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Em contagem regressiva para entrar em funcionamento, a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) começa a colocar em prática um plano de convivência sócio-ambiental para conter impactos indesejáveis na área de influência dos municípios de Caucaia e São Gonçalo do Amarante. A siderúrgica, que terá o carvão mineral como matriz energética, anuncia investimentos e um bilhão de reais nessas medidas. Essa verba será destinada à compra de equipamentos e processos de controle e monitoramento das emissões atmosféricas, lançamentos de efluentes e gerenciamento de resíduos. Nunca é demais lembrar que o projeto da siderúrgica previa inicialmente o uso do gás natural como base energética, mas essa iniciativa foi inviabilizada quando a Petrobras rompeu o contrato de fornecimento de gás. Com isso, os acionistas do empreendimento mudaram para o carvão mineral, uma das fontes de geração de energia mais poluentes que existem, além de ser um dos principais responsáveis pela emissão de gases de efeito estufa. Diante desse histórico, é compreensível a preocupação da CSP no controle das etapas de produção do aço. No entanto, a despeito das boas intenções, a proposta de sustentabilidade ainda precisará passar por um choque de realidade, à medida que a realidade se sobrepor à teoria, com os efeitos inevitáveis desse processo. 

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Em contagem regressiva para entrar em funcionamento, a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) começa a colocar em prática um plano de convivência sócio-ambiental para conter impactos indesejáveis na área de influência dos municípios de Caucaia e São Gonçalo do Amarante. A siderúrgica, que terá o carvão mineral como matriz energética, anuncia investimentos e um bilhão de reais nessas medidas. Essa verba será destinada à compra de equipamentos e processos de controle e monitoramento das emissões atmosféricas, lançamentos de efluentes e gerenciamento de resíduos. Nunca é demais lembrar que o projeto da siderúrgica previa inicialmente o uso do gás natural como base energética, mas essa iniciativa foi inviabilizada quando a Petrobras rompeu o contrato de fornecimento de gás. Com isso, os acionistas do empreendimento mudaram para o carvão mineral, uma das fontes de geração de energia mais poluentes que existem, além de ser um dos principais responsáveis pela emissão de gases de efeito estufa. Diante desse histórico, é compreensível a preocupação da CSP no controle das etapas de produção do aço. No entanto, a despeito das boas intenções, a proposta de sustentabilidade ainda precisará passar por um choque de realidade, à medida que a realidade se sobrepor à teoria, com os efeitos inevitáveis desse processo. 

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Siderúrgica do Pecém vai investir para combater poluição

16/06/2015

Em contagem regressiva para entrar em funcionamento, a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) começa a colocar em prática um plano de convivência sócio-ambiental para conter impactos indesejáveis na área de influência dos municípios de Caucaia e São Gonçalo do Amarante. A siderúrgica, que terá o carvão mineral como matriz energética, anuncia investimentos e um bilhão de reais nessas medidas. Essa verba será destinada à compra de equipamentos e processos de controle e monitoramento das emissões atmosféricas, lançamentos de efluentes e gerenciamento de resíduos. Nunca é demais lembrar que o projeto da siderúrgica previa inicialmente o uso do gás natural como base energética, mas essa iniciativa foi inviabilizada quando a Petrobras rompeu o contrato de fornecimento de gás. Com isso, os acionistas do empreendimento mudaram para o carvão mineral, uma das fontes de geração de energia mais poluentes que existem, além de ser um dos principais responsáveis pela emissão de gases de efeito estufa. Diante desse histórico, é compreensível a preocupação da CSP no controle das etapas de produção do aço. No entanto, a despeito das boas intenções, a proposta de sustentabilidade ainda precisará passar por um choque de realidade, à medida que a realidade se sobrepor à teoria, com os efeitos inevitáveis desse processo. 

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