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Pelo terceiro ano consecutivo, devido às condições hidrológicas desfavoráveis observadas ao longo do período, a oferta de energia hidráulica no Brasil sofreu uma redução de 5,6% em 2014. Os dados são do Relatório Síntese do Balanço Energético Nacional (BEN) de 2015, elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), com base em indicadores e estimativas de 2014, e demonstram um histórico preocupante para o País, além da necessidade de se incrementar as opções renováveis.

Segundo a pesquisa do órgão de planejamento energético do governo, a menor oferta hídrica explica o recuo da participação de renováveis na matriz elétrica, que caiu de 84,5% em 2012, para 79,3% em 2013 e, para 65,2% neste ano, apesar do incremento de 3.177 megawatts (MW) na potência instalada do parque hidrelétrico. Por sua vez, a potência eólica do País atingiu 4.903 MW, o que proporcionou um acréscimo de 85,6% na geração de eletricidade a partir dessa fonte, acrescenta o estudo da EPE.

Para dar uma visão sobre o papel e as perspectivas da energia renovável na matriz energética brasileira a partir do PNE 2050, o Diretor de Estudos Econômico-Energéticos da EPE, Amilcar Guerreiro, vai fazer a palestra de abertura do 4º Seminário Nacional de energias renováveis e Eficiência Energética. O evento acontece nos dias 19 e 20 de agosto de 2015, na sede do SINDUSCON RIO, em paralelo à primeira EXPO - Energias Renováveis, sob o tema “Desafios e soluções para o Brasil produzir mais com menos". 

O Seminário será um espaço importante para debater informações como as reveladas pelo estudo da EPE que mostra outro dado importante e bastante atual: “em 2014, o consumo final de eletricidade no país registrou um aumento de 2,9%, suprido a partir da expansão da geração térmica, especialmente das usinas movidas a carvão mineral (+24,7%), gás natural (+17,5%), biomassa (+14,1%), cujas participações na matriz elétrica, na comparação de 2014 contra 2013, cresceram de 2,6 para 3,2%, de 11,3%, para 13,0 e de 6,6 para 7,4%, respectivamente. Os setores que mais contribuíram para o crescimento da demanda de eletricidade foram o residencial (+5,7%) e o comercial (+7,4%)”.

Em 2014, a oferta interna de energia (total de energia demandada no país) atingiu 305,6 Mtep, registrando uma taxa de crescimento de 3,1% ante a evolução do PIB nacional de 0,1%, segundo o último dado divulgado pelo IBGE. Gás natural, petróleo e derivados responderam por 80% deste incremento. Isto se deveu basicamente à redução na oferta interna de hidroeletricidade com consequente aumento de geração térmica, seja gás natural, carvão mineral ou óleo. O consumo do setor de transporte, pelo terceiro ano consecutivo cresceu significativamente. Cabe ressaltar que, em 2014, este aumento foi suprido em grande parte por etanol, repetindo a tendência verificada no ano anterior.

1º EXPO de energias renováveis
Promovido pela Casa Viva Eventos e pela Planeja & Informa Comunicação e Marketing com apoio das entidades de classe e empresas do setor, empresas públicas e privadas, ONGs e governos, o 4º Seminário Nacional de Energia Renováveis e Eficiência Energética vai colocar em debate diversas questões objetivas, que precisam ser discutidas de forma permanente com toda a sociedade – empresas, governo, academia, órgãos públicos etc.

É fundamental a participação das empresas públicas e privadas ligadas à cadeia de fornecedores de tecnologias, materiais, equipamentos, serviços, geração, transmissão e distribuição de energia, e usuários de energia, sejam industriais, comerciais, prédios públicos, residências, condomínios, shoppings etc. Afinal, em todos os setores é possível implantar novos processos e tecnologias para melhorar a eficiência no consumo de energia, reduzindo custos e o impacto ambiental, e/ou substituí-la por uma fonte renovável, mais econômica e menos poluente.

Através de palestras e painéis, serão apresentadas e debatidas experiências, soluções e novas tecnologias para reduzir o custo da energia na indústria, comércio e edificações (públicas e residenciais), reduzindo o consumo ou substituindo fontes tradicionais no processo de produção e racionalizando o uso deste insumo no dia a dia das empresas.

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Pelo terceiro ano consecutivo, devido às condições hidrológicas desfavoráveis observadas ao longo do período, a oferta de energia hidráulica no Brasil sofreu uma redução de 5,6% em 2014. Os dados são do Relatório Síntese do Balanço Energético Nacional (BEN) de 2015, elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), com base em indicadores e estimativas de 2014, e demonstram um histórico preocupante para o País, além da necessidade de se incrementar as opções renováveis.

Segundo a pesquisa do órgão de planejamento energético do governo, a menor oferta hídrica explica o recuo da participação de renováveis na matriz elétrica, que caiu de 84,5% em 2012, para 79,3% em 2013 e, para 65,2% neste ano, apesar do incremento de 3.177 megawatts (MW) na potência instalada do parque hidrelétrico. Por sua vez, a potência eólica do País atingiu 4.903 MW, o que proporcionou um acréscimo de 85,6% na geração de eletricidade a partir dessa fonte, acrescenta o estudo da EPE.

Para dar uma visão sobre o papel e as perspectivas da energia renovável na matriz energética brasileira a partir do PNE 2050, o Diretor de Estudos Econômico-Energéticos da EPE, Amilcar Guerreiro, vai fazer a palestra de abertura do 4º Seminário Nacional de energias renováveis e Eficiência Energética. O evento acontece nos dias 19 e 20 de agosto de 2015, na sede do SINDUSCON RIO, em paralelo à primeira EXPO - Energias Renováveis, sob o tema “Desafios e soluções para o Brasil produzir mais com menos". 

O Seminário será um espaço importante para debater informações como as reveladas pelo estudo da EPE que mostra outro dado importante e bastante atual: “em 2014, o consumo final de eletricidade no país registrou um aumento de 2,9%, suprido a partir da expansão da geração térmica, especialmente das usinas movidas a carvão mineral (+24,7%), gás natural (+17,5%), biomassa (+14,1%), cujas participações na matriz elétrica, na comparação de 2014 contra 2013, cresceram de 2,6 para 3,2%, de 11,3%, para 13,0 e de 6,6 para 7,4%, respectivamente. Os setores que mais contribuíram para o crescimento da demanda de eletricidade foram o residencial (+5,7%) e o comercial (+7,4%)”.

Em 2014, a oferta interna de energia (total de energia demandada no país) atingiu 305,6 Mtep, registrando uma taxa de crescimento de 3,1% ante a evolução do PIB nacional de 0,1%, segundo o último dado divulgado pelo IBGE. Gás natural, petróleo e derivados responderam por 80% deste incremento. Isto se deveu basicamente à redução na oferta interna de hidroeletricidade com consequente aumento de geração térmica, seja gás natural, carvão mineral ou óleo. O consumo do setor de transporte, pelo terceiro ano consecutivo cresceu significativamente. Cabe ressaltar que, em 2014, este aumento foi suprido em grande parte por etanol, repetindo a tendência verificada no ano anterior.

1º EXPO de energias renováveis
Promovido pela Casa Viva Eventos e pela Planeja & Informa Comunicação e Marketing com apoio das entidades de classe e empresas do setor, empresas públicas e privadas, ONGs e governos, o 4º Seminário Nacional de Energia Renováveis e Eficiência Energética vai colocar em debate diversas questões objetivas, que precisam ser discutidas de forma permanente com toda a sociedade – empresas, governo, academia, órgãos públicos etc.

É fundamental a participação das empresas públicas e privadas ligadas à cadeia de fornecedores de tecnologias, materiais, equipamentos, serviços, geração, transmissão e distribuição de energia, e usuários de energia, sejam industriais, comerciais, prédios públicos, residências, condomínios, shoppings etc. Afinal, em todos os setores é possível implantar novos processos e tecnologias para melhorar a eficiência no consumo de energia, reduzindo custos e o impacto ambiental, e/ou substituí-la por uma fonte renovável, mais econômica e menos poluente.

Através de palestras e painéis, serão apresentadas e debatidas experiências, soluções e novas tecnologias para reduzir o custo da energia na indústria, comércio e edificações (públicas e residenciais), reduzindo o consumo ou substituindo fontes tradicionais no processo de produção e racionalizando o uso deste insumo no dia a dia das empresas.

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Crise hídrica reduz em 20% participação das energias renováveis na matriz elétrica

21/07/2015

Pelo terceiro ano consecutivo, devido às condições hidrológicas desfavoráveis observadas ao longo do período, a oferta de energia hidráulica no Brasil sofreu uma redução de 5,6% em 2014. Os dados são do Relatório Síntese do Balanço Energético Nacional (BEN) de 2015, elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), com base em indicadores e estimativas de 2014, e demonstram um histórico preocupante para o País, além da necessidade de se incrementar as opções renováveis.

Segundo a pesquisa do órgão de planejamento energético do governo, a menor oferta hídrica explica o recuo da participação de renováveis na matriz elétrica, que caiu de 84,5% em 2012, para 79,3% em 2013 e, para 65,2% neste ano, apesar do incremento de 3.177 megawatts (MW) na potência instalada do parque hidrelétrico. Por sua vez, a potência eólica do País atingiu 4.903 MW, o que proporcionou um acréscimo de 85,6% na geração de eletricidade a partir dessa fonte, acrescenta o estudo da EPE.

Para dar uma visão sobre o papel e as perspectivas da energia renovável na matriz energética brasileira a partir do PNE 2050, o Diretor de Estudos Econômico-Energéticos da EPE, Amilcar Guerreiro, vai fazer a palestra de abertura do 4º Seminário Nacional de energias renováveis e Eficiência Energética. O evento acontece nos dias 19 e 20 de agosto de 2015, na sede do SINDUSCON RIO, em paralelo à primeira EXPO - Energias Renováveis, sob o tema “Desafios e soluções para o Brasil produzir mais com menos". 

O Seminário será um espaço importante para debater informações como as reveladas pelo estudo da EPE que mostra outro dado importante e bastante atual: “em 2014, o consumo final de eletricidade no país registrou um aumento de 2,9%, suprido a partir da expansão da geração térmica, especialmente das usinas movidas a carvão mineral (+24,7%), gás natural (+17,5%), biomassa (+14,1%), cujas participações na matriz elétrica, na comparação de 2014 contra 2013, cresceram de 2,6 para 3,2%, de 11,3%, para 13,0 e de 6,6 para 7,4%, respectivamente. Os setores que mais contribuíram para o crescimento da demanda de eletricidade foram o residencial (+5,7%) e o comercial (+7,4%)”.

Em 2014, a oferta interna de energia (total de energia demandada no país) atingiu 305,6 Mtep, registrando uma taxa de crescimento de 3,1% ante a evolução do PIB nacional de 0,1%, segundo o último dado divulgado pelo IBGE. Gás natural, petróleo e derivados responderam por 80% deste incremento. Isto se deveu basicamente à redução na oferta interna de hidroeletricidade com consequente aumento de geração térmica, seja gás natural, carvão mineral ou óleo. O consumo do setor de transporte, pelo terceiro ano consecutivo cresceu significativamente. Cabe ressaltar que, em 2014, este aumento foi suprido em grande parte por etanol, repetindo a tendência verificada no ano anterior.

1º EXPO de energias renováveis
Promovido pela Casa Viva Eventos e pela Planeja & Informa Comunicação e Marketing com apoio das entidades de classe e empresas do setor, empresas públicas e privadas, ONGs e governos, o 4º Seminário Nacional de Energia Renováveis e Eficiência Energética vai colocar em debate diversas questões objetivas, que precisam ser discutidas de forma permanente com toda a sociedade – empresas, governo, academia, órgãos públicos etc.

É fundamental a participação das empresas públicas e privadas ligadas à cadeia de fornecedores de tecnologias, materiais, equipamentos, serviços, geração, transmissão e distribuição de energia, e usuários de energia, sejam industriais, comerciais, prédios públicos, residências, condomínios, shoppings etc. Afinal, em todos os setores é possível implantar novos processos e tecnologias para melhorar a eficiência no consumo de energia, reduzindo custos e o impacto ambiental, e/ou substituí-la por uma fonte renovável, mais econômica e menos poluente.

Através de palestras e painéis, serão apresentadas e debatidas experiências, soluções e novas tecnologias para reduzir o custo da energia na indústria, comércio e edificações (públicas e residenciais), reduzindo o consumo ou substituindo fontes tradicionais no processo de produção e racionalizando o uso deste insumo no dia a dia das empresas.

Rua Pascoal Meller, 73 - Bairro Universitário - CEP 88.805-380 - CP 362 - Criciúma - Santa Catarina
Tel. (48) 3431.8350/Fax: (48) 3431.8351