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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta terça-feira abrir uma audiência pública para discutir conceitualmente e dimensionar a questão do déficit de geração hídrica (GSF) que, segundo geradores de energia, gerou um rombo bilionário nas contas das hidrelétricas.

O tema ficará em audiência pública entre 28 de maio e 26 de junho.

"Quero abrir uma audiência para tornar o processo de discussão mais amplo, com a sociedade como um todo e com os consumidores", disse o diretor da Aneel Tiago Correia, relator do processo. A Aneel quer discutir melhor com os agentes do setor a real dimensão do problema para depois, em um segundo momento, tratar de eventuais soluções.

Em meados deste mês, o presidente-executivo da CPFL Energia, Wilson Ferreira Jr, havia comentado a analistas que esperava ainda para maio uma solução negociada com o governo federal para mitigar o impacto financeiro produzido pelo risco hidrológico.

O índice de ações do setor elétrico recuava 1,6 por cento às 11h37, enquanto O Ibovespa mostrava queda de 1,3 por cento. Eletrobras tinha queda cerca de 3 por cento, Cemig perdia 2,8 por cento, Energias do Brasil mostrava desvalorização de 3,6 por cento e CPFL tinha queda de 2,5 por cento.

Na semana passada, a área técnica da Aneel recomendou, em nota, rejeitar o pedido dos geradores para serem compensados pelo déficit de geração. Esse déficit decorre do fato de as hidrelétricas terem de gerar menos energia para poupar água nos reservatórios, o que as obriga a comprar eletricidade mais cara no mercado de curto prazo para honrar contratos de fornecimento.

"A forma de tratamento (do problema) pode ser caso a caso ou genérica. Nesse ponto, acho que não cabe discutir a solução, porque não temos certeza do tamanho do problema", disse Correia nesta terça-feira, sustentando que uma eventual solução para a questão seria discutida em um segundo momento.

No pleito apresentado à Aneel, os geradores calculam em 18,5 bilhões de reais o gasto com a geração menor, mas a área técnica da agência considerou esses valores não possuem consistência econômica.

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta terça-feira abrir uma audiência pública para discutir conceitualmente e dimensionar a questão do déficit de geração hídrica (GSF) que, segundo geradores de energia, gerou um rombo bilionário nas contas das hidrelétricas.

O tema ficará em audiência pública entre 28 de maio e 26 de junho.

"Quero abrir uma audiência para tornar o processo de discussão mais amplo, com a sociedade como um todo e com os consumidores", disse o diretor da Aneel Tiago Correia, relator do processo. A Aneel quer discutir melhor com os agentes do setor a real dimensão do problema para depois, em um segundo momento, tratar de eventuais soluções.

Em meados deste mês, o presidente-executivo da CPFL Energia, Wilson Ferreira Jr, havia comentado a analistas que esperava ainda para maio uma solução negociada com o governo federal para mitigar o impacto financeiro produzido pelo risco hidrológico.

O índice de ações do setor elétrico recuava 1,6 por cento às 11h37, enquanto O Ibovespa mostrava queda de 1,3 por cento. Eletrobras tinha queda cerca de 3 por cento, Cemig perdia 2,8 por cento, Energias do Brasil mostrava desvalorização de 3,6 por cento e CPFL tinha queda de 2,5 por cento.

Na semana passada, a área técnica da Aneel recomendou, em nota, rejeitar o pedido dos geradores para serem compensados pelo déficit de geração. Esse déficit decorre do fato de as hidrelétricas terem de gerar menos energia para poupar água nos reservatórios, o que as obriga a comprar eletricidade mais cara no mercado de curto prazo para honrar contratos de fornecimento.

"A forma de tratamento (do problema) pode ser caso a caso ou genérica. Nesse ponto, acho que não cabe discutir a solução, porque não temos certeza do tamanho do problema", disse Correia nesta terça-feira, sustentando que uma eventual solução para a questão seria discutida em um segundo momento.

No pleito apresentado à Aneel, os geradores calculam em 18,5 bilhões de reais o gasto com a geração menor, mas a área técnica da agência considerou esses valores não possuem consistência econômica.

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Aneel abre audiência pública para debater déficit de geração das hidrelétricas

26/05/2015

Reuters

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta terça-feira abrir uma audiência pública para discutir conceitualmente e dimensionar a questão do déficit de geração hídrica (GSF) que, segundo geradores de energia, gerou um rombo bilionário nas contas das hidrelétricas.

O tema ficará em audiência pública entre 28 de maio e 26 de junho.

"Quero abrir uma audiência para tornar o processo de discussão mais amplo, com a sociedade como um todo e com os consumidores", disse o diretor da Aneel Tiago Correia, relator do processo. A Aneel quer discutir melhor com os agentes do setor a real dimensão do problema para depois, em um segundo momento, tratar de eventuais soluções.

Em meados deste mês, o presidente-executivo da CPFL Energia, Wilson Ferreira Jr, havia comentado a analistas que esperava ainda para maio uma solução negociada com o governo federal para mitigar o impacto financeiro produzido pelo risco hidrológico.

O índice de ações do setor elétrico recuava 1,6 por cento às 11h37, enquanto O Ibovespa mostrava queda de 1,3 por cento. Eletrobras tinha queda cerca de 3 por cento, Cemig perdia 2,8 por cento, Energias do Brasil mostrava desvalorização de 3,6 por cento e CPFL tinha queda de 2,5 por cento.

Na semana passada, a área técnica da Aneel recomendou, em nota, rejeitar o pedido dos geradores para serem compensados pelo déficit de geração. Esse déficit decorre do fato de as hidrelétricas terem de gerar menos energia para poupar água nos reservatórios, o que as obriga a comprar eletricidade mais cara no mercado de curto prazo para honrar contratos de fornecimento.

"A forma de tratamento (do problema) pode ser caso a caso ou genérica. Nesse ponto, acho que não cabe discutir a solução, porque não temos certeza do tamanho do problema", disse Correia nesta terça-feira, sustentando que uma eventual solução para a questão seria discutida em um segundo momento.

No pleito apresentado à Aneel, os geradores calculam em 18,5 bilhões de reais o gasto com a geração menor, mas a área técnica da agência considerou esses valores não possuem consistência econômica.

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