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Países em desenvolvimento têm nessas fontes a combinação perfeita. Elas requerem menos investimento na cadeia produtiva, menor infraestrutura, estão bem distribuídas por todo o mundo e se complementam em termos de segurança energética. Essas fontes podem ser integradas de tal forma que as vantagens de cada uma podem ajudar a outra. Por exemplo, carvão e biomassa podem ser usados em conjunto para gerar energia elétrica, algo muito comum em países europeus.

A integração dessas fontes é um desafio tecnológico que vem sendo equacionado. A intermitência das fontes eólica e solar, ao ser compensada pelas térmicas a carvão, requer que sua operação seja mais flexível e com resposta mais rápida às flutuações de carga, como já ocorre na Alemanha – onde 42 % da capacidade instalada vem do carvão. O desafio de operar esses sistemas aumenta com o crescimento da geração distribuída. Veremos em breve, no Brasil, o crescimento de painéis solares sobre os telhados das casas gerando energia.

A intermitência desse processo pode levar a instabilidade do sistema de transmissão e causar problemas no abastecimento de energia elétrica mas sistemas inteligentes equacionarão esses problemas. Por outro lado, várias tecnologias hibridas estão sendo desenvolvidas. Estudos de aproveitamento da energia eólica, via hidrolise, geram hidrogênio e oxigênio para alimentar gaseificadores a carvão, podendo gerar gases sintéticos que produzem metanol, etileno glicol etc. Sistemas híbridos de energia solar com térmicas a carvão podem aumentar a eficiência da planta, incrementam a produção de energia elétrica com mesmo consumo de carvão. Atualmente, 15 projetos híbridos solar/térmicos estão em desenvolvimento no mundo com uma capacidade total de 460 MW.

Em um mundo onde existem 1,2 bilhão de pessoas sem acesso à energia elétrica e outros dois bilhões sem acesso adequado a energia, a eletricidade deverá ser provida por tecnologias diferentes para atender matrizes energéticas específicas de cada local. Em vários países o carvão e sistemas de energia renováveis estão sendo desenvolvidos. Cresce a real possibilidade de sinergia entre essas importantes fontes para a segurança energética e o desenvolvimento do planeta.

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Países em desenvolvimento têm nessas fontes a combinação perfeita. Elas requerem menos investimento na cadeia produtiva, menor infraestrutura, estão bem distribuídas por todo o mundo e se complementam em termos de segurança energética. Essas fontes podem ser integradas de tal forma que as vantagens de cada uma podem ajudar a outra. Por exemplo, carvão e biomassa podem ser usados em conjunto para gerar energia elétrica, algo muito comum em países europeus.

A integração dessas fontes é um desafio tecnológico que vem sendo equacionado. A intermitência das fontes eólica e solar, ao ser compensada pelas térmicas a carvão, requer que sua operação seja mais flexível e com resposta mais rápida às flutuações de carga, como já ocorre na Alemanha – onde 42 % da capacidade instalada vem do carvão. O desafio de operar esses sistemas aumenta com o crescimento da geração distribuída. Veremos em breve, no Brasil, o crescimento de painéis solares sobre os telhados das casas gerando energia.

A intermitência desse processo pode levar a instabilidade do sistema de transmissão e causar problemas no abastecimento de energia elétrica mas sistemas inteligentes equacionarão esses problemas. Por outro lado, várias tecnologias hibridas estão sendo desenvolvidas. Estudos de aproveitamento da energia eólica, via hidrolise, geram hidrogênio e oxigênio para alimentar gaseificadores a carvão, podendo gerar gases sintéticos que produzem metanol, etileno glicol etc. Sistemas híbridos de energia solar com térmicas a carvão podem aumentar a eficiência da planta, incrementam a produção de energia elétrica com mesmo consumo de carvão. Atualmente, 15 projetos híbridos solar/térmicos estão em desenvolvimento no mundo com uma capacidade total de 460 MW.

Em um mundo onde existem 1,2 bilhão de pessoas sem acesso à energia elétrica e outros dois bilhões sem acesso adequado a energia, a eletricidade deverá ser provida por tecnologias diferentes para atender matrizes energéticas específicas de cada local. Em vários países o carvão e sistemas de energia renováveis estão sendo desenvolvidos. Cresce a real possibilidade de sinergia entre essas importantes fontes para a segurança energética e o desenvolvimento do planeta.

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A combinação perfeita e a fronteira energética

07/04/2015

Fernando Zancan - Presidente ABCM

Países em desenvolvimento têm nessas fontes a combinação perfeita. Elas requerem menos investimento na cadeia produtiva, menor infraestrutura, estão bem distribuídas por todo o mundo e se complementam em termos de segurança energética. Essas fontes podem ser integradas de tal forma que as vantagens de cada uma podem ajudar a outra. Por exemplo, carvão e biomassa podem ser usados em conjunto para gerar energia elétrica, algo muito comum em países europeus.

A integração dessas fontes é um desafio tecnológico que vem sendo equacionado. A intermitência das fontes eólica e solar, ao ser compensada pelas térmicas a carvão, requer que sua operação seja mais flexível e com resposta mais rápida às flutuações de carga, como já ocorre na Alemanha – onde 42 % da capacidade instalada vem do carvão. O desafio de operar esses sistemas aumenta com o crescimento da geração distribuída. Veremos em breve, no Brasil, o crescimento de painéis solares sobre os telhados das casas gerando energia.

A intermitência desse processo pode levar a instabilidade do sistema de transmissão e causar problemas no abastecimento de energia elétrica mas sistemas inteligentes equacionarão esses problemas. Por outro lado, várias tecnologias hibridas estão sendo desenvolvidas. Estudos de aproveitamento da energia eólica, via hidrolise, geram hidrogênio e oxigênio para alimentar gaseificadores a carvão, podendo gerar gases sintéticos que produzem metanol, etileno glicol etc. Sistemas híbridos de energia solar com térmicas a carvão podem aumentar a eficiência da planta, incrementam a produção de energia elétrica com mesmo consumo de carvão. Atualmente, 15 projetos híbridos solar/térmicos estão em desenvolvimento no mundo com uma capacidade total de 460 MW.

Em um mundo onde existem 1,2 bilhão de pessoas sem acesso à energia elétrica e outros dois bilhões sem acesso adequado a energia, a eletricidade deverá ser provida por tecnologias diferentes para atender matrizes energéticas específicas de cada local. Em vários países o carvão e sistemas de energia renováveis estão sendo desenvolvidos. Cresce a real possibilidade de sinergia entre essas importantes fontes para a segurança energética e o desenvolvimento do planeta.

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