nova ordem econômica global, as grandes questões da indústria mundial do aço (com destaque para substituição de materiais, carvão mineral e minério de ferro) e as ameaças e oportunidades relacionadas ao papel da China no setor.

No que se refere ao Brasil, o congresso deste ano elegeu como temas o cenário da macroeconomia e a participação das indústrias do aço no que se conhece como economia verde (neste caso, com a presença da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira). Para o encerramento, a fala de mais um ministro, o das Minas e Energia, Eduardo Braga.

Um dos destaques deste ano é um painel sobre competitividade, com representantes da indústria e a Força Sindical. "As discussões durante o congresso são muito relevantes, principalmente em um momento em que se pergunta que país queremos construir para o futuro", afirma Lopes, destacando que a indústria nacional do aço está operando a 70% da capacidade instalada, quando esse percentual deveria ser superior a 80%.

Paralelamente ao congresso ocorre a Expo Aço, uma espécie de feira de negócios com estandes de empresas interessadas em apresentar seus produtos e serviços aos participantes do evento. A expectativa é de que aproximadamente três mil pessoas circulem no espaço da Expo Aço, de 3,7 mil metros quadrados, durante o evento.

(Fonte: Valor Econômico – 13/07/2015)

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