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Crescimento de 4,9% no 1º trimestre

Resultado inferior em 10,2% sobre 4º trimestre de 2014. Carajás bate recorde

A mineradora Vale encerrou o primeiro trimestre de 2015 com uma produção própria de minério de ferro de 74,523 milhões de toneladas, avanço de 4,9% na comparação com igual período de 2014.

O aumento na produção no complexo de Carajás, no Pará, ajudou a companhia a registrar sua maior produção de minério de ferro para um primeiro trimestre. O volume exclui o minério adquirido de terceiros e a produção atribuível à mineradora Samarco, da qual a Vale é uma das sócias.



Efeitos climáticos



Na comparação com o quarto trimestre de 2014, a produção de minério de ferro da Vale caiu 10,2%, devido a efeitos climáticos. “A produção ficou 7,3 milhões de toneladas abaixo do quarto trimestre de 2014 devido às piores condições climáticas em razão da sazonalidade”, informou a companhia. Em geral, os meses chuvosos do verão atrapalham a operação das minas, que são a céu aberto.

A produção de pelotas no trimestre avançou 14,7% para 11,388 milhões de toneladas, na comparação com o mesmo período de 2014. Na base trimestral, houve queda de 2,2% , devido ao ramp-up da usina de pelotização de Tubarão VIII. Os dados excluem a produção atribuível à Samarco, joint venture com a BHP Billiton.



Cobre e níquel



O maior incremento em metais básicos veio do cobre, com a produção saltando de 88,4 mil toneladas para 107,2 mil toneladas, alta de 21,1%, na base anual e de 1,6% no trimestre.

Entre as principais commodities produzidas pela mineradora apenas o carvão registrou desempenho negativo de volumes no primeiro trimestre de 2015, recuando 5,1% para 1,695 mil toneladas. Ante o quarto trimestre de 2014, a retração foi de 26,6%.

A produção de níquel da Vale também apresentou recorde para um primeiro trimestre, de 69,2 mil toneladas, alta de 2,5% ante o mesmo período do ano passado e queda de 6% em relação aos últimos três meses de 2014.

“Os destaques da produção de níquel foram: o recorde da produção de óxido de níquel, a produção total da Vale Nova Caledônia (VNC), o recorde de produção com um único forno em Onça Puma e a evolução positiva do ramp-up de Long Harbour”, disse a mineradora, em seu relatório de produção.

A produção de ouro totalizou 103.000 oz, 9,7% acima do quarto trimestre, atingindo o melhor desempenho da história devido ao ramp-up de Salobo.



Recorde em Carajás 



A produção de minério de ferro da Vale em Carajás, no Sistema Norte, voltou a bater recorde histórico para um primeiro trimestre, atingindo 27,5 milhões de toneladas, alta de 17,8% ante o mesmo período de 2014.

Segundo a Vale, a melhora dos volumes se deve aos ramp-ups (processo de maturação gradual da produção de novos projetos, até a sua capacidade nominal) da Planta 2 e de Serra Leste.

A mineradora aponta que a queda de 21% nos volumes, quando comparado ao quarto trimestre de 2014, se deve a sazonalidade climática, ficando 7,3 milhões de toneladas abaixo do trimestre anterior.

Após iniciar a operação da mina N4WS em dezembro do ano passado com extração e processo de minério de ferro com concentração de 64,7%, a Vale aponta que espera extrair minério de alto teor de ferro com menores níveis de contaminantes no segundo semestre.



Regiões



A produção do Sistema Sudeste também registrou alta no primeiro trimestre, na comparação anual, assim como o Sistema Centro-Oeste, subindo 0,2% para 25,869 milhões de toneladas e 3,9% para 1,335 milhão de toneladas, respectivamente.

No Sistema Sudeste, a produção de Minas Centrais foi a que sustentou a alta, com avanço de 5,5%, na base anual, com 8,899 milhões de toneladas, enquanto a produção de Itabira recuou 6,7% no período para 7,305 milhões de toneladas.

No Sistema Sul houve queda de 3,9% na produção de minério de ferro do trimestre, somando 19,798 milhões de toneladas, ante os 20,592 milhões de toneladas de igual período de 2014. A queda de 18,2% na produção de Paraopeba foi a que mais afetou a queda do sistema, somando 5,659 milhões de toneladas, sob a mesma base de comparação.



Energia



A Vale informou ainda que a produção de ferroligas nas plantas de Minas Gerais foi encerrada no primeiro trimestre, porque a operação tornou-se economicamente inviável após o término dos contratos de energia existentes e aumento dos custos de energia.

“Como conseqüência, a produção de minério de manganês de Morro da Mina foi afetada”, disse a empresa. A produção de ferroligas caiu 40,6% na comparação ante o primeiro trimestre de 2014, para 27 mil toneladas.

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Crescimento de 4,9% no 1º trimestre

Resultado inferior em 10,2% sobre 4º trimestre de 2014. Carajás bate recorde

A mineradora Vale encerrou o primeiro trimestre de 2015 com uma produção própria de minério de ferro de 74,523 milhões de toneladas, avanço de 4,9% na comparação com igual período de 2014.

O aumento na produção no complexo de Carajás, no Pará, ajudou a companhia a registrar sua maior produção de minério de ferro para um primeiro trimestre. O volume exclui o minério adquirido de terceiros e a produção atribuível à mineradora Samarco, da qual a Vale é uma das sócias.



Efeitos climáticos



Na comparação com o quarto trimestre de 2014, a produção de minério de ferro da Vale caiu 10,2%, devido a efeitos climáticos. “A produção ficou 7,3 milhões de toneladas abaixo do quarto trimestre de 2014 devido às piores condições climáticas em razão da sazonalidade”, informou a companhia. Em geral, os meses chuvosos do verão atrapalham a operação das minas, que são a céu aberto.

A produção de pelotas no trimestre avançou 14,7% para 11,388 milhões de toneladas, na comparação com o mesmo período de 2014. Na base trimestral, houve queda de 2,2% , devido ao ramp-up da usina de pelotização de Tubarão VIII. Os dados excluem a produção atribuível à Samarco, joint venture com a BHP Billiton.



Cobre e níquel



O maior incremento em metais básicos veio do cobre, com a produção saltando de 88,4 mil toneladas para 107,2 mil toneladas, alta de 21,1%, na base anual e de 1,6% no trimestre.

Entre as principais commodities produzidas pela mineradora apenas o carvão registrou desempenho negativo de volumes no primeiro trimestre de 2015, recuando 5,1% para 1,695 mil toneladas. Ante o quarto trimestre de 2014, a retração foi de 26,6%.

A produção de níquel da Vale também apresentou recorde para um primeiro trimestre, de 69,2 mil toneladas, alta de 2,5% ante o mesmo período do ano passado e queda de 6% em relação aos últimos três meses de 2014.

“Os destaques da produção de níquel foram: o recorde da produção de óxido de níquel, a produção total da Vale Nova Caledônia (VNC), o recorde de produção com um único forno em Onça Puma e a evolução positiva do ramp-up de Long Harbour”, disse a mineradora, em seu relatório de produção.

A produção de ouro totalizou 103.000 oz, 9,7% acima do quarto trimestre, atingindo o melhor desempenho da história devido ao ramp-up de Salobo.



Recorde em Carajás 



A produção de minério de ferro da Vale em Carajás, no Sistema Norte, voltou a bater recorde histórico para um primeiro trimestre, atingindo 27,5 milhões de toneladas, alta de 17,8% ante o mesmo período de 2014.

Segundo a Vale, a melhora dos volumes se deve aos ramp-ups (processo de maturação gradual da produção de novos projetos, até a sua capacidade nominal) da Planta 2 e de Serra Leste.

A mineradora aponta que a queda de 21% nos volumes, quando comparado ao quarto trimestre de 2014, se deve a sazonalidade climática, ficando 7,3 milhões de toneladas abaixo do trimestre anterior.

Após iniciar a operação da mina N4WS em dezembro do ano passado com extração e processo de minério de ferro com concentração de 64,7%, a Vale aponta que espera extrair minério de alto teor de ferro com menores níveis de contaminantes no segundo semestre.



Regiões



A produção do Sistema Sudeste também registrou alta no primeiro trimestre, na comparação anual, assim como o Sistema Centro-Oeste, subindo 0,2% para 25,869 milhões de toneladas e 3,9% para 1,335 milhão de toneladas, respectivamente.

No Sistema Sudeste, a produção de Minas Centrais foi a que sustentou a alta, com avanço de 5,5%, na base anual, com 8,899 milhões de toneladas, enquanto a produção de Itabira recuou 6,7% no período para 7,305 milhões de toneladas.

No Sistema Sul houve queda de 3,9% na produção de minério de ferro do trimestre, somando 19,798 milhões de toneladas, ante os 20,592 milhões de toneladas de igual período de 2014. A queda de 18,2% na produção de Paraopeba foi a que mais afetou a queda do sistema, somando 5,659 milhões de toneladas, sob a mesma base de comparação.



Energia



A Vale informou ainda que a produção de ferroligas nas plantas de Minas Gerais foi encerrada no primeiro trimestre, porque a operação tornou-se economicamente inviável após o término dos contratos de energia existentes e aumento dos custos de energia.

“Como conseqüência, a produção de minério de manganês de Morro da Mina foi afetada”, disse a empresa. A produção de ferroligas caiu 40,6% na comparação ante o primeiro trimestre de 2014, para 27 mil toneladas.

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Efeitos climáticos seguram produção de minério de ferro da Vale

22/04/2015

Monitor Digital

Crescimento de 4,9% no 1º trimestre

Resultado inferior em 10,2% sobre 4º trimestre de 2014. Carajás bate recorde

A mineradora Vale encerrou o primeiro trimestre de 2015 com uma produção própria de minério de ferro de 74,523 milhões de toneladas, avanço de 4,9% na comparação com igual período de 2014.

O aumento na produção no complexo de Carajás, no Pará, ajudou a companhia a registrar sua maior produção de minério de ferro para um primeiro trimestre. O volume exclui o minério adquirido de terceiros e a produção atribuível à mineradora Samarco, da qual a Vale é uma das sócias.



Efeitos climáticos



Na comparação com o quarto trimestre de 2014, a produção de minério de ferro da Vale caiu 10,2%, devido a efeitos climáticos. “A produção ficou 7,3 milhões de toneladas abaixo do quarto trimestre de 2014 devido às piores condições climáticas em razão da sazonalidade”, informou a companhia. Em geral, os meses chuvosos do verão atrapalham a operação das minas, que são a céu aberto.

A produção de pelotas no trimestre avançou 14,7% para 11,388 milhões de toneladas, na comparação com o mesmo período de 2014. Na base trimestral, houve queda de 2,2% , devido ao ramp-up da usina de pelotização de Tubarão VIII. Os dados excluem a produção atribuível à Samarco, joint venture com a BHP Billiton.



Cobre e níquel



O maior incremento em metais básicos veio do cobre, com a produção saltando de 88,4 mil toneladas para 107,2 mil toneladas, alta de 21,1%, na base anual e de 1,6% no trimestre.

Entre as principais commodities produzidas pela mineradora apenas o carvão registrou desempenho negativo de volumes no primeiro trimestre de 2015, recuando 5,1% para 1,695 mil toneladas. Ante o quarto trimestre de 2014, a retração foi de 26,6%.

A produção de níquel da Vale também apresentou recorde para um primeiro trimestre, de 69,2 mil toneladas, alta de 2,5% ante o mesmo período do ano passado e queda de 6% em relação aos últimos três meses de 2014.

“Os destaques da produção de níquel foram: o recorde da produção de óxido de níquel, a produção total da Vale Nova Caledônia (VNC), o recorde de produção com um único forno em Onça Puma e a evolução positiva do ramp-up de Long Harbour”, disse a mineradora, em seu relatório de produção.

A produção de ouro totalizou 103.000 oz, 9,7% acima do quarto trimestre, atingindo o melhor desempenho da história devido ao ramp-up de Salobo.



Recorde em Carajás 



A produção de minério de ferro da Vale em Carajás, no Sistema Norte, voltou a bater recorde histórico para um primeiro trimestre, atingindo 27,5 milhões de toneladas, alta de 17,8% ante o mesmo período de 2014.

Segundo a Vale, a melhora dos volumes se deve aos ramp-ups (processo de maturação gradual da produção de novos projetos, até a sua capacidade nominal) da Planta 2 e de Serra Leste.

A mineradora aponta que a queda de 21% nos volumes, quando comparado ao quarto trimestre de 2014, se deve a sazonalidade climática, ficando 7,3 milhões de toneladas abaixo do trimestre anterior.

Após iniciar a operação da mina N4WS em dezembro do ano passado com extração e processo de minério de ferro com concentração de 64,7%, a Vale aponta que espera extrair minério de alto teor de ferro com menores níveis de contaminantes no segundo semestre.



Regiões



A produção do Sistema Sudeste também registrou alta no primeiro trimestre, na comparação anual, assim como o Sistema Centro-Oeste, subindo 0,2% para 25,869 milhões de toneladas e 3,9% para 1,335 milhão de toneladas, respectivamente.

No Sistema Sudeste, a produção de Minas Centrais foi a que sustentou a alta, com avanço de 5,5%, na base anual, com 8,899 milhões de toneladas, enquanto a produção de Itabira recuou 6,7% no período para 7,305 milhões de toneladas.

No Sistema Sul houve queda de 3,9% na produção de minério de ferro do trimestre, somando 19,798 milhões de toneladas, ante os 20,592 milhões de toneladas de igual período de 2014. A queda de 18,2% na produção de Paraopeba foi a que mais afetou a queda do sistema, somando 5,659 milhões de toneladas, sob a mesma base de comparação.



Energia



A Vale informou ainda que a produção de ferroligas nas plantas de Minas Gerais foi encerrada no primeiro trimestre, porque a operação tornou-se economicamente inviável após o término dos contratos de energia existentes e aumento dos custos de energia.

“Como conseqüência, a produção de minério de manganês de Morro da Mina foi afetada”, disse a empresa. A produção de ferroligas caiu 40,6% na comparação ante o primeiro trimestre de 2014, para 27 mil toneladas.

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