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A Associação dos Municípios do Norte Pioneiro (Amunorpi) anunciou hoje, 7, que o governador Beto Richa participa quinta-feira, 9, em Figueira, do lançamento da pedra fundamental das obras de modernização da Usina Termelétrica Carvão Mineral de Figueira. A cerimônia está marcada para as 10h30 na sede da usina.
O processo de modernização da termelétrica foi autorizado pelo próprio governador em maio deste ano, um ano após o processo licitatório. As obras custarão R$ 104 milhões.
Movida a carvão mineral, a usina pode gerar até 20 megawatts (MW), mas sua garantia física – quantidade máxima de energia que pode ser vendida – é de apenas 10,3 MW médios. Com a modernização, esse número chegará a 17,4 MW médios. Além disso, a empresa gera 370 empregos diretos que poderiam ser perdidos se a usina não fosse modernizada.
De acordo com a Copel, a termelétrica ganhará um novo circuito gerador. As duas caldeiras serão substituídas por uma nova, mais eficiente e menos poluente. “[A nova caldeira] vai conferir uma redução considerável na emissão de gases e partículas resultantes da queima do carvão”, informou a empresa.
A usina de Figueira está em funcionamento desde 1963, e pertence à Copel desde 1969, quando a estatal comprou a antiga dona, a Utelfa. A base da economia do município está na exploração da mina de carvão que tem a Copel como principal compradora.
O prefeito de Figueira, Valdir Garcia disse que sem a ajuda do governo e com dificuldades de se enquadrar às exigências da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a usina poderia fechar em pouco tempo. “Estivemos no gabinete do governador Beto Richa com a intenção de conseguir apoio ao projeto de modernização da usina, conforme determina resolução a Aneel, que dispõe que todas as termelétricas do país sejam modernizadas e se adéqüem às novas normas até o fim de 2015”.
Para Garcia, o um possível fechamento da usina seria extremamente prejudicial à sustentabilidade econômica de Figueira e toda região, além dos impactos negativos que gerariam. “Caso a usina encerrasse as atividades, a redução na geração de trabalho e riquezas, e consequentemente, da economia local representariam, praticamente, uma tragédia anunciada”, argumentou o prefeito.

A história
De acordo com o site da Copel (www.copel.com) a Usina Termelétrica de Figueira foi fundada em 1963 com duas caldeiras e dois grupos geradores, e a segunda em 1966 com a instalação da caldeira 3. Em 1969 a Copel adquiriu a Utelfa, e em 1974 instalou o terceiro grupo. Em 1986 foi desmobilizado o grupo gerador 2.
Em 1997 a operação e a manutenção da usina foram terceirizadas, sendo executadas atualmente pela Companhia Carbonífera do Cambuí, que também é responsável pelo fornecimento do carvão consumido na planta.

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A Associação dos Municípios do Norte Pioneiro (Amunorpi) anunciou hoje, 7, que o governador Beto Richa participa quinta-feira, 9, em Figueira, do lançamento da pedra fundamental das obras de modernização da Usina Termelétrica Carvão Mineral de Figueira. A cerimônia está marcada para as 10h30 na sede da usina.
O processo de modernização da termelétrica foi autorizado pelo próprio governador em maio deste ano, um ano após o processo licitatório. As obras custarão R$ 104 milhões.
Movida a carvão mineral, a usina pode gerar até 20 megawatts (MW), mas sua garantia física – quantidade máxima de energia que pode ser vendida – é de apenas 10,3 MW médios. Com a modernização, esse número chegará a 17,4 MW médios. Além disso, a empresa gera 370 empregos diretos que poderiam ser perdidos se a usina não fosse modernizada.
De acordo com a Copel, a termelétrica ganhará um novo circuito gerador. As duas caldeiras serão substituídas por uma nova, mais eficiente e menos poluente. “[A nova caldeira] vai conferir uma redução considerável na emissão de gases e partículas resultantes da queima do carvão”, informou a empresa.
A usina de Figueira está em funcionamento desde 1963, e pertence à Copel desde 1969, quando a estatal comprou a antiga dona, a Utelfa. A base da economia do município está na exploração da mina de carvão que tem a Copel como principal compradora.
O prefeito de Figueira, Valdir Garcia disse que sem a ajuda do governo e com dificuldades de se enquadrar às exigências da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a usina poderia fechar em pouco tempo. “Estivemos no gabinete do governador Beto Richa com a intenção de conseguir apoio ao projeto de modernização da usina, conforme determina resolução a Aneel, que dispõe que todas as termelétricas do país sejam modernizadas e se adéqüem às novas normas até o fim de 2015”.
Para Garcia, o um possível fechamento da usina seria extremamente prejudicial à sustentabilidade econômica de Figueira e toda região, além dos impactos negativos que gerariam. “Caso a usina encerrasse as atividades, a redução na geração de trabalho e riquezas, e consequentemente, da economia local representariam, praticamente, uma tragédia anunciada”, argumentou o prefeito.

A história
De acordo com o site da Copel (www.copel.com) a Usina Termelétrica de Figueira foi fundada em 1963 com duas caldeiras e dois grupos geradores, e a segunda em 1966 com a instalação da caldeira 3. Em 1969 a Copel adquiriu a Utelfa, e em 1974 instalou o terceiro grupo. Em 1986 foi desmobilizado o grupo gerador 2.
Em 1997 a operação e a manutenção da usina foram terceirizadas, sendo executadas atualmente pela Companhia Carbonífera do Cambuí, que também é responsável pelo fornecimento do carvão consumido na planta.

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Richa lança pedra fundamental das obras de modernização da Termelétrica de Figueira

14/07/2015

A Associação dos Municípios do Norte Pioneiro (Amunorpi) anunciou hoje, 7, que o governador Beto Richa participa quinta-feira, 9, em Figueira, do lançamento da pedra fundamental das obras de modernização da Usina Termelétrica Carvão Mineral de Figueira. A cerimônia está marcada para as 10h30 na sede da usina.
O processo de modernização da termelétrica foi autorizado pelo próprio governador em maio deste ano, um ano após o processo licitatório. As obras custarão R$ 104 milhões.
Movida a carvão mineral, a usina pode gerar até 20 megawatts (MW), mas sua garantia física – quantidade máxima de energia que pode ser vendida – é de apenas 10,3 MW médios. Com a modernização, esse número chegará a 17,4 MW médios. Além disso, a empresa gera 370 empregos diretos que poderiam ser perdidos se a usina não fosse modernizada.
De acordo com a Copel, a termelétrica ganhará um novo circuito gerador. As duas caldeiras serão substituídas por uma nova, mais eficiente e menos poluente. “[A nova caldeira] vai conferir uma redução considerável na emissão de gases e partículas resultantes da queima do carvão”, informou a empresa.
A usina de Figueira está em funcionamento desde 1963, e pertence à Copel desde 1969, quando a estatal comprou a antiga dona, a Utelfa. A base da economia do município está na exploração da mina de carvão que tem a Copel como principal compradora.
O prefeito de Figueira, Valdir Garcia disse que sem a ajuda do governo e com dificuldades de se enquadrar às exigências da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a usina poderia fechar em pouco tempo. “Estivemos no gabinete do governador Beto Richa com a intenção de conseguir apoio ao projeto de modernização da usina, conforme determina resolução a Aneel, que dispõe que todas as termelétricas do país sejam modernizadas e se adéqüem às novas normas até o fim de 2015”.
Para Garcia, o um possível fechamento da usina seria extremamente prejudicial à sustentabilidade econômica de Figueira e toda região, além dos impactos negativos que gerariam. “Caso a usina encerrasse as atividades, a redução na geração de trabalho e riquezas, e consequentemente, da economia local representariam, praticamente, uma tragédia anunciada”, argumentou o prefeito.

A história
De acordo com o site da Copel (www.copel.com) a Usina Termelétrica de Figueira foi fundada em 1963 com duas caldeiras e dois grupos geradores, e a segunda em 1966 com a instalação da caldeira 3. Em 1969 a Copel adquiriu a Utelfa, e em 1974 instalou o terceiro grupo. Em 1986 foi desmobilizado o grupo gerador 2.
Em 1997 a operação e a manutenção da usina foram terceirizadas, sendo executadas atualmente pela Companhia Carbonífera do Cambuí, que também é responsável pelo fornecimento do carvão consumido na planta.

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