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Em 2002, na campanha eleitoral, o então candidato ao governo de Santa Catarina, Sr. Luiz Henrique da Silveira, lançou a ideia de valorizar o carvão mineral catarinense, visto que entendia que o desenvolvimento tecnológico de tal indústria era vital para o seu futuro e sustentabilidade.

Em 2003, já governador, lançou, via Fundação de Amparo de Pesquisa de Santa Catarina (FAPESC), o Programa de Valorização do Carvão Mineral Catarinense. Ora, um sonho sem recursos é ilusão. Os recursos financeiros necessários para alavancar essa ideia vieram da visão do senador Luiz Henrique, que após visitar, o National Energy Technology Laboratory – NETL em Pittsburgh/USA, enviou ao legislativo uma lei que aloca os recursos da Compensação Financeira da Extração Mineral - CFEM do carvão para a FAPESC financiar estudos e capacitação para o desenvolvimento tecnológico do carvão mineral. Essa Lei tramitou em tempo recorde pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina e em 2007 passou a vigorar.

Ao ter conhecimento do apoio estadual para o desenvolvimento tecnológico da indústria do carvão, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) contribuiu com o desenvolvimento do Centro Tecnológico do Carvão Limpo (CTCL), que faz parte do parque Tecnológico de Baixo Carbono, implementado pela Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina (SATC) e apoiado pela indústria carbonífera de Santa Catarina.

O apoio do MCTI, alavancou a FINEP e a ELETROBRAS como parceiros nesse projeto.  Com isso a visão do brilhante e extraordinário homem público Luiz Henrique da Silveira tornou-se realidade. Foi inaugurado em abril de 2013 o primeiro prédio de 1.527m² de um projeto que tem 22 hectares de área disponível para crescer.

O segundo prédio, que contempla um laboratório de combustível sólidos e uma incubadora com 2,5 mil m² já está pronto e já existem recursos para a construção do primeiro laboratório destinado a estudos de captura, armazenamento e uso do carbono no Brasil. O total do investimento alocado até o momento é de 12 milhões de reais.

A visão de longo prazo, o acreditar que é possível realizar e a busca de parceiros para concretizar o sonho é a formula de sucesso para grandes realizações. A indústria do carvão teve o privilégio e a honra de ter no senador Luiz Henrique da Silveira um grande parceiro na busca de desenvolver um recurso natural que agrega desenvolvimento, emprego e renda. Temos a certeza que o seu legado e o seu exemplo serão a base para um futuro melhor para as novas gerações.

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Em 2002, na campanha eleitoral, o então candidato ao governo de Santa Catarina, Sr. Luiz Henrique da Silveira, lançou a ideia de valorizar o carvão mineral catarinense, visto que entendia que o desenvolvimento tecnológico de tal indústria era vital para o seu futuro e sustentabilidade.

Em 2003, já governador, lançou, via Fundação de Amparo de Pesquisa de Santa Catarina (FAPESC), o Programa de Valorização do Carvão Mineral Catarinense. Ora, um sonho sem recursos é ilusão. Os recursos financeiros necessários para alavancar essa ideia vieram da visão do senador Luiz Henrique, que após visitar, o National Energy Technology Laboratory – NETL em Pittsburgh/USA, enviou ao legislativo uma lei que aloca os recursos da Compensação Financeira da Extração Mineral - CFEM do carvão para a FAPESC financiar estudos e capacitação para o desenvolvimento tecnológico do carvão mineral. Essa Lei tramitou em tempo recorde pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina e em 2007 passou a vigorar.

Ao ter conhecimento do apoio estadual para o desenvolvimento tecnológico da indústria do carvão, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) contribuiu com o desenvolvimento do Centro Tecnológico do Carvão Limpo (CTCL), que faz parte do parque Tecnológico de Baixo Carbono, implementado pela Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina (SATC) e apoiado pela indústria carbonífera de Santa Catarina.

O apoio do MCTI, alavancou a FINEP e a ELETROBRAS como parceiros nesse projeto.  Com isso a visão do brilhante e extraordinário homem público Luiz Henrique da Silveira tornou-se realidade. Foi inaugurado em abril de 2013 o primeiro prédio de 1.527m² de um projeto que tem 22 hectares de área disponível para crescer.

O segundo prédio, que contempla um laboratório de combustível sólidos e uma incubadora com 2,5 mil m² já está pronto e já existem recursos para a construção do primeiro laboratório destinado a estudos de captura, armazenamento e uso do carbono no Brasil. O total do investimento alocado até o momento é de 12 milhões de reais.

A visão de longo prazo, o acreditar que é possível realizar e a busca de parceiros para concretizar o sonho é a formula de sucesso para grandes realizações. A indústria do carvão teve o privilégio e a honra de ter no senador Luiz Henrique da Silveira um grande parceiro na busca de desenvolver um recurso natural que agrega desenvolvimento, emprego e renda. Temos a certeza que o seu legado e o seu exemplo serão a base para um futuro melhor para as novas gerações.

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O visionário e realização

20/05/2015

Fernando Zancan - Presidente da ABCM

Em 2002, na campanha eleitoral, o então candidato ao governo de Santa Catarina, Sr. Luiz Henrique da Silveira, lançou a ideia de valorizar o carvão mineral catarinense, visto que entendia que o desenvolvimento tecnológico de tal indústria era vital para o seu futuro e sustentabilidade.

Em 2003, já governador, lançou, via Fundação de Amparo de Pesquisa de Santa Catarina (FAPESC), o Programa de Valorização do Carvão Mineral Catarinense. Ora, um sonho sem recursos é ilusão. Os recursos financeiros necessários para alavancar essa ideia vieram da visão do senador Luiz Henrique, que após visitar, o National Energy Technology Laboratory – NETL em Pittsburgh/USA, enviou ao legislativo uma lei que aloca os recursos da Compensação Financeira da Extração Mineral - CFEM do carvão para a FAPESC financiar estudos e capacitação para o desenvolvimento tecnológico do carvão mineral. Essa Lei tramitou em tempo recorde pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina e em 2007 passou a vigorar.

Ao ter conhecimento do apoio estadual para o desenvolvimento tecnológico da indústria do carvão, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) contribuiu com o desenvolvimento do Centro Tecnológico do Carvão Limpo (CTCL), que faz parte do parque Tecnológico de Baixo Carbono, implementado pela Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina (SATC) e apoiado pela indústria carbonífera de Santa Catarina.

O apoio do MCTI, alavancou a FINEP e a ELETROBRAS como parceiros nesse projeto.  Com isso a visão do brilhante e extraordinário homem público Luiz Henrique da Silveira tornou-se realidade. Foi inaugurado em abril de 2013 o primeiro prédio de 1.527m² de um projeto que tem 22 hectares de área disponível para crescer.

O segundo prédio, que contempla um laboratório de combustível sólidos e uma incubadora com 2,5 mil m² já está pronto e já existem recursos para a construção do primeiro laboratório destinado a estudos de captura, armazenamento e uso do carbono no Brasil. O total do investimento alocado até o momento é de 12 milhões de reais.

A visão de longo prazo, o acreditar que é possível realizar e a busca de parceiros para concretizar o sonho é a formula de sucesso para grandes realizações. A indústria do carvão teve o privilégio e a honra de ter no senador Luiz Henrique da Silveira um grande parceiro na busca de desenvolver um recurso natural que agrega desenvolvimento, emprego e renda. Temos a certeza que o seu legado e o seu exemplo serão a base para um futuro melhor para as novas gerações.

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