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Arroio dos Ratos, Triunfo, Butiá, Minas do Leão, São Jerônimo, General Câmara, Charqueadas e Barão do Triunfo, estes são os municípios que integram o Baixo Jacuí gaúcho. Além da proximidade, essas comunidades são historicamente ligadas pela mineração carbonífera. Rico em carvão mineral, o Rio Grande do Sul é detentor de 89% das reservas naturais. A região onde está situado o Museu do Carvão foi a primeira a ser minerada. Embora não seja tão lembrada culturalmente quanto a pecuária e a agricultura gaúcha, a extração mineral é um dos principais agentes no desenvolvimento econômico da história do Rio Grande do Sul, tendo seus tempos de ouro nas primeiras décadas do século XX.

Para preservar a importância da atividade mineradora no Rio Grande do Sul, a Secretaria Estadual de Cultura e a Copelmi Mineração trabalham em conjunto para executar a restauração do acervo artístico, histórico, documental e fotográfico do Museu Estadual do Carvão, situado em Arroio dos Ratos. Uma série de ofícios,  contratos, documentos contábeis e demais registros documentais que preservam a história dos antigos mineradores da região estão armazenadas no museu, relíquias que se deterioraram com o passar das décadas. A primeira etapa deste projeto do Governo do Estado e da Copelmi buscou concentrar esta documentação e submetê-la a uma higienização e restauração profissional, trabalho que está sendo efetuado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). A etapa seguinte é organizar os documentos com uma descrição sumária, de acordo com as regras da Norma Brasileira de Descrição Arquivística (NOBRADE) e acondicioná-los em definitivo em caixas específicas. Por fim, serão elaborados instrumentos virtuais de consulta ao acervo,  para que pesquisadores em geral e toda a comunidade possam ter um acesso eficiente aos registros da extração do carvão do Baixo Jacuí.

O trabalho recente da organização dos documentos já está atraindo pesquisadores de todo o Brasil. É o caso de Rafael Cabral, professor universitário e doutorando da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) do Rio Grande do Norte. Rafael chegou ao museu para analisar registros das antigas mineradoras, documentos que contribuirão com o seu estudo sobre a História do Direito.

Além de trazer proveito para a comunidade científica, o projeto da Secretaria Estadual da Cultura e da Copelmi no Museu do Carvão almeja criar alternativas novas para atrair a atenção de toda a comunidade. Deve-se destacar que a região do Baixo Jacuí é carente de iniciativas que valorizem a cultura local, base de uma identidade diretamente relacionada à mineração. Para obter visibilidade o Museu do Carvão articula eventos e exposições com a comunidade local e recebe excursões periódicas de escolas e universidades. Iniciativas que, aliadas, idealizam propagar toda essa riqueza histórica e cultural do carvão que é um dos maiores patrimônios imateriais do Rio Grande do Sul.

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Arroio dos Ratos, Triunfo, Butiá, Minas do Leão, São Jerônimo, General Câmara, Charqueadas e Barão do Triunfo, estes são os municípios que integram o Baixo Jacuí gaúcho. Além da proximidade, essas comunidades são historicamente ligadas pela mineração carbonífera. Rico em carvão mineral, o Rio Grande do Sul é detentor de 89% das reservas naturais. A região onde está situado o Museu do Carvão foi a primeira a ser minerada. Embora não seja tão lembrada culturalmente quanto a pecuária e a agricultura gaúcha, a extração mineral é um dos principais agentes no desenvolvimento econômico da história do Rio Grande do Sul, tendo seus tempos de ouro nas primeiras décadas do século XX.

Para preservar a importância da atividade mineradora no Rio Grande do Sul, a Secretaria Estadual de Cultura e a Copelmi Mineração trabalham em conjunto para executar a restauração do acervo artístico, histórico, documental e fotográfico do Museu Estadual do Carvão, situado em Arroio dos Ratos. Uma série de ofícios,  contratos, documentos contábeis e demais registros documentais que preservam a história dos antigos mineradores da região estão armazenadas no museu, relíquias que se deterioraram com o passar das décadas. A primeira etapa deste projeto do Governo do Estado e da Copelmi buscou concentrar esta documentação e submetê-la a uma higienização e restauração profissional, trabalho que está sendo efetuado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). A etapa seguinte é organizar os documentos com uma descrição sumária, de acordo com as regras da Norma Brasileira de Descrição Arquivística (NOBRADE) e acondicioná-los em definitivo em caixas específicas. Por fim, serão elaborados instrumentos virtuais de consulta ao acervo,  para que pesquisadores em geral e toda a comunidade possam ter um acesso eficiente aos registros da extração do carvão do Baixo Jacuí.

O trabalho recente da organização dos documentos já está atraindo pesquisadores de todo o Brasil. É o caso de Rafael Cabral, professor universitário e doutorando da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) do Rio Grande do Norte. Rafael chegou ao museu para analisar registros das antigas mineradoras, documentos que contribuirão com o seu estudo sobre a História do Direito.

Além de trazer proveito para a comunidade científica, o projeto da Secretaria Estadual da Cultura e da Copelmi no Museu do Carvão almeja criar alternativas novas para atrair a atenção de toda a comunidade. Deve-se destacar que a região do Baixo Jacuí é carente de iniciativas que valorizem a cultura local, base de uma identidade diretamente relacionada à mineração. Para obter visibilidade o Museu do Carvão articula eventos e exposições com a comunidade local e recebe excursões periódicas de escolas e universidades. Iniciativas que, aliadas, idealizam propagar toda essa riqueza histórica e cultural do carvão que é um dos maiores patrimônios imateriais do Rio Grande do Sul.

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Copelmi e Secretaria Estadual da Cultura unem forças para valorização do Museu do Carvão

11/05/2015

Eliane Leite - Veraz Comunicação

Arroio dos Ratos, Triunfo, Butiá, Minas do Leão, São Jerônimo, General Câmara, Charqueadas e Barão do Triunfo, estes são os municípios que integram o Baixo Jacuí gaúcho. Além da proximidade, essas comunidades são historicamente ligadas pela mineração carbonífera. Rico em carvão mineral, o Rio Grande do Sul é detentor de 89% das reservas naturais. A região onde está situado o Museu do Carvão foi a primeira a ser minerada. Embora não seja tão lembrada culturalmente quanto a pecuária e a agricultura gaúcha, a extração mineral é um dos principais agentes no desenvolvimento econômico da história do Rio Grande do Sul, tendo seus tempos de ouro nas primeiras décadas do século XX.

Para preservar a importância da atividade mineradora no Rio Grande do Sul, a Secretaria Estadual de Cultura e a Copelmi Mineração trabalham em conjunto para executar a restauração do acervo artístico, histórico, documental e fotográfico do Museu Estadual do Carvão, situado em Arroio dos Ratos. Uma série de ofícios,  contratos, documentos contábeis e demais registros documentais que preservam a história dos antigos mineradores da região estão armazenadas no museu, relíquias que se deterioraram com o passar das décadas. A primeira etapa deste projeto do Governo do Estado e da Copelmi buscou concentrar esta documentação e submetê-la a uma higienização e restauração profissional, trabalho que está sendo efetuado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). A etapa seguinte é organizar os documentos com uma descrição sumária, de acordo com as regras da Norma Brasileira de Descrição Arquivística (NOBRADE) e acondicioná-los em definitivo em caixas específicas. Por fim, serão elaborados instrumentos virtuais de consulta ao acervo,  para que pesquisadores em geral e toda a comunidade possam ter um acesso eficiente aos registros da extração do carvão do Baixo Jacuí.

O trabalho recente da organização dos documentos já está atraindo pesquisadores de todo o Brasil. É o caso de Rafael Cabral, professor universitário e doutorando da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) do Rio Grande do Norte. Rafael chegou ao museu para analisar registros das antigas mineradoras, documentos que contribuirão com o seu estudo sobre a História do Direito.

Além de trazer proveito para a comunidade científica, o projeto da Secretaria Estadual da Cultura e da Copelmi no Museu do Carvão almeja criar alternativas novas para atrair a atenção de toda a comunidade. Deve-se destacar que a região do Baixo Jacuí é carente de iniciativas que valorizem a cultura local, base de uma identidade diretamente relacionada à mineração. Para obter visibilidade o Museu do Carvão articula eventos e exposições com a comunidade local e recebe excursões periódicas de escolas e universidades. Iniciativas que, aliadas, idealizam propagar toda essa riqueza histórica e cultural do carvão que é um dos maiores patrimônios imateriais do Rio Grande do Sul.

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